<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876</id><updated>2011-10-04T13:54:43.213-07:00</updated><category term='vaticano'/><category term='religião'/><category term='mulher'/><category term='jornalismo'/><title type='text'>Ágora adamantinense</title><subtitle type='html'>Liberdade de opinião em Adamantina</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>103</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2899135946210399427</id><published>2011-02-04T07:05:00.000-08:00</published><updated>2011-02-04T07:06:55.738-08:00</updated><title type='text'>Falta de diálogo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O debate com a população não tem sido uma prática comum entre os que ocupam cargos na administração municipal, talvez por se sentirem mais con-fortáveis em usar eventos oficiais ou entrevistas acertadas para, mais do que responder às críticas, atacar os cidadãos que se arriscam em fazê-las. Ao adamantinense comum resta, portanto, o diálogo solitário e o risco de ser tratado como transgressor por quem, rodeado(a) de privilégios, imagina-se acima dos que pagam os impostos que lhe permitem tanta autoconfiança. Mas, na semana passada, neste mesmo jornal, algo diferente ocorreu, passando a ideia de que pode haver uma mudança de atitude de quem se regozija com o fato de se encontrar em tão confortável posição.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A população procura entender o que ocorre na Prefeitura, na Câmara e na FAI e é comum surgirem questionamentos sobre as atitudes dos que governam a cidade. Não cabe ao cidadão comum, trabalhador, cumpridor dos seus múltiplos deveres diários, buscar as informações sobre o poder público. Cabe, sim, às assessorias desses órgãos, remuneradas para tal função, prestarem os necessários esclarecimentos à comunidade. No entanto, o material produzido para a imprensa apresenta apenas características de propaganda e não esclarece os problemas que mais interessam à população. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 24 de janeiro o Jornal da Cidade estampou a manchete: “Arrecadação da FAI cai pelo 3º ano consecutivo”. Pelo que se sabe, não houve interesse por parte da assessoria em rebater ou explicar tal informação. Especula-se há algum tempo que o número de alunos e a receita da FAI vêm diminuindo. Cabe ao cidadão comum procurar a instituição para saber o que está acontecendo, ou seria função da assessoria explicar tais questões? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As “vozes das ruas” ainda se perguntam se era necessário pagar quase 80 mil reais para fazer o site da faculdade. O questionamento ganha relevância, pois a instituição tem um curso ligado à área. Além de evitar o gasto, a criação do site pela FAI serviria de propaganda para a instituição. E o marketing da faculdade? O slogan “Quem cursa a FAI, [sic] tem qualidade de vida” parece não deixar clara a marca de uma instituição de ensino, ou o que quer que seja. O que levaria os estudantes a se sentirem estimulados com tal propaganda? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Também não está evidente se existe algum projeto de reestruturação dos cursos de licenciatura ou estudos sobre o impacto das bolsas concedidas ao funcionalismo no orçamento da Autarquia. Sem contar a situação do curso de Direito, que gerou muitas informações desencontradas. Não cabe à direção e à assessoria esclarecerem essas questões, informarem a população sobre o que ocorre? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O acúmulo de cargos pode explicar parte da dificuldade, mas não satisfaz os cidadãos, que cobram um posicionamento mais próximo da instituição com a cidade, principalmente por meio do debate franco, já que o destino da FAI, em parte, está ligado ao da comunidade.&lt;br /&gt;Por fim é preciso dizer que, como se sabe, utilizam-se expressões como “vozes das ruas”, “o que os adamantinenses não entendem” e outras mais para se remeter à ideia de opinião pública e aos questionamentos que ocorrem na população. Ao se empregar a segunda dessas expressões num artigo de opinião recentemente, esperava-se que nenhum educador de nossa academia, especialmente na área de comunicação, a entendesse no seu sentido literal. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2899135946210399427?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2899135946210399427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2899135946210399427&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2899135946210399427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2899135946210399427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2011/02/falta-de-dialogo.html' title='Falta de diálogo'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-928226875522892883</id><published>2011-01-13T13:00:00.000-08:00</published><updated>2011-01-13T13:11:16.142-08:00</updated><title type='text'>O que os adamantinenses não entendem...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Todo início de ano a imprensa local faz previsões sobre a cidade. Recentemente um editorial já projetou 2011 repleto de boas notícias para os adamantinenses. Não se sabe se é o espírito cristão ou o estímulo oficial o que deixa esse segmento de nossa imprensa otimista nesta época, mas ficou claro que o jornal aproveitou a oportunidade para, mais uma vez, elogiar quem está no poder. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A simples transcrição de informações, na maioria das vezes oficiais, já aborrece grande parte dos que leem jornal em Adamantina. Nas raras vezes em que erros são apontados há a sensação de que o redator o faz cons-trangido, pois tece longos elogios à secretaria implicada e deixa claro que o problema não só é pontual como também logo será resolvido. Fica sempre a impressão de que tal veículo de informação não quer deixar descontente o seu maior anunciante. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os adamantinenses não entendem, por exemplo, por que os assuntos referentes à FAI nunca são tratados com a devida importância. Há pouco tempo, um editorial classificou como “central de boatos” aqueles que, sem informações precisas, “discutem nas esquinas” os problemas da instituição. Se existem “boatos”, fica evidente a falta de esclarecimentos, seja por parte da imprensa, seja por parte da assessoria da faculdade, que raramente presta esse serviço. Possíveis contratações irregulares, falhas em concurso, gastos excessivos com site, diminuição de alunos e problemas financeiros são questões que ficaram à margem da imprensa em 2010. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A postura do legislativo é outro assunto que os adamantinenses não entendem. Causou constrangimento na reeleição do presidente da casa, conhecido defensor dos projetos do executivo, o voto de uma vereadora que sempre foi crítica em relação à administração. É também por esse tipo de incoerência que, dos nomes que se discutem para ser candidato a prefeito em 2012, nenhum vem da Câmara, ainda que nela existam edis já no segundo mandato.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com a candidatura da situação “lançada” em cadeia de rádio, a oposição não consegue articular seus nomes. Ex-prefeitos, ex-secretários, ex-diretores, atuais mandatários, ninguém ainda conseguiu juntar meia dúzia de adeptos. Como nos últimos anos essas pessoas estiveram alheias aos importantes temas locais, agora fica estranho desejarem convencer a opinião pública de que lhes importa aquilo que por tantos e tantos anos não lhes importou. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não entendemos também como nenhuma autoridade questiona por que Adamantina tem um dos combustíveis mais caros da região. Cidades próximas como Dracena, Junqueirópolis, Lucélia e Osvaldo Cruz têm preços muito melhores. Ou por que, mesmo com inúmeras reclamações, a temporização dos semáforos ainda não foi adequada à realidade do trânsito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todas essas questões mostram a incoerência entre o discurso de nossos políticos e os seus atos; o que não deixa de ser uma manifestação de desprezo pela inteligência dos cidadãos. Finalmente, vale perguntar: onde estão nossas lideranças para cobrar um pouco mais de empenho de nossos gestores públicos para melhorar a vida dos munícipes? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-928226875522892883?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/928226875522892883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=928226875522892883&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/928226875522892883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/928226875522892883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2011/01/o-que-os-adamantinenses-nao-entendem.html' title='O que os adamantinenses não entendem...'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-6003484051026461474</id><published>2011-01-06T22:36:00.000-08:00</published><updated>2011-01-06T22:42:35.281-08:00</updated><title type='text'>O outro lado do sucesso da Expoverde</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Quem passou pelo poliesportivo na última semana percebeu que a Expoverde se tornou a maior, e talvez a única, festa popular de Adamantina. Razoável número de barracas, envolvimento de diversos setores da sociedade, bom con-sumo e grande comparecimento da população. Mas o sucesso do evento mos-trou problemas de organização que talvez as belas imagens do recinto lotado não deixaram evidentes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O grande diferencial do evento é sua gratuidade. As milhares de pessoas que entram no local, somadas às que ficam de fora por medida de segurança, quan-do os portões são fechados, geram desconforto em quem é proibido de entrar. O exagerado número de brigas mostrou que a segurança não deve ter recebido a devida atenção, nem mesmo no interior do recinto. Por sorte não ocorreram problemas mais graves, já que não houve revista todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A desorganização das filas foi outro problema, tanto na entrada como na própria festa, gerando insatisfação aos que ficavam para trás enquanto outros passavam na frente, seja por “esperteza”, seja por “privilégio” concedido por aqueles que deveriam organizá-las. Não é de hoje que tumultos ocorrem por problemas dessa natureza. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Ficou claro também que não houve restrição à venda e fiscalização em rala-ção ao consumo de bebidas alcoólicas para menores. Essa permissividade se deu em todos os ambientes do recinto. Um evento organizado pela administra-ção pública deveria dar especial atenção a esse fato, até mesmo realizando campanhas educativas no local, envolvendo o Creres, o núcleo de psicologia da FAI e a sociedade. Mas, pelo que seu viu, não houve nenhuma preocupação nesse sentido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A prática de rodeio na Expoverde também é contraditória, já que a proposta do evento é discutir a sustentabilidade e a cultura cidadã. Existem inúmeras críticas em relação a essa modalidade de “esporte”, principalmente quanto ao tratamento dado aos animais. O interesse de alguns não deve sobrepujar a ideia mestra do evento de, como o próprio nome diz, privilegiar o verde e todos os significados que essa palavra tem nos dias atuais. O que se notou foi o entrete-nimento e o estímulo ao consumo, e quase nada de “cultura cidadã”. O lado mercadológico teve maior expressão este ano. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;De modo geral, a população de Adamantina aprova a Expoverde, ainda mais quando a cidade é tão carente de atrações populares e onde muitos não podem pagar os altos preços cobrados pelo RTA em junho. Mas o bom compareci-mento dos munícipes não deve apagar os problemas da festa e a mudança de foco ocorrida este ano. Segurança, respeito à população e conscientização so-cioambiental devem ser a meta dos organizadores. Será que, a despeito do su-cesso da festa, essa meta foi alcançada em 2010? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-6003484051026461474?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/6003484051026461474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=6003484051026461474&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6003484051026461474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6003484051026461474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2011/01/o-outro-lado-do-sucesso-da-expoverde.html' title='O outro lado do sucesso da Expoverde'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-182764703110357384</id><published>2010-05-23T19:43:00.000-07:00</published><updated>2010-05-23T19:45:59.520-07:00</updated><title type='text'>Cidade do silêncio</title><content type='html'>&lt;p class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;     A inércia e o silêncio daqueles que são, ou almejam ser, os protagonistas da vida pública local é perturbador. O “Caso Sabesp” é o mais recente exemplo da nula participação dos “eternos candidatos” e daqueles que, mesmo ocupando cargos eletivos ou administrativos, não justificam os votos que receberam ou a confiança de que são depositários. O resultado da votação na Câmara já era esperado. Cada vereador justificou sua escolha e deixou claro de que lado está. Alguns até “explicaram” seu voto em favor do prefeito afirmando que os 85% de votação no último pleito legitimam as propostas do executivo. Fingem não se lembrar das circunstâncias que envolveram a eleição de 2008. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Não menos estarrecedora é a posição do edil que disse não precisar justificar a ninguém o seu voto. Seria demais lembrá-lo de que ele representa a cidade e de que sua postura na área pública é de interesse coletivo? Cabe também a seu partido prestar esclarecimentos à população. Ao que se sabe, a presunçosa fala do vereador causou um certo constrangimento entre os cidadãos presentes à sessão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;O debate não ganhou maior visibilidade devido à pífia participação daqueles que se insinuam como candidatos em 2012. Na verdade, essas mesmas pessoas afrontam a população quando saem nos jornais afirmando-se aptas a ocupar o mais alto cargo do município. Omissas e sem se engajarem no debate público, ancoram seus discursos em secretarias e vereanças do passado. O que as fazem acreditar que estão preparadas para governar a cidade? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Até agora aqueles que querem ser prefeito e estampam seus rostos em presunçosas entrevistas têm passado longe dos jornais e dos microfones quando o assunto requer posicionamento. Não se sabe o que pensam sobre o contrato com a Sabesp, os problemas da FAI, o trânsito, a imprensa, as dificuldades da Santa Casa. Amam a cidade de quatro em quatro anos e aparecem de vez em quando nas rodas de café, onde suas poucas ideias se perdem em conversas vazias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Esse silêncio colabora para deixar boa parte de nossos atuais representantes cada vez mais acomodada e letárgica, quando não mais ousada e cínica, pois sabe que não será contestada. O caso do vereador que diz não precisar justificar seu voto é um excelente exemplo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Esses poderes, quase ilimitados, estimulam atuais mandatários a acreditar que tudo podem: ajeitar empregos para parentes e futuros parentes, arranjar concursos, perseguir dissidentes, não responder à pequena parte da imprensa que os questiona e a, quando se disporem a responder, fazê-lo com ofensas pessoais e ameaças. Alguns, respaldando-se em seu alto cargo na administração (e por uma incrível omissão da chefia), sentem-se seguros o suficiente, por exemplo, para não darem aulas e não aplicarem provas na faculdade. Com essas e outras arbitrariedades denigrem ainda mais a imagem da Academia frente àqueles que mais deveriam prezar: os alunos. Temos entre nós, enfim, uma triste combinação de desmando e omissão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A população, mesmo não estabelecendo confronto com ninguém, sabe não só da postura de membros do alto escalão, como também que cabe ao prefeito fazer as mudanças necessárias e punir os desvios; só não entende por que ele não o faz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-182764703110357384?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/182764703110357384/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=182764703110357384&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/182764703110357384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/182764703110357384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2010/05/cidade-do-silencio.html' title='Cidade do silêncio'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-7521466639402324738</id><published>2010-04-18T14:34:00.000-07:00</published><updated>2010-04-18T14:36:25.378-07:00</updated><title type='text'>Vazio político</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:32.6pt"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;As últimas importantes discussões da área política na cidade revelaram a pouca habilidade do executivo adamantinense em discutir projetos de interesse público e em dialogar com a sociedade e grupos organizados. A instabilidade da FAI e a conduta da administração municipal na questão Sabesp são claros exemplos de que a opinião pública pouco importa àqueles que hoje administram o município.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:32.6pt"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Ao se afirmar que possíveis falhas ocorreram na condução da Academia, esperava-se que a equipe do prefeito adotasse medidas corretivas, pois o que está em jogo é o ganha-pão de muitas famílias e, até certo ponto, o futuro da cidade; mas não se têm notícias de que algo tenha mudado na administração da faculdade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:32.6pt"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Se as entrevistas contraditórias do prefeito e do diretor-geral da FAI de algum tempo atrás renovaram a impressão da sociedade de que algo não vai bem na vida pública de Adamantina, o mesmo receio se dá na questão do saneamento básico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:32.6pt"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Com a rendição às condições e ao autoritarismo da Sabesp, com a recusa de estudar o assunto com mais profundidade e de ouvir a população e ao eliminar a possibilidade de licitação, o executivo deixa ainda mais dúvidas sobre sua capacidade para conduzir as grandes questões da cidade. A impressão que se tem é a de que o município vive um vácuo político-administrativo. A população, diante de tudo, se vê excluída e sente sua relação com o governo municipal cada vez mais distante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:32.6pt"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Diante de toda essa ineficiência e insensibilidade, percebe-se o surgimento de um novo estado de espírito em relação à atual administração que, aos poucos, começa a ganhar nomes e a afinar o discurso. Tais nomes não constituem propriamente uma oposição, porque quando se fala em oposição em Adamantina, grosso modo, pensa-se nas pessoas que participaram de outras administrações e que, por não mais ocuparem cargos importantes, se opõem sistematicamente ao governo; o que não é o caso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:32.6pt"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Diga-se de passagem que, como era de se esperar, mais uma vez, uma ação em favor da causa coletiva em Adamantina se dá praticamente sem a participação de futuros pretendentes ao quinto andar, ou seja, sem a ajuda de ex-prefeitos, ex-vereadores, ex-secretários, ex-pré-candidatos e outros mais que só estão à disposição da cidade de quatro em quatro anos, meses antes da eleição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:32.6pt"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Esse grupo de descontentes, mesmo sem querer, acaba sendo porta-voz da população que, aos poucos, vai descobrindo que não está sendo bem representada. E é ao clamor desse estado de insatisfação coletiva que o grupo contestador da apatia dos políticos ora no poder afina seu discurso e supre a omissão das “estrelas” que certamente ressurgirão em 2012 apregoando imenso amor pela cidade.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-7521466639402324738?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/7521466639402324738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=7521466639402324738&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7521466639402324738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7521466639402324738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2010/04/vazio-politico.html' title='Vazio político'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-9080796902235334196</id><published>2010-03-04T13:26:00.000-08:00</published><updated>2010-03-04T13:28:25.940-08:00</updated><title type='text'>Contradições sobre a Academia</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;No último sábado, a Folha Regional publicou entrevista em que o prefeito Kiko Micheloni falou sobre o assunto que mais inquieta os adamantinenses: os problemas da FAI. Já era tempo de esclarecimentos oficiais, visto que a sociedade e o legislativo discutem o assunto há meses. O jornal sediado em Flórida Paulista saiu na frente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;text-indent: 14.2pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;As palavras do prefeito confirmam o que se comenta há algum tempo, mas não traz esclarecimentos objetivos e não autorizam qualquer expectativa de que os problemas sejam efetivamente resolvidos. A entrevista tende, aliás, a deixar a população mais apreensiva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Segundo Kiko Micheloni a má situação da autarquia é “preocupante e real”, palavras que contradizem o próprio diretor geral da autarquia Roldão Simione que, há apenas um mês, no jornal Diário do Oeste, afirmou que a faculdade estava nos trilhos e que não havia com o que se preocupar. Não fosse absurdo, seria de se imaginar que, na ocasião, o próprio diretor não estava, digamos, bem informado sobre a real situação da autarquia que administra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Um dado importante suscitou questionamentos. Se o número de alunos é igual ou maior do que nos anos anteriores, como disse o prefeito, por que a deterioração das contas da autarquia? Como se sabe, anos atrás, com semelhante quantidade de alunos, a FAI conseguia não só pagar suas contas como também acumular (expressivos) recursos financeiros; recursos que, aliás, foram integralmente utilizados pela atual diretoria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Fala-se bastante sobre a enorme quantidade de bolsas de estudo. Mas a decisão de conceder bolsas integrais a todos os servidores públicos municipais e seus familiares, por exemplo, não foi precedida de detalhado estudo sobre o consequente impacto financeiro? Se não foi, que esperança a população pode ter em relação às medidas que o prefeito disse que serão tomadas? (e que, a bem da verdade, não foram explicadas quais sejam).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O prefeito afirmou que tomará decisões realistas, e não políticas, mas não acena com modificação nos altos cargos, mesmo se mostrando ciente de que possa ter havido “falhas administrativas”. Será que na esfera pública não se observam nem mesmo os fundamentos mais básicos do mundo administrativo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Eliminação de desperdícios, cortes em benefícios e auxílios, como hospedagem, combustível e alimentação, estudo detalhado sobre a evasão nos cursos, penalidade a professores que faltam em demasia ou se atrasam e que acabam comprometendo a qualidade dos cursos, são medidas de grande impacto e com retorno rápido; cobrança judicial de mensalidades em atraso, revisão na concessão de bolas, assim como responsabilização de administradores, são medidas importantes nesse tipo de situação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;    As críticas em relação ao problema não devem ser entendidas como políticas e pejorativas. Todo cidadão de mentalidade sadia torce para que a FAI volte a ter destaque e se torne referência na região. Não se pode querer que a sociedade fique alheia a tais acontecimentos, mesmo porque o sucesso da FAI interessa a cada adamantinense. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;     Não se pode esquecer também que tanto prefeito quanto diretores de autarquia, não obstante toda capacidade pessoal e mérito de que possam ser detentores, são, no que tange à Administração Municipal e à FAI, meros representantes dessa mesma população&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-9080796902235334196?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/9080796902235334196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=9080796902235334196&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/9080796902235334196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/9080796902235334196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2010/03/contradicoes-sobre-academia.html' title='Contradições sobre a Academia'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2637575582096240764</id><published>2010-01-20T13:55:00.000-08:00</published><updated>2010-01-20T13:56:46.341-08:00</updated><title type='text'>Por trás das cortinas</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Algum desavisado que tome a imprensa local por fomentadora dos debates na cidade pode acreditar que vivemos uma calmaria em Adamantina. Uma passada de olhos pelos nossos jornais chega a dar a impressão de que os problemas do município se resumem a asfalto, trânsito, entulhos em terrenos e uma ou outra “fatalidade” de ocasião. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Adamantina tem cinco jornais, mas quantos têm a coragem de tratar do que é relevante em termos de vida pública, de atuação política? Assuntos inexpressivos, enorme espaço para publicidade, editoriais evasivos são a constante. Na falta de outras futilidades, para preencher espaço, há pouco tempo Adamantina chegou a ser santificada num dos jornais como um “celeiro de novos talentos” e como a cidade da “população mais solidária do Brasil”. Abusa-se da inteligência do leitor. Diante da expressiva verba oficial e das necessidades de comunicação da Academia, não vamos nos surpreender se um dia destes nos depararmos com um editorial com o título “Pra frente, Adamantina!”, ao modo dos piores tempos da ditadura militar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Não se encontram nos jornais assuntos incômodos sobre o Executivo e a Academia. Isso fica claro no caso da “intervenção branca na FAI”. Há tempo se discute em Adamantina o risco da faculdade vir a ter sérios problemas financeiros. Diminuição no número de alunos, aumento exagerado de bolsas de estudo, elevadas e desnecessárias despesas de hospedagem e locomoção com professores de outras cidades seriam as principais razões. Se as finanças da faculdade vêm se deteriorando vertiginosamente como comenta a opinião pública, a população precisa saber, não só porque se trata de uma autarquia municipal, mas também porque dela a cidade depende. No entanto, nossa imprensa se limita a repassar sumárias e esquivas informações oficiais. Num dos jornais, o assunto foi veiculado por uma minúscula nota em espaço secundário, de forma até constrangedora. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Por que não se discute a (verdadeira) situação da FAI? Em recente problema ocorrido num concurso, que gerou sérias críticas a dirigentes da instituição, uma assessora afirmou que medidas foram tomadas e estavam disponíveis no site. Segundo ela, não cabia à FAI levar tais informações aos jornais. Se as pessoas públicas não prestam contas àqueles que as elegeram, cabe a imprensa desempenhar tal função. Pelo menos é assim que funciona em todas as sociedades do mundo desenvolvido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; Em Adamantina insinuam-se casos de nepotismo, corporativismo e perseguição, assim como não faltam críticas em relação a pretenso descumprimento de jornada de trabalho por parte de médicos nos postos de saúde. A omissão da imprensa colabora para que tais histórias se legitimem, num município em que há seis anos, quem agora está no poder, ganhou a preferência da população defendendo a transparência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Por que a imprensa não diz, por exemplo, que estando em recuperação, o chefe do executivo despachou em casa durante várias semanas? Por que não se questiona a razão da vice-prefeita não ter espaço na Administração? (continuamos com a antiga prática da perseguição política?) Por que a população não foi informada de que o “deputado estadual da região”, que Adamantina ajudou a eleger com amplo apoio do professorado, votou contra o aumento salarial a todos os professores?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A população adamantinense não sabe o que ocorre por trás dessa cortina de silêncio. Não entende a situação da FAI, as intrigas do poder municipal, as desavenças entre vereadores, que tantas vezes usam a tribuna não para discutir projetos, mas para disputas pessoais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Raras vezes os jornais assumem uma posição. Quando há algum lampejo questionador, é mais uma manifestação pessoal de quem se sente prejudicado pela Administração do que uma legítima análise em favor do bom andamento das coisas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Não é de hoje que é assim. A pomposa verba de publicação de atos oficiais do Executivo dita as regras na informação em Adamantina, o que nos leva a acreditar que Millôr Fernandes tenha razão ao dizer que “o dinheiro fala e também manda calar a boca”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2637575582096240764?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2637575582096240764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2637575582096240764&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2637575582096240764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2637575582096240764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2010/01/por-tras-das-cortinas.html' title='Por trás das cortinas'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-4335629186120259965</id><published>2009-11-15T16:06:00.000-08:00</published><updated>2009-11-15T16:07:50.315-08:00</updated><title type='text'>Os “malditos” e os vassalos</title><content type='html'>&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;    Lucidez analítica e coragem argumentativa não são qualidades que geralmente possam ser atribuídas àqueles que têm se posto na imprensa como observadores do poder. Com exceção de meia dúzia de “malditos” (como são conhecidos os que de fato se expõem na mídia local), raramente lemos ou ouvimos algo que mereça reflexão. Às vezes até mesmo os editoriais chegam a lembrar a clássica redação do aluno da primeira carteira elogiando a professora, tamanha a falta de profundidade das “análises”, a eloquência das palavras e a subserviência em relação a quem manda. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;text-indent: 14.2pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Nas conversas informais não são poucos os que têm solução para os problemas da cidade e os que apontam erros dos antigos e dos atuais administradores, mas poucos são os que se propõem a ir à imprensa discutir com a comunidade. É que a exposição é um ato de coragem, um ônus que poucos se dispõem a pagar. Numa pequena cidade um texto mais incisivo, que mexa com interesses ou critique atitudes, pode gerar históricas rivalidades.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;text-indent: 14.2pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Alguns articulistas escrevem mil trivialidades, enchem os jornais de palavras que jamais serão lidas, em “análises” que se confundem com a própria propaganda oficial. Outros passam o que seriam suas ideias em trocadilhos impossíveis de entender e por meio de gracejos, sem dizer coisa com coisa, menosprezando a inteligência do leitor (e as regras de bom gosto). Na rádio, muitas vezes os entrevistadores usam seus convidados como mera “escada” para dizer o que eles, entrevistadores, desejam, de acordo com o momento que vivem com o poder municipal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;text-indent: 14.2pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Nesse ambiente pouco animador, repleto de opiniões servis, as manifestações do ex-vereador Hélio Malheiros (DEM) e a participação do professor Mauro Cardin (PR) em recente audiência do orçamento participativo ganham destaque. Cardin ressaltou a postura de representantes da administração municipal nas reuniões com a população, que ele entende estar no plenário apenas como mera espectadora de “sessões de autoelogio”. O filiado do PR chegou a insinuar que a coordenação de tais encontros sequer cumpre o protocolo de bons modos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;text-indent: 14.2pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Helio Malheiros, em reportagem ao JC, sugeriu a criação de uma ouvidoria na Prefeitura para que “houvesse maior interatividade entre a administração e a população”. A comunidade não se sente presente na Prefeitura. A pífia presença dos cidadãos nas sessões da Câmara, nos conselhos e nas reuniões abertas não mostra outra coisa. Na FAI a situação não é diferente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;text-indent: 14.2pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Bem sabemos que a crítica causa mal-estar, mas ela é necessária, também porque temos atualmente na cidade uma oposição dispersa, enfraquecida, que sequer tem conseguido resolver suas mazelas. E o que pode haver de mais inconveniente do que um governo que se coloca como absoluto? O que pode haver de pior do que editoriais que colocam a cidade como um Éden cravado na Alta Paulista quando a realidade mostra que isso está longe de ser verdade?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;text-indent: 14.2pt; "&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Quem ocupa o poder público não pode estar alheio às “vozes da rua”. Como afirma Foucault, as ideias são tão pragmáticas quanto às ações, porque são elas que levam à ação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-4335629186120259965?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/4335629186120259965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=4335629186120259965&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4335629186120259965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4335629186120259965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/11/os-malditos-e-os-vassalos.html' title='Os “malditos” e os vassalos'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-6668071074908226521</id><published>2009-09-26T16:49:00.000-07:00</published><updated>2009-09-26T16:54:03.149-07:00</updated><title type='text'>Madame Lulu</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta semana esteve em Adamantina uma cartomante (muito parecida com Luciana Gimenez) cujas previsões políticas lhe renderam o título de maior autoridade brasileira no assunto. Diante de tais atributos (principalmente do primeiro), resolvi procurar a moça para saber as respostas sobre algumas coisas estranhas que andam acontecendo na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando à elegante residência onde ela estava hospedada, precisei apertar a campainha várias vezes. Depois que o portão eletrônico abriu, apareceu um sujeito afeminado que foi logo perguntando: “Você tem hora marcada com madame Lulu?” Como me mostrei desentendido, ele disse: “É isso mesmo moço, se não tem, cai fora!” Mas uma voz aveludada veio da casa: “Dézinho, deixe o cronista entrar!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constrangido, acompanhei o “delicado” rapaz até a sala da famosa vidente. Madame Lulu pediu-me que não me importasse com Dézinho, pois ele estava perturbado com o caso do papagaio. Ela explicou: “Para ficar livre do papagaio do vizinho, que só vivia falando palavrão, Dézinho trancou o bicho no freezer durante três dias”. Quando perguntei se o loro tinha virado picolé, ela respondeu: “Não, quando abrimos o freezer, ele começou a gritar: “Viva a Caiuá!, viva a Caiuá!” Como se vê, a mulher nem bem chegou e já sabe direitinho a piada que rola na cidade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quebrado o gelo, Luciana Gimenez, digo, a bela cartomante, pediu que eu cortasse um baralho colorido, escolheu uma carta e disparou: “Eles deveriam saber que no dia da árvore precisariam plantar pés de arruda, comigo-ninguém-pode, espada de São Jorge e outras do gênero, e não patas-de-vaca!” E, apontando uma foto dos plantadores de pata-de-vaca completou: “Do jeito que os oposicionistas populistas estão mandando maus fluidos para essa gente, a escolha dessa espécie foi infeliz...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto dizia, Lulu mostrava a foto do Diário do Oeste de terça-feira em que um alcaide, cercado de afetuosos auxiliares, enterrava uma muda. A vidente suspirou, buscou ajuda nos astros e previu: “Com esses olhares ternos das pessoas em volta, logo logo essas mudas virarão duas enormes árvores!” Disse isso visivelmente emocionada (Madame confessou-me depois, quando já estávamos íntimos, que uma das coisas que mais a emocionam é o jeitinho angelical das pessoas quando querem agradar. Ela me olhou profundamente e perguntou: “Você já imaginou como tudo seria diferente se essa também fosse a expressão desta gente ao lidar com os munícipes e com os subordinados?!...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebendo a sabedoria de Lulu, perguntei sobre a candidatura de Cleusa da Pastoral em 2012. Depois de mexer o baralho, Lulu retirou uma carta e sentenciou: “Nem mesmo o depoimento do homem sem cinta, de camisa vermelha e que gosta de falar sobre jacarés vai impedir que a valente petista seja eleita prefeita em 2012”. Sabendo que algumas pessoas não iriam gostar da previsão, a bela desafiou: “Por que os políticos que não concordam com a candidatura da vereadora não fazem uma pesquisa de opinião com o nome dela para prefeita?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entusiasmado com as previsões de madame Lulu, comecei a imaginar a cara daqueles que andam dizendo que sou “vidente” no dia em que for realizada a pesquisa de opinião, proposta pela cartomante. Nisso a sensual voz de Lu me despertou de mais esse devaneio: “Você prefere Black Label com tônica ou com soda?” O que aconteceu em seguida eu conto depois... Fui.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-6668071074908226521?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/6668071074908226521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=6668071074908226521&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6668071074908226521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6668071074908226521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/09/madame-lulu.html' title='Madame Lulu'/><author><name>Londrina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04638541112146398829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2266509998160051266</id><published>2009-09-24T17:53:00.000-07:00</published><updated>2009-09-24T19:12:51.373-07:00</updated><title type='text'>Artigos e discriminação em Adamantina</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;A intensa liberalidade do mundo atual cria a falsa impressão de que os direitos individuais estão garantidos e que qualquer manifestação contrária não ganhará meia dúzia de adeptos. Mas a vigilância sobre o comportamento social se mantém como prática institucionalizada; a defesa do toque de recolher e a proibição de fumantes nos estabelecimentos comprovam a tese.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Em recente artigo um líder religioso escreveu no jornal Diário do Oeste: “O movimento homossexual continua a impulsionar suas ações, confirmando tragicamente a descida cada vez mais intensa para dentro da espiral mortal [...] A Suprema Corte de Iowa anulou a proibição do casamento gay em abril de 2009. É degradante! É o fim de uma civilização exemplar e decente.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;As palavras do religioso lembram os discursos de regimes totalitários, que defendiam uma concepção de sociedade perfeita e de homens perfeitos. Para esse gênero de discurso, qualquer comportamento contrário seria degradante. Anula-se o indivíduo e padroniza-se o pensamento. Se trocar homossexual por judeu, o artigo de Adamantina muito se assemelha à propaganda nazista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;A presente questão não deve centrar-se apenas no debate da homossexualidade, e sim no direito do indivíduo de escolher, por meio da própria racionalidade, o que entende ser melhor para sua vida. &lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;O religioso usa a liberdade de expressão para negar a liberdade sexual, ato íntimo e que diz respeito apenas à vida privada. Classificar como trágico e degradante o movimento homossexual é uma opinião que deve ser reservada a si mesmo, e não imposta a todos os adamantinenses que buscam um jornalismo tolerante e pluralista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Daniele Hervieu-Léger, socióloga francesa, escreveu recentemente que “uma instituição religiosa não pode prescrever aos fiéis práticas e comportamentos que os conduziriam à contravenção das leis”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt; A figura do líder religioso tem um grande poder mobilizador, ainda mais em cidades interioranas. Suas palavras, muitas vezes, valem mais do que as das autoridades e dos familiares. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Por isso deve haver ponderação em certos assuntos, principalmente os que levam a práticas discriminatórias. O &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;bullying&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt; nas escolas, as perseguições, os espancamentos contra homossexuais, são fatos reais que mostram o quanto essa questão deve ser debatida; o quanto esse tipo de preconceito deve ser desestimulado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;     Brüno, mais recente filme do comediante Sacha Baron Cohen, ganhador do Globo de Ouro, satiriza o mundo fashion e a percepção da homossexualidade em certos grupos. Numa das cenas mais hilárias, o protagonista se encontra com um pastor que promete fazê-lo heterossexual. Quem assiste ao filme ouve com espanto os conselhos do clérigo americano. Mas as risadas constrangidas da plateia mostram que as absurdas ideias do filme podem estar mais próximas do que se imagina. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2266509998160051266?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2266509998160051266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2266509998160051266&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2266509998160051266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2266509998160051266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/09/artigos-e-descriminacao-em-adamantina.html' title='Artigos e discriminação em Adamantina'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-1681272994421301185</id><published>2009-09-20T05:50:00.000-07:00</published><updated>2009-09-20T17:04:52.536-07:00</updated><title type='text'>Adamantina, 2057</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman'; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Sete anos depois do famoso discurso da inauguração do Bloco de Letras Aripuanã, o ex-prefeito e ex-diretor da FAI Professor Doutor Bruno Pinto Soares tem um novo e importante desafio pela frente: foi escolhido pelos colegas imortais da Academia Adamantinense de Letras para conduzir as cerimônias de desterro das propostas do I Fórum de Desenvolvimento de Adamantina, ocorrido em 2007.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Apesar da imensa expectativa na Praça Élio Micheloni, o historiador está sereno. Nem mesmo a longa oração feita minutos atrás por um octogenário ex-vereador famoso por cansativas rezas em cadeia de rádio consegue tirar a concentração do intelectual. E é assim, calmo como um padre franciscano, que Doutor Bruno dá o sinal para que os trabalhos de desterro se iniciem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Após cavarem o duro chão da praça, seus discípulos encontram a resistente caixinha onde foram guardadas as tais propostas de 50 anos atrás. O octogenário ex-edil propõe nova oração antes da abertura da urna, mas o mestre de cerimônias faz ouvidos moucos e ordena a abertura do recipiente. Aí o bicho pegou pra valer. Explico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Dentro da caixa, em vez das esperadas propostas de 2007, são encontradas várias carcaças de sapos com a boca costurada. E dentro dessas bocas, o nome de políticos que comandaram a cidade no início do século. O pânico se instala. Algumas pessoas saem em debandada, inclusive o octogenário ex-vereador petista, com sua surrada bíblia debaixo do braço. Mas Doutor Bruno, senhor da situação, dá inicio a mais um memorável e esclarecedor discurso:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;“Senhores, acalmem-se, por favor! Saibam que há uma explicação para esses sapos: isso ocorreu porque velhos políticos que se intitulavam oposicionistas (mas que na verdade não passavam de populistas), numa de suas costumeiras trapalhadas trocaram o recipiente das propostas elaboradas no I (e único) Fórum de Desenvolvimento de Adamantina por uma caixa contendo um despacho de macumba encomendado ao saudoso Pai Chico.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Depois de uma pequena pausa, o historiador puxa o fôlego e retoma seu discurso, ainda para falar sobre a oposição que existiu na cidade entre 2005 e 2012.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;“Se alguém foi de fato oposição naquela época, esse alguém se chamou vereadora Cleuza da Pastoral. Ao contrário dos intelectuais e dos trapalhões populistas que pareciam usar os óculos verdes dos jumentos nordestinos (truque usado para fazer os animais acharem que folhas secas eram verdes), a brava petista sempre enxergava tudo o que ocorria na cidade, tanto é que acabou se elegendo prefeita em 2012.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Continuando seu antológico discurso, Doutor Bruno recorda como nasceu o Rio Ganges de Adamantina: “Em 2012, alguns oposicionistas populistas, ao notarem que não tinham candidato para prefeito, sofreram sérios danos de saúde. Por conta disso, em 2013, a prefeita Cleuza mandou fazer uma lagoa no córrego Tocantins, na altura do Parque dos Pioneiros, e assim criou o Ganges adamantinense. Era bonito ver o ritual purificador de almas que os oposicionistas populistas faziam naquelas águas!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;“Bonito era, mas infelizmente de nada valeu, porque a oposição populista não prosperou. Há historiadores que afirmam que o fiasco se deu por falta de lideranças no grupo, mas a verdade parece estar com os estudiosos que afirmam que a oposição daquela época deu com os burros n’água, digo, não deu certo, porque um militante não suportava o outro.” E calorosos aplausos festejam a lucidez do orador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;“Obrigado, meus amigos, e tenhamos esses sapos apenas como um legado à posteridade da atrapalhada militância oposicionista adamantinense do começo do século!” Mais uma vez acalorados aplausos de uma plateia agora já completamente tranquila e conhecedora dos fatos históricos. “É verdade, depois que o chefe-mor dos oposicionistas populistas saiu do poder, eles perderam totalmente o rumo”, concordou um dos velhinhos que descansavam na generosa sombra da estátua da prefeita de 2013-2016.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-1681272994421301185?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/1681272994421301185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=1681272994421301185&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1681272994421301185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1681272994421301185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/09/adamantina-2057.html' title='Adamantina, 2057'/><author><name>Londrina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04638541112146398829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-4749122479320536596</id><published>2009-09-15T20:14:00.000-07:00</published><updated>2009-09-15T20:18:02.580-07:00</updated><title type='text'>Apenas um alerta</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A manchete desta edição, “Aumento de portas para alugar assusta adamantinenses”, coloca na pauta o setor imobiliário, principalmente quanto a alugueis e compra e venda de construções residenciais e comerciais na cidade. Trata-se de simples constatação por meio de uma pesquisa cuidadosa, na qual foram percorridas todas as ruas cidade. O objetivo é o de alertar para um quadro que tem sido objeto de preocupação, principalmente entre aqueles que acreditam e investem em Adamantina. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Antes de tudo, não se pode falar em tendência na medida que os índices estão na faixa das oscilações sazonais, ou seja, das variações de mercado, principalmente levando em conta a crise mundial da economia. Adamantina não está isenta, como qualquer outra cidade de seu porte, dos reflexos da crise. Porém, o quadro deve servir de alerta para que isso não venha se transformar numa tendência de mercado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Cabe ao executivo, legislativo e entidades de classe (ACEA, Sincomercio etc) avaliar, com frieza racional, a situação e tomar as providências necessárias. Neste sentido, destaca-se a missão do Conselho de Desenvolvimento da Cidade, designado pelo Executivo para implementar políticas de desenvolvimento socioeconômico adequadas aos anseios dos munícipes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Portanto, o objetivo da reportagem é o de estimular respostas acertadas aos desafios que o presente impõe a todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Editorial - Jornal da Cidade - 14/09/2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-4749122479320536596?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/4749122479320536596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=4749122479320536596&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4749122479320536596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4749122479320536596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/09/apenas-um-alerta.html' title='Apenas um alerta'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-6778209330076785851</id><published>2009-09-12T08:08:00.000-07:00</published><updated>2009-09-12T08:13:21.687-07:00</updated><title type='text'>Adamantina, 2050</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estamos em 2050. O diretor da FAI, Professor Doutor Bruno Pinto Soares, se prepara para descerrar a placa de inauguração do Bloco de Letras Aripuanã, cujas alas vão receber os nomes de três ilustres educadores adamantinenses: Alfredo Peixoto, Mauro Cardin e Luiz Carlos Galvão. O mestre de cerimônias passa a palavra para o historiador. Emocionado, Bruno Soares, que, a despeito das polêmicas religiosas da juventude, agora é chefe da Pastoral de Comunicação da igreja local, dá início a seu histórico discurso:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Senhores, antes de qualquer coisa, quero dizer que o nome Aripuanã, com o qual batizamos o novo bloco, tem um especial significado para mim, pois, foi em Rondônia, na Reserva Indígena Aripuanã, que os dois primeiros homenageados encerraram suas brilhantes carreiras acadêmicas. Mas voltemos um pouco no tempo para que todos conheçam a história desses dois mártires da educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Corria o ano de 2012 quando Mauro Cardin e Alfredo Peixoto, desanimados com o resultado das eleições municipais, adquiriram suas motos Harley Davidson, modelo chopper, e caíram na estrada rumo a um projeto pedagógico na Amazônia. O objetivo era ensinar português aos filhos dos cupuaçuzeiros que habitavam as florestas daquela região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Diante da distância e dos riscos da viagem, os dois gastaram várias semanas nos preparativos. Depois que ficaram prontas suas vestes de couro, que muito lembravam as de Peter Fonda e Dennis Hopper no lendário filme ‘Sem Destino’, ambos partiram para aquelas que seriam suas últimas aulas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enxugando os olhos, o grande orador e inesquecível ex-prefeito Bruno Soares (gestões 2017-2020 e 2021-2024) se recorda da ciumeira que teve de enfrentar por ocasião do lançamento de sua candidatura em 2016 e explica à plateia que, já em 2009, sua vitória eleitoral houvera sido profetizada pelos dois homenageados. E, com a voz embargada, continua: “Lamentavelmente, meus amigos, ao chegarem à Reserva Aripuanã, em Rondônia, nossos heróis foram capturados por ferozes índios cintalargas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Levados à aldeia, ambos foram submetidos a um cruel julgamento pelos pajés da tribo que, assustados com o símbolo de bandeira pirata da jaqueta do professor Alfredo, composto de caveira e ossos cruzados, tiveram a visão de que os educadores adamantinenses seriam a reencarnação de antigos inimigos antropófagos. Os nativos decidiram então resolver a questão ao modo tradicional, ou seja, na base da borbuna (porrete usado para matar garimpeiros) .”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Essa homenagem é mais do que justa”, observam alguns alunos. “Por que será que esses dois nunca tiveram uma chance?”, perguntam-se uns poucos professores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após tomar um gole d’água, Doutor Bruno retoma seu discurso, agora para exaltar o mérito do terceiro homenageado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E saibam, meus amigos, que o professor Galvão, apesar de pequenas diferenças no modo de agir, também foi injustiçado. A começar pela perda da direção do partido político que mais amou. Isso aconteceu bem na época em que o grande professor e emérito político lutava por grandes projetos culturais, como a aquisição de livros em hebraico, japonês, latim, coreano e javanês para a biblioteca municipal. Outra coisa, vocês sabiam que a Academia Adamantinense de Letras também foi ideia desse inesquecível educador?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pois é, infelizmente, o destino também aprontou com o professor Galvão, que nunca imaginou que ser o primeiro presidente de uma academia de letras como a nossa era um enorme risco para a saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Agora que todos conhecem a história de nossos homenageados, declaro inaugurado o Bloco de Letras Aripuanã e suas alas Alfredo Peixoto, Mauro Cardin e Luiz Carlos Galvão. Obrigado a todos!” A seguir, Doutor Bruno faz demoradas reverências diante das imagens de santo do recinto e manda benzer as dependências. “O tempo é o senhor da razão!”, murmura o velho padre encarregado da tarefa. “O que disse, Padre?”, indaga o erudito. “Nada, nada...”, responde o quase centenário pároco local já iniciando sua sacra missão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-6778209330076785851?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/6778209330076785851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=6778209330076785851&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6778209330076785851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6778209330076785851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/09/adamantina-2050.html' title='Adamantina, 2050'/><author><name>Londrina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04638541112146398829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-6138724536092715464</id><published>2009-09-09T16:17:00.000-07:00</published><updated>2009-09-09T16:20:30.444-07:00</updated><title type='text'>Uma vergonha...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Quem é que nunca reclamou das constantes quedas de energia em Adamantina. Como diz um leitor: “é só cachorro pensar em urinar no pé do poste que já cai a energia da cidade inteira”. O cidadão que paga corretamente por utilizar os serviços da Caiuá quer ser bem atendido. Imagine se você ficar sem pagar energia elétrica? A Empresa, após os trâmites burocráticos, com certeza, mandar-lhe-á um aviso de corte no fornecimento de energia elétrica. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Tahoma;font-size:13px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Quem paga o prejuízo ao cidadão que teve perdas com a interrupção de energia elétrica? E quando há sobrecarga de energia, com queima de equipamentos eletrônicos, além de outros prejuízos? Se o cidadão não tem seguro residencial ou comercial, só será ressarcido no pólo judicial. A questão é sempre a mesma: nem mesmo chove, apenas um início de mudança de tempo já é suficiente para provocar interrupção no fornecimento de energia. Como exemplo, ontem, 07, por volta das 21 horas, houve uma queda abrupta, seguida de retorno da energia. Quantos não estavam trabalhando e foram surpreendidos com perda de textos ou coisa do gênero, além de outros prejuízos? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A Caiuá está em Adamantina desde final dos anos 40. Mas a impressão que se tem é a de que a sua tecnologia é quase a mesma daquele tempo. O pior de tudo é que, como tudo sugere, a Administração Pública e a Câmara quase nada tem feito para exigir da empresa respeito ao consumidor adamantinense. Salvo engano, a situação, quase sempre, acaba sendo relegada a plano secundário. Caso tivessem se empenhado à altura do problema, certamente, a situação seria outra. E, mesmo que tive tido ações para tentar superar este tipo de problema, pelas evidências do presente, foram pífias e ineficazes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;São situações desta natureza que acabam reforçando o sentimento, na população, de que o poder público, além de oneroso, está longe de atender o básico da condição cidadã dela. O que acontece em nossa cidade, relação aos serviços de fornecimento de energia, é uma vergonha que afronta a condição cidadã do adamantinense.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'times new roman';font-size:180%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'times new roman';font-size:180%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times; font-size: 16px; font-weight: bold; "&gt;Editorial - Jornal da Cidade - 08/09/2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-6138724536092715464?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/6138724536092715464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=6138724536092715464&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6138724536092715464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6138724536092715464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/09/uma-vergonha.html' title='Uma vergonha...'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8487165021834411641</id><published>2009-09-06T11:59:00.000-07:00</published><updated>2009-09-06T12:02:27.065-07:00</updated><title type='text'>Manifesto de um cronista</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começo meu manifesto parafraseando La Fontaine. “Críticos e políticos, principalmente os últimos, só dão atenção àquilo que querem ouvir e só acreditam na desgraça quando veem a cara que ela tem”. Mas não pensem os detentores do poder que uso tais palavras para provocá-los. Acontece que as questões a seguir podem ser debatidas por todos, no entanto só os políticos podem resolvê-las. Então é a eles que questionamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Quando será que os políticos adamantinenses vão entender que é preciso dar algum tipo de incentivo aos empresários que acreditam que a educação pode trazer mudanças positivas para a sociedade e, consequentemente, liberam seus empregados em horário de expediente para as atividades universitárias exigidas pelos cursos da FAI?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Quando será que os políticos adamantinenses darão destinação correta ao terreno existente ao lado da Camda, fruto de uma luta de vários anos do saudoso Dr. Cândido Jorge de Lima, deste humilde cronista e do petista João Grandão? Será que no local não daria para construir uma dessas creches modelo que o governo Lula anda distribuindo aos montes, uma vez que a EMEI da Cecap foi edificada ao lado do cemitério, portanto em lugar inadequado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Quando será que os políticos adamantinenses vão entender a necessidade de contratação de enfermeiras para as creches, para ministrar medicamentos e prestar os primeiros socorros às crianças em caso de acidente? Aliás, em agosto de 2008 fizemos essa proposta à Prefeitura e, para resguardar o direito das educadoras das EMEI’s, encaminhamos cópia à Câmara e ao Ministério Público. Se tais justificativas não bastam, que tal lembrarmos a gripe suína?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Quando será que os políticos adamantinenses vão perceber que muitas leis municipais precisam ser revistas, pois da forma que estão atrapalham o desenvolvimento do município? Um exemplo é a lei sobre doação de terrenos (áreas comerciais ou industriais), que impede os empresários de fazer financiamentos com o menor juro dos últimos 40 anos. Detalhe, o professor Rogério Buchala está buscando legislação de outras cidades para adequá-la a Adamantina. Essa tarefa não seria de nossos políticos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Quando será que os políticos adamantinenses vão criar coragem para desviar da cidade os caminhões de cargas fétidas que transitam por nossas principais ruas e avenidas? Em tempo: qual será o motivo que impede a Prefeitura de pôr em prática a alternativa (ao anel viário oficial) que meses atrás apresentamos para resolver essa lamentável situação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Quando será que os políticos adamantinenses vão notar que a grande quantidade de imóveis com placas de vende-se ou aluga-se pode ser sinal de que alguma coisa muito ruim está para acontecer na cidade? Seria isso reflexo do aumento desenfreado de loteamentos no município? Ou seriam os primeiros sintomas de que é chegada a hora de dar mais dinamismo à nossa faculdade?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Encerrado o questionamento, agora faço um agradecimento e um apelo. O agradecimento é aos cidadãos que debatem e dão sustentação às minhas humildes considerações, especialmente os radialistas, que não têm medido esforços para propagar o que tenho escrito pelas ondas do rádio. O apelo é para que as forças políticas da cidade entendam que sou apenas um adamantinense que vê maior risco nas pedras menores, já que as maiores podem ser percebidas mais facilmente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8487165021834411641?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8487165021834411641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8487165021834411641&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8487165021834411641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8487165021834411641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/09/manifesto-de-um-cronista.html' title='Manifesto de um cronista'/><author><name>Londrina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04638541112146398829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8137028730600444342</id><published>2009-09-03T17:29:00.000-07:00</published><updated>2009-09-03T17:31:51.944-07:00</updated><title type='text'>O que pensa o cidadão adamantinense?</title><content type='html'>&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:6.0pt;margin-bottom:0cm;margin-left:6.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Na última semana, após esperarem bem mais de 30 minutos na fila do banco, a insatisfação das pessoas era visível. Havia apenas um caixa. Não são muitos os cidadãos que sabem que no município, desde 2005, há uma lei regulamentando o tempo de espera nas filas. Mas o que pensa o cidadão adamantinense ao ver que, na prática, seus direitos não são respeitados?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:6.0pt;margin-bottom:0cm;margin-left:6.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A administração pública convoca os munícipes para participar de conselhos, reuniões sobre trânsito, sessões da Câmara, etc, mas o baixo comparecimento mostra a pouca importância que a população dá a esses encontros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:6.0pt;margin-bottom:0cm;margin-left:6.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Por que a pessoa deixaria trabalho, família e lazer para participar de algo que não vê funcionar? Por que estar presente, se nos assuntos corriqueiros que lhe dizem respeito a atuação do poder público sequer é percebida?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:6.0pt;margin-bottom:0cm;margin-left:6.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O que pensa o cidadão adamantinense ao esperar tanto tempo numa fila? Ao passar por calçadas mal arrumadas pela concessionária de água e esgoto e saber que assim vão ficar? O que pensa ao saber que a lei que restringe a entrada de menores de 16 anos em certos locais muitas vezes não é cumprida? Que mesas tomam as calçadas mesmo sendo proibidas? Que filhos da classe média consomem drogas nas festas, mas os jornais só noticiam as apreensões feitas na periferia? O que pensa ao ouvir que seus representantes processam ou intimidam quem critica seu trabalho? O que pensa aquele que acorda de madrugada para ficar na fila do posto de saúde e muitas vezes é mal atendido no pronto-socorro? E ao ver a festa popular da cidade ser cancelada, enquanto Tupi Paulista, Junqueirópolis, Presidente Venceslau, Presidente Prudente e Barretos mantêm suas programações?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:6.0pt;margin-bottom:0cm;margin-left:6.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Muito se discute sobre a participação popular nos rumos de Adamantina, mas como trazer a população para as grandes discussões, se nas pequenas coisas ela não se sente representada? Assuntos como desenvolvimento da região, hospital regional e qualquer outro tema importante perdem a força sem a atenção do público.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:6.0pt;margin-bottom:0cm;margin-left:6.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Em Nova York, na década de 1980, uma das políticas para revitalizar a cidade era fazer o poder público presente. Nenhuma vidraça quebrada, nenhum prédio deteriorado, nenhum crime sem punição. A mudança de postura da população foi visível. Deu certo principalmente porque a comunidade se sentiu representada e aderiu à proposta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:6.0pt;margin-bottom:0cm;margin-left:6.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Não se espera que o cidadão adamantinense pense em política depois de esperar em pé quase uma hora para pagar suas contas e de saber que muitas vezes as leis são letras mortas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8137028730600444342?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8137028730600444342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8137028730600444342&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8137028730600444342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8137028730600444342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/09/o-que-pensa-o-cidadao-adamantinense.html' title='O que pensa o cidadão adamantinense?'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2766063513603888423</id><published>2009-09-01T17:51:00.000-07:00</published><updated>2009-09-01T17:56:23.949-07:00</updated><title type='text'>Pensando no exemplo de Botucatu</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A proposta de renovação de contrato formulada pela Sabesp à prefeitura de Botucatu é emblemática. Cidade que, em 1974, era de 30 mil habitantes, com 10 mil ligações de água, hoje tem 110 mil habitantes, com cerca de 43 mil ligações. Claro, esse ritmo de crescimento é um dos responsáveis pelo interesse da Sabesp em Botucatu. Porém, isso não basta. Sabesp sabe da importância de Botucatu no cenário regional, principalmente no campo do ensino e da pesquisa, que vem sendo muito bem desempenhado pela Unesp, que já colocou a sua faculdade de agronomia e de medicina entre as melhores do país.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Diante disso, a direção da estatal (Sabesp) ofereceu 110 milhões de reais (equivalente a 1 milhão de reais para cada mil habitantes), além de outras vantagens para comunidade, como moeda de troca pela renovação do contrato para um período de 30 anos, com previsão de revisão a cada quatro anos. Por que isso? Algo deva ter despertado o seu interesse. Esse algo tem a ver com a expectativa de retorno que a referida renovação oferece. Questão de cálculo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O mesmo se deve esperar em relação a Adamantina, que também indica ser uma cidade de aspiração regional. E nisso, Adamantina, espera-se, deve levar vantagem em relação a Dracena. Aqui tem Sabesp, lá não. Aqui tem FAI, lá não. Adamantina é a 3ª colocada da região de Prudente em volume de exportação, sendo superada apenas por Presidente Prudente e Presidente Venceslau. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Assim, seguindo o raciocínio aplicado pela estatal (Sabesp) a Botucatu, espera-se que, no mínimo, com uma população de 34 mil habitantes, que a renovação aquinhoa a comunidade adamantinense com no mínimo, 34 milhões de reais, além de outras vantagens. Porém, isto só vai acontecer se houver maior contundência do Executivo e do Legislativo nas negociações com a Sabesp. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Se ficar como anda a carruagem, Adamantina deverá assistir uma das maiores perdas de oportunidade de virar o jogo regional. Hoje, apesar de tudo, o jogo ainda favorável. Depois de assinado, só restam as lamentações de eventuais equívocos e omissões cometidos no processo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Editorial - Jornal da Cidade - 31/08/2009&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2766063513603888423?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2766063513603888423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2766063513603888423&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2766063513603888423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2766063513603888423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/09/pensando-no-exemplo-de-botucatu.html' title='Pensando no exemplo de Botucatu'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-5276094473076839473</id><published>2009-08-25T17:11:00.000-07:00</published><updated>2009-08-25T17:18:02.441-07:00</updated><title type='text'>Expectativa de uma grande avenida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A estrada intermunicipal, que liga Adamantina a Lucélia, não tem recebido tratamento adequado. Trata-se de uma vicinal que une duas cidades, que dista uma da outra não mais que cinco km. A população das duas cidades é de quase 60 mil habitantes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Desde a sua pavimentação, no final dos anos setenta, nenhuma melhoria expressiva realizada. Quase sempre, aplicam-se precários serviços de tapa-buracos e de lama asfáltica, que apenas acabam remediando os problemas. Atualmente há trechos precaríssimos, com muitas crateras. Além disso, o acostamento, de ambos os lados, está tomado de buracos e capinzal, que torna ainda mais precária a segurança do tráfego.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Observe-se que é uma pista muito movimentada. Por ela, trafegam carros, caminhões, motocicletas, bicicletas, carroças e pedestres. Ressalte-se, também, que a vicinal é um trecho curto, se comparada com outras da região. Porém, apesar disso, tem sido muito mal-cuidada. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Sabe-se que a partir de janeiro próximo, o governo do Estado estará investindo na recuperação de vicinais da região de Adamantina, totalizando de 20,8 km previstos, num investimento de R$ 7,8 milhões. Espera-se, portanto, que a vicinal Adamantina-Lucélia receba o tratamento merecido. Ela tem tudo para se tornar uma avenida, com mão dupla, bem sinalizada, e com uma iluminação adequada em toda sua extensão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Um dos maiores beneficiados desta conquista seria o comércio de Adamantina. Porém, isso só será possível se houver um trabalho político a altura da expectativa. É o que espera a população.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;EDITORIAL - Jornal da Cidade - 24/08/2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-5276094473076839473?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/5276094473076839473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=5276094473076839473&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5276094473076839473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5276094473076839473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/08/expectativa-de-uma-grande-avenida.html' title='Expectativa de uma grande avenida'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2459705459476250695</id><published>2009-08-24T14:18:00.000-07:00</published><updated>2009-08-24T14:24:12.585-07:00</updated><title type='text'>Apenas três suspeitas... Será?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color: rgb(102, 102, 102);  font-size:13px;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;“O Brasil é um asilo de lunáticos onde os pacientes assumiram o controle”, Paulo Francis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;Na tarde de sexta-feira, 20, uma estudante de apenas 19 anos foi internada na UTI da Santa Casa de Adamantina com suspeita de Gripe A (H1N1).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;Este seria o terceiro caso suspeito na cidade: um homem de 57 anos estava internado, mas seu estado clínico melhorou e uma mulher de 36 anos faleceu na última semana. Duvido que estes sejam os únicos casos suspeitos em Adamantina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;A segunda suspeita, só foi noticiada após a primeira morte. Apesar da insistência da imprensa em obter informações e alertar à comunidade – ainda mais – sobre a doença. Mesmo assim, as autoridades locais “lavaram as mãos” e permitiram eventos públicos com grande aglomeração de adolescentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;Não podemos parar de viver, é obvio, no entanto, como dizia minha avó “caldo de galinha e precaução não fazem mal a ninguém”. Enquanto isso, autoridades de Osvaldo Cruz – mesmo equivocadas – divulgaram um ‘pseudo-caso-confirmado’ e alertaram a população. Dias após, identificaram um ruído de comunicação e corrigiram a informação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;Aqui, a ‘cortina de fumaça’ continua. No jogo de bastidores, a população é prejudicada pelo ‘medo’ de divulgar e pela presteza em ‘omitir’.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;Há algum tempo, atuava em um jornal de Adamantina quando noticiei o pior índice de mortalidade infantil da história da cidade, dados assustadores, semelhantes aos encontrados em países da África... Eram dados oficiais, porém, muitos ‘poderosos’ ficaram raivosos com a divulgação de tal informação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, senti na pele ou nas páginas, como preferir, o poder do controle da informação. Naquela época, buscava todos os dias da semana obter uma única informação, entretanto, apenas um jornal a conseguia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;Estava instaurado o novo sistema de direcionamento e manipulação. Antes, atuavam como censores nas redações, agrediam psicologicamente, agora, controlam a informação e a direcionam como querem e a quem preferem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;A informação saía das “salas brancas” direto para as páginas do ‘jornal escolhido’. Nenhum questionamento, nenhuma vírgula alterada, nada. Apenas o nome do autor era alterado (pra não dar na cara, é lógico!). E, apesar da “orientação expressa”, a assessoria de imprensa, muitas vezes, lia a matéria depois de publicada ou se curvava à grosseria do ‘poderosão’.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;Sei disso porque, durante este processo de controle de informação, trabalhei no ‘jornal escolhido’ e presenciei esta atrocidade. O jornal não tem culpa, afinal todo veículo de comunicação luta para ter exclusividade. A grande mídia até paga!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;Dito isso, somente um fato poderá sanar minhas dúvidas quanto ao número de casos suspeitos de Gripe A (H1N1) em Adamantina: analisar o registro de distribuição de medicamentos à base de Oseltamivir (Tamiflu). Caso contrário – com dos fatos citados acima – &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;duvido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;!!!!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Everton Santos - Jornalista&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Artigo publicado no Jornal da Cidade - 24/08/2009&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2459705459476250695?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2459705459476250695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2459705459476250695&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2459705459476250695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2459705459476250695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/08/apenas-tres-suspeitas-sera.html' title='Apenas três suspeitas... Será?'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-3809659030457550762</id><published>2009-08-22T08:28:00.000-07:00</published><updated>2009-08-22T08:33:49.891-07:00</updated><title type='text'>Uma receita e um resumo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  Depois de muito refletir sobre os incidentes envolvendo alguns políticos da cidade, cheguei à conclusão de que está na hora de lhes receitar um poderoso remédio: a milagrosa dieta do maracujá. Mas não pensem os leitores que estou de gozação com os queridos cidadãos, pois o que não desejo para mim não desejo para os outros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; No entanto, essa dieta milagrosa exige algum sacrifício. Feita a ressalva, vamos à receita: 1) O doente precisa acordar antes do sol nascer para, ainda em jejum, tomar o suco de sete maracujás sem açúcar e com as sementes trituradas. 2) No almoço deve comer sete pés de alface temperados com sete colheres de vinagre de maracujá. 3) No jantar repete-se o cardápio. Se tudo correr bem, na noite do sétimo dia de tratamento (que dura sete semanas) o doente pode comer sete colheres de mousse da mesma fruta e tomar uma colher de mel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Agora com a consciência mais tranquila por essa dica para relaxar os nervos do pessoal que tem visto motivo para briga em tudo, vejamos os fatos que marcaram a semana. Na segunda, por falta de energia elétrica, a sessão dos vereadores, realizada em parte sob a luz de um romântico farolete, transcorreu na mais perfeita harmonia. O lirismo da histórica noite só não foi maior porque alguém, depois de arrolar fortíssimos argumentos, se autoproclamou “presidente” de certa bancada parlamentar. Comenta-se que tenha sido essa bombástica declaração que queimou o transformador da Caiuá, o que é mera especulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mesmo sem o romantismo da sessão legislativa, dois outros fatos também são merecedores de registro: o depoimento de valorosos vereadores na delegacia de polícia sobre o famoso caso das telhas e a publicação, lado a lado, da réplica do “capitão” do Íbis e da tréplica do “presidente” do Cosmos, na polêmica discussão sobre o futuro de nosso saneamento básico. Pelo visto está aí mais uma queda de braço que não vai ter vencedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Enquanto isso, a popularidade da “presidente” do Palestra da Alta Paulista continua crescendo. Até abaixo-assinado pedindo sua volta à direção da equipe que liderou por mais de três anos vem sendo articulado por ex-comandadas. Quem não vem tendo a mesma sorte é o meiocampista do Íbis que já foi presidente da Câmara duas vezes. Apesar de ser muito habilidoso, no atual esquema tático da equipe o craque não tem vez. A bola continua sendo lançada da defesa para o ataque sem passar por ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Enfim, meus amigos, por esse resumo dá para notar que a semana não foi das piores e que encerro minha crônica sem falar do “Faz-me-rir”. É que o time dos partidos nanicos não gerou nenhuma novidade que mereça ser mencionada; aliás, o “Faz-me-rir” não vem acertando um lance, sai mal na foto (Ririri!...) e há muito tempo sequer consegue fazer a bola passar do meio de campo. Fui.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-3809659030457550762?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/3809659030457550762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=3809659030457550762&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/3809659030457550762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/3809659030457550762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/08/uma-receita-e-um-resumo.html' title='Uma receita e um resumo'/><author><name>Londrina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04638541112146398829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-1963519875799479085</id><published>2009-08-19T19:41:00.000-07:00</published><updated>2009-08-19T19:44:59.643-07:00</updated><title type='text'>Refém da Sabesp</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Por mais que faça, a Sabesp sempre vai ser devedora à população adamantinense, mesmo que troque toda a tubulação e integralize o sistema de tratamento de esgoto. Sabe-se que desde maio de 1977, a referida empresa vem explorando os serviços de água e esgoto do município.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Apesar da tarifação do esgoto em 80% do valor da água consumida, somente em 1998 é que a Sabesp resolveu construir a 1ª lagoa de tratamento no setor leste, no córrego Oriente, responsável por 38% da rede. Isso depois de muita pressão da Apromam e do Ministério Público, sob atuação da então promotora de justiça, Elika Kano, com intensa participação da mídia local. Na ocasião, disseram que em breve ocorreria a construção da 2ª lagoa, no setor oeste, que estaria integralizando o sistema de tratamento. Porém isso não aconteceu. A luta continuou e só por força de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), firmado com o Ministério Público, sob a condução do promotor de justiça, José Augusto de Barros Faro, é que a Sabesp resolveu construí-la. Há de se lembrar que o convênio venceu em setembro de 2007. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Há também de se destacar a dissimulada atuação da Administração Municipal. Desde 2005, quando assumiu o comando, pouca importância tem dado ao assunto. Tanto o é que somente, de última hora, em meados de 2007, resolveu designar uma comissão de trabalho com o fim de estudar o assunto. Porém, apesar dos esforços de membros, a impressão que ficou é a de que tudo foi feito para “inglês ver”. Cada vez mais, fica claro que a estratégia adotada pela Administração é a de fazer a renovação do contrato, com o menor desgaste político possível. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Hoje, às portas da renovação, simplesmente a população encontra-se refém da Sabesp. Certamente com o aval da Câmara, sem alternativa, vai ter que continuar a pagar tarifas superiores, em média 50% a mais, em relação, como exemplo, às de Garça e de Penápolis, que têm sido modelo no setor. Além disso, como está, a população vai ter que arcar com as conseqüências de um processo que, até agora, se mostrou favorável, de forma desproporcional, à Sabesp, sem nenhum ganho concreto para o interesse da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;EDITORIAL - Jornal da Cidade - 17/08/2009&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-1963519875799479085?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/1963519875799479085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=1963519875799479085&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1963519875799479085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1963519875799479085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/08/refem-da-sabesp.html' title='Refém da Sabesp'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-6084458773383853940</id><published>2009-08-14T12:57:00.000-07:00</published><updated>2009-08-14T18:46:11.689-07:00</updated><title type='text'>Ainda sobre política e futebol</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Quem disse que política e futebol formam uma mistura explosiva tem razão. As últimas desavenças na cidade comprovam a tese. A propósito, o “pequeno” incidente ocorrido na última sessão de vereadores e a carta aberta sobre saneamento básico do “capitão” da equipe que certos filósofos dizem parecer o Íbis Sport Club, fizeram alguns cartolas repensar as estratégias para o campeonato de 2012. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com os novos desacordos, agora os dirigentes do (quase ex-) Time dos Sonhos fazem de tudo para impedir que a equipe repita a desastrada história do Cosmos de Nova York. Explico.&lt;br /&gt;Na década de 70, apesar de ter os melhores jogadores do mundo, inclusive Pelé, o time norte-americano nunca ganhou nada importante. Sua curta existência se resumiu a alguns títulos no fraco campeonato ianque e a jogos “exibição”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas ainda é cedo para afirmar que o campeonato de 2012 vai ser decidido entre o Íbis Sport Clube e o Cosmos de Nova York (também conhecido como Time dos Sonhos). Isso porque pintou novidades. Mais duas equipes vêm sendo formadas, e elas podem complicar a vida dos atuais favoritos ao título. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No comando de uma dessas equipes está uma ex-secretária que virou ícone do elenco de futebol feminino que ela dirigiu por mais de três anos. Ainda hoje, “muitas” atletas (que também são educadoras) pedem sua volta ao cargo que ocupou até abril de 2008. E, sendo “Verde” a cor desse time, a agremiação foi batizada de Palestra da Alta Paulista. Dito isso, vamos à quarta equipe. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Gilmar, Oreco, Valmir, Jaime e Sidnei; Ari Clemente, Miranda e Abib; Joaquinzinho, Da Silva e Neves. Essa formação do Corinthians ficou conhecida no ínicio da década de 60 pelo apelido de “Faz-me rir”. A equipe era tão ruim que, depois de apanhar de 7 x 0 da Portuguesa, o legendário goleiro Gilmar deixou o Parque São Jorge em seu DKW (espécie de Fiat 147 da época, ops!) e foi para o Santos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Recordo esse capítulo da história do Timão para dizer que em homenagem ao elenco alvinegro do início dos anos de 60, a quarta equipe que está sendo treinada para 2012 vai se chamar “Faz-me rir”. Esse time será formado pelos partidos nanicos e terá como estrelas alguns “jogadores” que não raro aparecem em fotos nos jornais agarrados ao pescoço de honestíssimos políticos, como se tais personagens fossem a taça Jules Rimet. Aliás, um de seus principais jogadores recentemente posou feliz da vida abraçado a Paulo Maluf, como se o rei das contas na Suíça fosse um troféu. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Depois dessa proeza, o craque tem tudo para ser aclamado capitão da equipe do “Faz-me rir” em 2012. Essa vantagem que a foto com o ex-hóspede da Polícia Federal dá ao craque do “Faz-me rir” só poderá ser anulada se alguma outra celebridade do gênero, como Celso Pitta ou Renan Calheiros, aparecer por aqui e um outro jogador do “Faz-me rir” resolver abraçá-lo diante das lentes dos cronistas sociais da cidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Enfim, caro leitor, agora que você sabe que o campeonato de 2012 será disputado por Íbis, Cosmos (ex-Time dos Sonhos), Palestra da Alta Paulista e Faz-me rir, o resto é com você. Quanto a mim, já que as coisas andam de mal a pior para quem escreve crônica em Adamantina, mais uma vez encerro um texto sem saber&lt;/span&gt; se vai ter outro na semana que vem. Fui. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-6084458773383853940?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/6084458773383853940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=6084458773383853940&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6084458773383853940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6084458773383853940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/08/ainda-sobre-politica-e-futebol.html' title='Ainda sobre política e futebol'/><author><name>Londrina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04638541112146398829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-189265301550545123</id><published>2009-08-07T08:05:00.000-07:00</published><updated>2009-08-07T08:07:21.236-07:00</updated><title type='text'>Onde estavam os vereadores de Adamantina?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:32.6pt"&gt;&lt;span style="line-height:115%; Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;No último sábado, vereadores de várias cidades se reuniram em Dracena para discutir problemas da região. O encontro propôs formar uma associação na Nova Alta Paulista, com o objetivo de favorecer a discussão dos assuntos regionais com o legislativo estadual e implementar medidas que visem o progresso dos respectivos municípios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:32.6pt"&gt;&lt;span style="line-height:115%; Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Estiveram presentes vereadores e 11 presidentes de câmaras municipais. Osvaldo Cruz, Lucélia, Tupã, Mariápolis, Pacaembu e outros municípios vizinhos se fizeram representar. Na ocasião foram debatidas questões como o impacto das penitenciárias e a importância da nova entidade. É uma reunião que mostra maturidade. Mas onde estavam nossos vereadores?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:32.6pt"&gt;&lt;span style="line-height:115%; Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Não se pode pensar em coordenação regional sem a participação de Adamantina. Uma cidade que se orgulha de ser polo educacional, referência na área cultural e de eventos, de ter um atrativo comércio e de contar com políticos bem relacionados com deputados não pode ficar alheia a tais acontecimentos. A rigor, deveria encabeçar os esforços para a sedimentação da nova instituição.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:32.6pt"&gt;&lt;span style="line-height:115%; Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;É provável que nossos vereadores tenham tomado conhecimento da reunião, feita num final de semana para facilitar o comparecimento. Ou nossos edis não foram convidados para o evento? Se isso ocorreu, trata-se de uma demonstração de desprestígio do legislativo local. Caso o convite tenha sido feito, por que não se enviou um representante?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:32.6pt"&gt;&lt;span style="line-height:115%; Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Raros são os momentos em que os políticos da região deixam as diferenças de lado e decidem trabalhar em conjunto. A própria associação de prefeitos, a AMNAP, tenta sair dos anos de apatia. Adamantina perde a oportunidade de se colocar à frente das discussões regionais e de se lançar como força representativa. Numa época em que os grandes líderes mundiais trabalham de forma coordenada e buscam tomar decisões em conjunto, nossa cidade falta a um encontro de agregação de forças. É uma pena!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:32.6pt"&gt;&lt;span style="line-height:115%; Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A ausência de nossos representantes nos faz acreditar que ou há apatia ou há supervalorização de Adamantina nos assuntos regionais. Depois da perda de verbas, de instituições e de benefícios para outras cidades da região, sobram as costumeiras justificativas, mas elas não resolvem. O que precisa de fato é uma atuação forte e voluntariosa de nossos políticos para impedir que perdas maiores ainda venham a ocorrer. Que se comece pelo envolvimento dos vereadores nos fóruns regionais, nos quais não só mostrem espírito de luta, como também disposição para liderar todo e qualquer esforço em favor da região.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-189265301550545123?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/189265301550545123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=189265301550545123&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/189265301550545123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/189265301550545123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/08/onde-estavam-os-vereadores-de.html' title='Onde estavam os vereadores de Adamantina?'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-7996398574616461579</id><published>2009-08-07T06:58:00.000-07:00</published><updated>2009-08-07T08:12:04.331-07:00</updated><title type='text'>A mágoa em cidade pequena</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Desde menino o senhor Ressentido mora na mesma cidade. Em 1982, ele e Pedro tiveram um atrito; hoje quando ele cruza com Pedro, finge que não vê. Em 1984, João apoiou um mau político adversário de Ressentido só para tirar vantagem; desde então, Ressentido o despreza. Em 1987, Ressentido ouviu dizer que Tião falou mal dele; como já tinha havido um boato desses em 1979, ainda hoje Ressentido não entra onde Tião esteja. Em 1991, Paulo fez pouco-caso de Ressentido, que a partir daí não quer vê-lo nem pintado de ouro...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;Essas mágoas, mais as da infância, as da vida de moço e uma infinidade de outras foram se acumulando até fazer de Ressentido um amante do quarto escuro, do telefone mudo e do muro alto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;O fato é que, numa pequena cidade, onde as mesmas pessoas frequentam os mesmos espaços a vida inteira, o ressentimento é mais presente e incômodo. Quanto menor o lugar, mais mágoa. A pequena comunidade em que a amizade une a todos num laço comum de bem-querer até existe, mas na imaginação de quem vem da capital passear.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;Está certo, a mágoa é uma defesa natural como qualquer outro instinto, mas não deixa de ser de boa estratégia relevar certas coisas e conviver com todos, mesmo que se tenha maior aproximação só com alguns poucos escolhidos. Falo aqui de conveniência, não de perdão, palavra que apenas designa uma nobre intenção. Calar a mágoa talvez seja algo para uma espécie bem superior à nossa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;Se o rancor diminui é porque a pessoa que magoou perdeu a importância para o magoado, não porque ele decidiu perdoá-la. Quem tem poder sobre os próprios sentimentos? “Engana-se aquele que acredita que os grandes personagens possam esquecer as velhas injúrias em virtude de novas vantagens”, disse Maquiavel. É verdade, mas ele se enganou em restringir-se aos grandes personagens. Por acaso, os “pequenos” personagens pertenceriam à mesma espécie dos ursinhos de pelúcia?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;No sentido que dissemos, perdão, esquecimento e descaso são sinônimos e nenhuma dessas palavras tem relação com bondade ou maldade. A pessoa que convive apesar da mágoa é aquela que entende que a mágoa não precisa impedir o relacionamento com alguém; até porque ela também precisa da tolerância dos outros. Não é boazinha, mas apenas uma pessoa prática, que gosta de si mesma e de ver as coisas andarem. E, convenhamos, a tolerância não só é um esforço em favor do bem comum como também uma demonstração de civilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-7996398574616461579?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/7996398574616461579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=7996398574616461579&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7996398574616461579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7996398574616461579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/08/magoa-em-cidade-pequena.html' title='A mágoa em cidade pequena'/><author><name>Mauro Cardin</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14795729414953911254</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-6480538357217109634</id><published>2009-08-02T12:07:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T14:34:39.291-07:00</updated><title type='text'>Medida necessária?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SnipSYizkbI/AAAAAAAAAHQ/URBhAmDgBao/s1600-h/gripe_suina_01.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 180px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SnipSYizkbI/AAAAAAAAAHQ/URBhAmDgBao/s320/gripe_suina_01.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366225089303122354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;A formação do historiador levanta a cautela no posicionamento em fatos recentes. Condicionado pelas circunstâncias a análise racional pode ficar comprometida, o que equivale deixar-se levar pela paixão. No entanto, cabe ao articulista pensar o presente e não se esquivar dos assuntos importantes para a comunidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Semana passada ganhou destaque em Adamantina a suspensão das atividades escolares em decorrência da possível contaminação dos alunos pelo vírus H1N1, conhecido como gripe suína. Afirmo “possível contaminação”, pois não foi registrado nenhum caso da doença na cidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Algumas escolas, por determinação da Secretaria da Educação do Estado, prorrogaram o início das atividades. Mas as medidas referentes às escolas municipais, colégios particulares e a FAI foram tomadas pelas autoridades locais. O cancelamento das aulas pode ser precipitada, pois criou-se na cidade uma sensação alarmista, mesmo sem motivo aparente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Não se fundamenta a justificativa das autoridades e da direção da faculdade quando afirmam que os alunos, moradores de outras cidades e estados, podem trazer o vírus ao município. Daqui duas semanas a chance de contágio não será a mesma ou até maior? Os estudantes que ficaram em suas cidades continuarão correndo o risco de contaminação. A medida teria eficácia preventiva se nossa região contasse com inúmeros casos. Não é o que ocorre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Seguindo a recomendação da Secretaria Municipal de Saúde, as escolas particulares também cancelaram suas atividades. A sensação de alerta tomou conta da cidade. Apesar de nenhum caso registrado, quase não se encontra o remédio destinado ao tratamento da gripe nas farmácias, mesmo o produto tendo alto custo. Muitos correram em busca do álcool em gel e mães preocupadas não querem mais que seus filhos se reúnam com outras crianças. Nas conversas informais o tom é de apreensão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;A mídia e as autoridades federais reforçam que a gripe suína não representa grande risco a população. Lavar as mãos com frequência e não colocá-las nos olhos, boca ou nariz já são suficientes no atual estágio. Em recente entrevista, o ministro da Saúde José Gomes Temporão afirmou que 99,6% das pessoas que contraem o vírus não serão afetadas, pois as defesas naturais do corpo se encarregam de combatê-lo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O cancelamento das aulas em áreas de alto risco é uma medida de impacto positivo, caso que não se enquadra Adamantina. Não há motivo para tal medida. Campanhas nas escolas e na mídia local teriam maior efeito. Nossas autoridades precisam pensar a cidade em sua realidade e tomar posições condizentes com os fatos. A suspensão das aulas e a discussão sobre o toque de recolher mostram que há uma disposição aos modismos e a fraca análise da conjuntura local. Não é isso que se espera daqueles que tem o destino da cidade em suas mãos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-6480538357217109634?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/6480538357217109634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=6480538357217109634&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6480538357217109634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6480538357217109634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/08/medida-necessaria.html' title='Medida necessária?'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SnipSYizkbI/AAAAAAAAAHQ/URBhAmDgBao/s72-c/gripe_suina_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-7694388719909504446</id><published>2009-07-27T11:41:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T14:43:37.344-07:00</updated><title type='text'>A fila dos bancos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SnXoKmDsTkI/AAAAAAAAAFk/LICz6hYVOlQ/s1600-h/fila-banco.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365449799794183746" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 290px; CURSOR: hand; HEIGHT: 193px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SnXoKmDsTkI/AAAAAAAAAFk/LICz6hYVOlQ/s400/fila-banco.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Poucos são os momentos de isonomia entre os brasileiros. Num país conhecido pelas grandes desigualdades e pela clara diferenciação entre as classes sociais, as filas são um dos poucos momentos verdadeiramente democráticos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Nos supermercados, lotéricas, bancos, farmácias, estabelecimentos de lazer, aeroportos, não existe distinção de gênero, credo ou etnia, salvo os atendimentos preferenciais aos idosos, gestantes ou portadores de deficiência. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Contudo, as filas dos bancos são um martírio, principalmente para o trabalhador que não tem tempo durante a semana e precisa sacrificar seu horário de almoço. Essenciais para a população, a maior parte dos bancos não oferece um atendimento nem mesmo satisfatório.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Uma rápida passagem pelas agências da cidade mostra as dificuldades por que passam as pessoas. Não menciono nem o tempo de espera, que já foi regulamentado pela lei estadual 10.993/2001, e raramente é cumprida. A discussão a que me remeto é a das condições a que são submetidos os que esperam para pagar suas contas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A falta de fiscalização em Adamantina gera transtornos inadmissíveis. Filas desorganizadas que às vezes chegam às escadas e até mesmo à rua, colocando as pessoas ao sol, e morosidade no atendimento. Como se sabe, após a venda do Banespa para o grupo espanhol, outra instituição assumiu a folha de pagamento do servidor estadual.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Mas em Adamantina essa instituição não adotou as medidas necessárias para atender ao acréscimo de demanda. Caso semelhante ocorre no banco que se orgulha de estar completando &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;201&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;anos, mas que, com reduzido número de caixas, é um dos que mais demoram em Adamantina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Outro ponto problemático diz respeito ao banco que ganhou a licitação da folha de pagamento do servidor municipal. Apesar de a demanda ter aumentado, parece que pouco esse banco investiu no bem-estar dos usuários de seus serviços e que esperam em pé por um tempo muito longo. Outra questão é o chamado “atendimento preferencial”, que em alguns bancos da cidade deixa idosos e gestantes em pé por mais de 15 minutos, descaso já fartamente conhecido dos vereadores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Em 2005, os edis Cleusa Francisco e Celso Mastellini, por meio da lei nº 3.140, tentaram regulamentar a situação visando “dar atendimento digno e profissional aos clientes”, mas nem todas as agências locais cumprem essa disposição. Se existe lei, e ela não vem sendo cumprida, cabe ao poder público fazer com que o seja, porque de seu cumprimento dependem milhares de adamantinenses.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-7694388719909504446?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/7694388719909504446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=7694388719909504446&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7694388719909504446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7694388719909504446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/07/fila-dos-bancos.html' title='A fila dos bancos'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SnXoKmDsTkI/AAAAAAAAAFk/LICz6hYVOlQ/s72-c/fila-banco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-5150500672470490199</id><published>2009-07-08T13:25:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T14:38:08.359-07:00</updated><title type='text'>Toque de recolher: a terceirização da autoridade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SniqHvuvIcI/AAAAAAAAAHg/YH-vrh6T4BE/s1600-h/toque+de+recolher2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 225px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SniqHvuvIcI/AAAAAAAAAHg/YH-vrh6T4BE/s320/toque+de+recolher2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366226006060245442" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;O pensador inglês Thomas Hobbes, pressupondo que a natureza humana seja predatória, defendeu um governo forte e centralizador que pudesse conter os ímpetos individuais e instituísse severas penas àqueles que fugissem às regras e aos costumes ditados pelo príncipe. O monarca, escolhido dos deuses, saberia o que seria melhor aos súditos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="LINE-HEIGHT: 18px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Platão já delegara aos filósofos a plena direção da cidade; criou uma “ditadura aristocrática” pela qual os mais aptos guiariam a plebe. Salvo raros momentos, a humanidade sempre teve defensores da forte regulamentação da conduta humana. Esse pensamento parte da ideia de que o cidadão comum deva ser guiado como um portador de necessidades especiais numa rua movimentada. Os “olhos do Estado” conduziriam a grande massa, que não sabe se portar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;De tempos em tempos esse preconceito ressuscita. Partindo-se do que deve ser o “costume correto”, fazem-se leis tendenciosas, muitas vezes inspiradas em modismos, sem uma reflexão mais acurada. Formulam-se comportamentos padronizados, os quais todos devem acatar. Nessa liberalidade enquadra-se o toque de recolher.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Alguns legisladores e uns poucos formadores de opinião, partindo de convicções pessoais sobre a conduta correta da juventude local, classificaram como providencial a limitação de horário para a presença de adolescentes nas ruas da cidade. Alguns pais, usando a lei como muleta pedagógica, sentem-se amparados pela participação do Estado na criação dos filhos. E corre-se o risco de se terceirizar a autoridade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="LINE-HEIGHT: 18px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;A liberdade individual e a vida privada são fundamentos da democracia. Autorizar o poder público a regular a criação dos filhos é perigoso, pressupõe que os pais não podem fazê-lo e que seus filhos devem ser tutelados. O Estado de fato tem o direito de regular a conduta dos cidadãos, mas desde que haja alguma infração ou exista risco para o indivíduo ou para a comunidade. A imposição de horários para circulação de pessoas nas ruas infringe o direito de ir e vir, o que é concebível apenas em situações de exceção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="LINE-HEIGHT: 18px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;O toque de recolher é uma medida paliativa para cidades que têm sérios problemas de violência e drogas, o que não é o caso de Adamantina. Já existem outros mecanismos para regular a vida dos jovens da cidade, que saem à noite com a concordância dos pais. E é dever dos órgãos públicos municipais fiscalizar a entrada dos adolescentes em estabelecimentos inapropriados à sua idade, bem como retirar das ruas aqueles que possam causar dano à integridade dos demais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="LINE-HEIGHT: 18px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Policiamento efetivo, fiscalização, campanhas educativas são importantes meios de que pode se utilizar o poder público para evitar problemas. Cerceamento à liberdade é autoritarismo, significa impor à coletividade padrões de convivência particulares.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="LINE-HEIGHT: 18px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;É importante portanto que recusemos o toque de recolher e que medidas efetivas sejam cobradas da municipalidade para que nossos jovens possam desfrutar a vida social que, em consenso com os pais, entendam mais adequada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-5150500672470490199?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/5150500672470490199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=5150500672470490199&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5150500672470490199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5150500672470490199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/07/toque-de-recolher-terceirizacao-da.html' title='Toque de recolher: a terceirização da autoridade'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SniqHvuvIcI/AAAAAAAAAHg/YH-vrh6T4BE/s72-c/toque+de+recolher2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-974170007346900050</id><published>2009-06-17T08:10:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T14:40:16.404-07:00</updated><title type='text'>Da escravidão às cotas raciais</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SniqjNdznVI/AAAAAAAAAHw/ukd38pQAEPE/s1600-h/black-and-white1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SniqjNdznVI/AAAAAAAAAHw/ukd38pQAEPE/s320/black-and-white1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366226477898767698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Como de costume, 13 de maio, dia em que foi assinada a Lei Áurea em 1888, passou despercebido em quase todo o Brasil. Fora do calendário oficial, a abolição se tornou mais um fato colocado no rodapé da história, que pouco ou nada diz às pessoas. A questão dos feriados no Brasil é fato que merece atenção. Longe de escolhas aleatórias, as datas comemorativas servem para legitimar opiniões e construir a consciência nacional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O Brasil foi o último país da América a banir o trabalho compulsório e a oficializar o princípio jurídico da igualdade. Reivindicada pelos ingleses, que queriam ampliar seu mercado consumidor, e pela intelectualidade nacional, que via a escravidão como um entrave à modernidade, a abolição foi a ruína da base política do Império e mal assimilada por setores da tradicional elite escravista. Muitos não viam com bons olhos a ideia de trabalho assalariado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Na época, o real significado da lei para a população escrava não foi mensurado. Sem teto e escolaridade, milhões de libertos perambularam pelas principais cidades à procura do que fazer. De um lado, sufocada pelo estigma da indolência e do atraso; de outro, pela onda de imigrantes europeus que aportavam no país, a grande massa negra se viu marginalizada nas décadas iniciais da República. Restavam-lhe os subempregos e as periferias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Até 1970, 90% da população negra do Brasil era analfabeta. Segundo muitos, embasados em teorias meritocráticas, a condição do negro é condizente com a pouca aptidão para assuntos intelectuais. Nessa perspectiva a análise não se assenta na sociologia, e sim na genética. Questão defendida pelos eugenistas, a idéia da inferioridade negra sobrevive de forma latente na sociedade brasileira, fato comprovado em alguns minutos de conversa em qualquer roda de “esclarecidos”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Segundo o último censo étnico racial da Universidade de São Paulo, apenas 1,3% de seus 38.930 alunos de graduação se declara negro. Na Bahia, onde 70% da população são negros, apenas 4% dos estudantes de medicina afirmam pertencer a essa etnia. Menos de 15% dos brasileiros com ensino superior completo são negros. Nesse aspecto, a exclusão racial é paralela à social, já que a maioria desse segmento étnico compõe-se de famílias de baixa renda.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Algumas políticas estão sendo implementadas pelo governo federal e pela sociedade organizada para a inclusão dos negros em espaços antes exclusivos dos brancos. As cotas raciais estão nas universidades públicas, nos desfiles de moda, na televisão, nos debates políticos. Contudo, muitos veem esse esforço apenas como um paliativo segregacionista que pode dar margem a uma divisão racial no país.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O fato é que os 350 anos de escravidão negra no Brasil ainda geram graves injustiças. A busca de alternativas para minimizá-las demorou para começar: restrito aos meios políticos e acadêmicos e às camadas mais esclarecidas da sociedade, o debate sobre a definitiva inclusão de nossa população negra ainda não ganhou as ruas. Os três séculos e meio de escravidão continuam a dividir os brasileiros entre os que servem e os que são servidos, levando-se em conta apenas a cor da pele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-974170007346900050?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/974170007346900050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=974170007346900050&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/974170007346900050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/974170007346900050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/06/da-escravidao-as-cotas-raciais.html' title='Da escravidão às cotas raciais'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SniqjNdznVI/AAAAAAAAAHw/ukd38pQAEPE/s72-c/black-and-white1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-1888414711417696139</id><published>2009-05-07T20:39:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T14:41:55.389-07:00</updated><title type='text'>O garanhão paraguaio</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sniq9b4X9FI/AAAAAAAAAH4/G6LDynm_jno/s1600-h/AUTO_mjacobsen.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 192px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sniq9b4X9FI/AAAAAAAAAH4/G6LDynm_jno/s320/AUTO_mjacobsen.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366226928444896338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt;line-height: 125%"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Dias atrás, a mídia noticiou algumas das peripécias amorosas do ex-bispo da Igreja Católica, e hoje presidente do Paraguai, Fernando Lugo. Até agora três mulheres afirmam ter mantido relações sexuais com o ex-clérigo antes mesmo de ele renunciar ao episcopado, fato consumado para que pudesse assumir o governo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt;line-height: 125%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt;line-height: 125%"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Duas questões importantes devem ser analisadas. Em primeiro lugar a discrepância entre teoria e prática no que tange ao discurso e dogmas católicos. Não bastasse quebrar o voto de castidade, Lugo afirmou que uma das mulheres usava o DIU e que uma “falha” desse dispositivo teria levado à gravidez.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt;line-height: 125%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt;line-height: 125%"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O uso de métodos anticoncepcionais é uma das mais fortes bandeiras da Igreja Católica na atualidade. A Campanha da Fraternidade de 2008 teve como lema “Escolhe, pois, a vida”, numa verdadeira cruzada contra a camisinha, o aborto e as pesquisas com células-tronco. Se nem os defensores da ideia a seguem, como pregá-la ao “rebanho”? Pelo menos desta vez a relação foi consensual e não mais um caso de pedofilia, escândalo que já se tornou corriqueiro. Mas essa não é a única questão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt;line-height: 125%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt;line-height: 125%"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O Paraguai é um dos países mais pobres da América. Encontra-se, segundo dados da ONU, em 95º em Índice de Desenvolvimento Humano, 71º em alfabetização e 75º em mortalidade infantil. Ostenta também um pífio desenvolvimento industrial e sérios problemas de concentração fundiária e de renda. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt;line-height: 125%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt;line-height: 125%"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Mas os problemas pessoais e até instintivos, no caso de Lugo, se sobrepõem aos problemas de maior importância. A polêmica levantada fornece farto material para a mídia sensacionalista. E esse fato não é singular apenas aos nossos vizinhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt;line-height: 125%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt;line-height: 125%"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Um destacado intelectual adamantinense, munido do que ele entende como “ética protestante”, acredita que a vida pessoal do homem público está atrelada ao seu cargo. Segundo esse pensamento a pessoa pública deve dar explicações sobre sua conduta à sociedade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Contudo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;, ancorado em pouca experiência e menor capital cultural, acredito que a vida privada é algo inviolável, e não domínio público, mesmo que os envolvidos o sejam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt;line-height: 125%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:5.95pt;margin-bottom:0cm;margin-left: 5.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt;line-height: 125%"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O caso do garanhão paraguaio é mais um exemplo de uma sociedade em crise de paradigmas, fundamentada na defesa de dogmas ultrapassados e anacrônicos, os quais nem mesmo seus defensores seguem. Demonstra também uma mídia obcecada pela vida privada e pelos bastidores, deixando a ética e o bem público apenas nos mal consultados manuais de jornalismo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-1888414711417696139?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/1888414711417696139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=1888414711417696139&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1888414711417696139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1888414711417696139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/05/o-garanhao-paraguaio.html' title='O garanhão paraguaio'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sniq9b4X9FI/AAAAAAAAAH4/G6LDynm_jno/s72-c/AUTO_mjacobsen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-6293057024378339519</id><published>2009-04-28T15:32:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T14:45:50.317-07:00</updated><title type='text'>Outsider</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Snir-UesmRI/AAAAAAAAAII/VwufjgQKCPg/s1600-h/Outsider.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Snir-UesmRI/AAAAAAAAAII/VwufjgQKCPg/s320/Outsider.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366228043149646098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues colecionou desafetos e polêmicas em sua carreira. Avesso à hipocrisia moral, tornou-se um ícone e um intelectual de respeito, dentre outras coisas, por suas belas tiradas e frases de efeito. Uma delas, inesquecível e atemporal, resume bem o estado de espírito de sociedades conservadoras como as de cidades interioranas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;“Toda unanimidade é burra”. A frase, antológica e repetida à exaustão, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;não só é autofágica e autoafirmativa como também serve de exemplo à idéia que pretendo passar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Numa cidade como Adamantina pulula a hipocrisia da falsa virtude. O manual da boa convivência tende a exaltar a mediocridade, no sentido original da palavra, o que nivela o pensamento num baixo nível de reflexão. Essa atitude tem como objetivo manter, de forma dissimulada, as relações sociais e profissionais de um &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;pequeno município.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O exército da moralidade está sempre vigilante e não hesita em apontar os transgressores. A teatralidade nos gestos, nos rituais e nas falas delineia uma sociedade &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;passiva&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;, típica das cortes europeias &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;decadentes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; que não percebiam que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;os tempos estavam mudando&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;. A subserviência é estimulada desde a infância e poucos se sentem confortáveis em arriscar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;outsider&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;, denominação anglo-saxã para aquele que não se enquadra e que vive à margem dos dogmas sociais, é digna de respeito. Levantar bandeiras e defender pontos de vistas contrários ao senso comum é algo raro no atual contexto. As próprias famílias se envergonham dessas condutas, precisando explicar, segundo a ótica do senso comum, as atravessadas opiniões desses dissidentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Nos últimos dias, um senhor de conhecida família adamantinense, decidiu expor seu ponto de vista sobre a reforma &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;de um importante prédio da&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; cidade. Dirigiu-se ao rádio e, valendo-se de sua liberdade de expressão, defendeu a sua lógica. Fato raro. Talvez, apenas tenha canalizado a opinião de muitos. Talvez.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Na verdade, há um misto de repulsa e admiração nesse caso. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O que temos visto é que o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; homem médio, assalariado, “pai de família”, quando não tem preguiça de refletir sobre determinadas questões, se acovarda diante delas. Em sinal de submissão, rememora os rituais &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;que vêm se repetindo ao longo dos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; anos, aos quais ele não ousa desobedecer. As “blasfêmias” dos outros servem como ópio para sua p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;assividade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;. Esse prazer íntimo em contestar a hierarquia, mesmo de forma velada, é sentido em pequenas doses, dadas por aqueles que não hesitam em pensar &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;e em manifestar seu pensamento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Voltaire, grande filósofo francês, deixou algo que deve ser refletido. Ao afirmar que não concordava com o que muitos diziam, mas que lutaria pelo direito delas dizerem, defendeu um senso de liberdade poucas vezes vivenciado. Esse pensamento deveria estar grafado na entrada de Adamantina. Seria algo de que todo adamantinense, de forma verdadeira, poderia se orgulhar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-6293057024378339519?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/6293057024378339519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=6293057024378339519&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6293057024378339519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6293057024378339519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/04/outsider.html' title='Outsider'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Snir-UesmRI/AAAAAAAAAII/VwufjgQKCPg/s72-c/Outsider.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-4580991014479687522</id><published>2009-03-31T04:21:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T14:46:46.757-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>O embate entre o velho, o novo e o “outro” jornalismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Ao contrário do que insiste em apresentar os números do IBOPE, um programa tem preocupado as emissoras líderes do horário nobre. Consolidado o sucesso, muitos agora se perguntam: o “CQC”, apresentado pela Rede Bandeirantes de Televisão, pode ser classificado como um programa jornalístico?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'times new roman';font-size:180%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Debates sobre esta definição têm surgido nos centros acadêmicos e nos botequins de esquina. E velhos tabus do velho e do novo jornalismo estão vindo à tona. O líder do programa no Brasil é Marcelo Taz, conhecido jornalista. Este seria um argumento pequeno a favor da legitimação jornalística do programa, se Taz não fosse lembrado com pavor pelos políticos brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;O jornalista é criador do lendário Ernesto Varella, um repórter fictício que deixava políticos desconcertados com perguntas irônicas durante a abertura política, disponível com facilidade no Youtube para quem nunca viu a célebre entrevista com Paulo Maluf.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'times new roman';font-size:180%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Taz é um dos precursores no Brasil do chamado “Jornalismo Moleque” que busca incorporar à informação ironia e humor inteligente. Com Varella, Taz não quis dizer que o jornalismo devia ser feito como brincadeira, mas que com brincadeiras é possível incomodar mais corruptos do que os jornalistas “sérios” atrás das bancadas. Varela tinha cara de ignóbil, jeito desengonçado e era detestado por suas perguntas incômodas. Perguntas, aliás, que nenhum outro repórter tinha coragem de fazer.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'times new roman';font-size:180%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Dos outros seis apresentadores, somente um não é formado em comunicação. São quase todos os jornalistas de profissão, com passagens por revistas como Veja e Trip, Estado de S. Paulo e por aí vai. O único que não tem formação acadêmica na área de comunicação é Oscar Filho, escalado para a cobertura de festas e eventos. E com esta constatação me surge uma dúvida cruel: Amaury Jr. é jornalista formado?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'times new roman';font-size:180%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Alguém ainda pode usar do argumento que humor não se mistura com jornalismo. Concordo que jornalismo tem que ser sério. Mas ninguém, nenhum teórico importante jamais disse que jornalismo ter que ser chato. Seriedade não significa necessariamente solenidade. “Sério” aqui tem uma outra colocação que não o antônimo de “Alegre”, por exemplo. Jornalismo “sério” significa o compromisso com a sociedade e a consciência do valor da informação para a população. “Sério” é o quadro em que um dos jornalistas do programa vai à Brasília com o “Teste de Qualidade” e constata que raros deputados sabem o significado das siglas ANAC ou FMI.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'times new roman';font-size:180%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Jorge Pedro Souza já que dizia que não há “jornalismo”, há “jornalismos”. Nesta afirmação ainda é possível incluir mais gêneros marginais do fazer jornalístico, como o “Jornalismo Literário” ou o “Jornalismo de Web”, estes ainda inexplicavelmente detestados por alguns dinossauros da imprensa. O CQC é dirigido a um público que não assiste mais os jornais da noite.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'times new roman';font-size:180%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Por fim nunca é tarde lembrar que o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros é claro quanto ao dever do jornalista: “É dever do jornalista opor-se ao arbitrário, ao autoritarismo, e à opressão (..); Combater e denunciar todas as formas de corrupção (..)”. Quem já pode acompanhar os quadros “Proteste Já” ou a cobertura ácida do programa em eventos políticos sabe que estes incisos do código traduzem perfeitamente a natureza do programa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'times new roman';font-size:180%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Mesmo que os autores porventura não se identifiquem como tal, quase é impossível dizer que o CQC não é jornalístico. Quase ia me esquecendo: o significado da sigla “CQC” é o lema do programa: “Custe o Que Custar”. Existe mais jornalismo do que isso?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-4580991014479687522?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/4580991014479687522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=4580991014479687522&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4580991014479687522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4580991014479687522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/03/o-embate-entre-o-velho-o-novo-e-o-outro.html' title='O embate entre o velho, o novo e o “outro” jornalismo'/><author><name>Eduardo Ross</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wQMLJnsIEKE/SkuVxZ5UWvI/AAAAAAAAAAs/T-SQ2pt1mC8/S220/bacana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-5882471465840658219</id><published>2009-03-27T17:25:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T14:47:57.812-07:00</updated><title type='text'>Encenações da vida real</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;             A vida é um teatro. O mundo é o palco e nós somos atores e atrizes tentando não esquecer as falas do script que o diretor nos entregou. Mas quem é o diretor? Oras, é a sociedade. O diretor quer saber se tudo está sendo encenado como manda o texto. Afinal, se um dos intérpretes falha na sua atuação será cobrado imediatamente. “Olha lá” dirão todos, “o cara esqueceu a própria fala, é um grande mané”. Se a sua atuação for ruim, poderá inclusive perder o papel. Ficará na coxia, esperando que um dia alguém o resgate e ele possa voltar a encenar a própria história.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;           Em Adamantina, o nosso dia a dia, enquanto personagens desse espetáculo, acontece, no geral, da seguinte forma:&lt;br /&gt;           Primeiro Ato. O Ano Novo. Nos vestimos de branco e nos abraçamos, desejando paz e prosperidade, bebemos champanhe e comemos lentilha, vamos dormir e esperamos o Carnaval chegar. Frequentamos Panorama ou Lucélia. Depois da farra o diretor indica que devemos passar da comédia para o drama e nos resguardar dos pecados “desse palco”. Ficamos quarenta dias nessa situação até chegar o dia da Santa Cruz e do coelho, quando nos empanturramos de peixe e de chocolate.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;           Segundo Ato. Outono. O dia a dia de um misto de calor e frio toma conta do palco. Encenamos o trivial. Durante a semana muito trabalho. Nos finais de semana o esperado churrasco com os amigos, almoço com a família, restaurantes, pizzarias, bares e cafés com os mesmos atores sentados nas mesmas mesas. Ainda neste ato dedicamos homenagens às mães e aos atores trabalhadores. O maior número de casamentos entre os atores ocorre neste ato.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;           Terceiro Ato. Fogos de Artifício. Saudamos três atores famosos e santos com muito rojão. Comemos doces caseiros e enfeitamos as ruas para que o Mestre dos atores passe entre eles. O inverno toma conta do palco e os bois pulam na arena. As pessoas se vestem para o frio “não tão frio” e esperam que ele apareça enquanto aguardam o show do artista que pula com os bois. Adamantina faz aniversário. Ouvimos mais rojões. Uma inauguração daqui e outra dali. Montamos um palanque sobre o palco e encenamos encenações. Mais rojões. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;Quarto Ato. Cachorro Louco. Neste ato os atores não costumam se casar. Quem possui um “melhor amigo do ator” costuma levar seu xodó para vacinar. Este é um momento tedioso para o palco. Estagnados, sem muita vontade de encenar, voltamos a repetir cenas do Segundo Ato: “Durante a semana muito trabalho. Nos finais de semana o esperado churrasco com os amigos, almoço com a família, restaurantes, pizzarias, bares e cafés com os mesmos atores sentados nas mesmas mesas”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;              Quinto Ato. Viva a Melancia. Este é um ato interessante. Alguns dos atores não sabem como e nem por que, mas todos festejam duas datas, a “Independência do Palco” e a “República do Palco”, duas grandes encenações de “revoltas sem sangue”, a primeira de certo imperador nas margens de um riacho e a segunda de certo marechal em uma praça. Em Adamantina saudamos a primavera e todos festejam o verde. Os atores que já foram para outro palco, angelical ou infernal, são lembrados com flores, velas e melancias. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;              Sexto e último Ato. Festa no Palco. Com um calor infernal o palco troca o figurino e o cenário. Roupas mais leves, muita piscina e planos para receber amigos e parentes de outros palcos para um “final de encenação”. A noite do palco fica iluminada.  Caminhamos pelas ruas e todos os atores gastam suas economias. Curiosamente o palco festeja o nascimento do Mestre com adereços de outros povos. Os atores comem e bebem exageradamente. Uma semana depois, as luzes dos refletores vão diminuindo.  Fecham-se as cortinas. Nenhum aplauso. Abrem-se as cortinas... Primeiro Ato. O Ano Novo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'times new roman';font-size:180%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Texto escritor por Cacá Haddad&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-5882471465840658219?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/5882471465840658219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=5882471465840658219&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5882471465840658219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5882471465840658219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/03/encenacoes-da-vida-real.html' title='Encenações da vida real'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-4726147112093317930</id><published>2009-03-22T19:41:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T14:48:49.485-07:00</updated><title type='text'>Poder público e vida privada</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SnisrBMom8I/AAAAAAAAAIQ/ymY0rgZtygM/s1600-h/index8.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 199px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SnisrBMom8I/AAAAAAAAAIQ/ymY0rgZtygM/s320/index8.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366228811067726786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" line-height:115%;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O escritor britânico George Orwell já havia vaticinado sobre a constante vigilância na qual os cidadãos estariam imersos num futuro próximo. Vigiados todo o tempo, nem mesmo o simples e corriqueiro pensamento passaria despercebido dos instrumentos do Estado que, para zelar pela ordem e pela manutenção do poder, fiscalizariam e puniriam o mínimo descuido dos desavisados. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" line-height:115%;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O homem público, seja ele o presidente, governador, juiz ou prefeito, sofre da observância constante de seus comandados. Estes, ansiosos por exemplos ou deslizes, buscam em cada ação ou palavra uma maneira de destrinchar sua personalidade, de despi-lo da aura que o posto o confere. Há muito tempo os cargos máximos deixaram de representar a escolha divina, mas ainda mantêm, pela tradição ou ignorância, o simbolismo da hierarquia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span style="line-height:115%;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Relegando a conduta primitiva apenas aos livros de História, os seres humanos deixaram de escolher seus representantes pela força ou virilidade. Escolhe-se o líder pelas virtudes administrativas, pelo zelo ao erário, pelos projetos a serem empregados e outros requisitos essenciais às democracias modernas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span style="line-height:115%;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Na tradição administrativo-latina, não se elenca entre as prioridades requeridas aos postulantes de cargos públicos sua vida pessoal. Problemas familiares ou conjugais não o gabaritam a ser melhor ou pior na administração de um governo. A vigilância puritana, típica de um país anglo-saxão, de mentalidade conservadora, trata as infidelidades ou condutas “moralmente adversas”, como assuntos de Estado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span style="line-height:115%;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Condutas ilibadas no âmbito pessoal não gabaritam um homem público. Temos como exemplo o antigo chanceler do Reich alemão, Adolf Hitler. Homem de vida privada íntegra, amante dos animais, antitabagista, vegetariano, admirador das artes. Foi responsável pela morte de 6 milhões de judeus entre outras atrocidades cometidas em seus 12 anos no poder. Podemos lembrar também a rainha do império inglês, Elisabeth I, conhecida como “a virgem”. Governou seus súditos com mão de ferro, manteve uma dura perseguição religiosa e incentivou indiscriminadamente a pirataria em seu reinado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span style="line-height:115%;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Há inúmeros casos na história brasileira que confirmam a péssima relação em vincular a vida privada à esfera pública. Basta lembrar o jogo sujo elaborado por Fernando Collor nas eleições de 1989, na qual usou a ex-namorada do então candidato Lula para acusá-lo de uma suposta tentativa de aborto, caso comprovadamente falso. Para os que possuem memória curta, há também a pergunta capciosa de Marta Suplicy sobre a vida pessoal de Gilberto Kassab, insinuando uma possível tendência homossexual do atual prefeito de São Paulo. Fatos deploráveis que, no mínimo, demonstram a péssima cultura política que impera no país.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span style="line-height:115%;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O debate sobre a questão permeia a mídia por todo o mundo. Os limites entre vida privada e exposição, como assunto de interesse público, deve estar bem definido. Não há dúvidas de que ocupantes de cargos públicos estão sujeitos a questionamentos. Afinal são eles que administram o nosso dinheiro e criam leis que regem nossas vidas. Por isso deve haver prudência e bom senso. Entretanto, defendo a idéia de que análises sobre políticos e governos devem passar à margem dos problemas de foro pessoal, que, como se sabe, só dizem respeito aos envolvidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-4726147112093317930?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/4726147112093317930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=4726147112093317930&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4726147112093317930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4726147112093317930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/03/poder-publico-e-vida-privada.html' title='Poder público e vida privada'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SnisrBMom8I/AAAAAAAAAIQ/ymY0rgZtygM/s72-c/index8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-5054173101053180587</id><published>2009-03-19T18:39:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T14:49:43.020-07:00</updated><title type='text'>As drogas e as classes sociais</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SniHLGQigtI/AAAAAAAAAG8/LGi-GZPaPm4/s1600-h/Cocaine.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366187580740240082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 230px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SniHLGQigtI/AAAAAAAAAG8/LGi-GZPaPm4/s320/Cocaine.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Muito se noticiou sobre o aumento do consumo de drogas em nossa cidade. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Este jornal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; estampou &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;em&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; 16 de janeiro a manchete “Estão matando nossos filhos”, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;cuja matéria&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; versava sobre o consumo de crack em Adamantina. Sentimentalismo à parte, é importante que as autoridades e a sociedade estejam cientes do que ocorre por aqui.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN-BOTTOM: 0pt; TEXT-INDENT: 14.2pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Vinculam-se muitas matérias sobre apreensão de drogas na periferia da cidade &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; estampam-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; fotos de infratores algemados, tatuados, com semblante de indivíduo desprovido de recursos econômicos e sociais. Cristaliza-se o velho estereótipo do marginal e passa-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; a falsa impressão de que tudo caminha para a normalidade, com o Estado punindo os transgressores e os &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;cidadãos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; “de bem” podendo viver a tranquilidade interiorana.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN-BOTTOM: 0pt; TEXT-INDENT: 14.2pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Faço&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; aqui &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;uma pergunta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;: qual é o papel dos universitários e das famílias de classe média no aumento desse consumo? &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;As&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; autoridades e as famílias sabem o que ocorre em &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;algumas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; repúblicas e festas de Adamantina? &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Não&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; há aqui uma generalização, mas até que ponto as drogas ilícitas são utilizadas por alunos da faculdade? Há batidas em festas de repúblicas? Ou apenas os jovens de baixa renda são alvos de freq&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;u&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;ente vigilância?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent2" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Se o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; tráfico na cidade cresceu&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;, certamente é porque&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; há consumidores. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Acreditar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; que &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;só&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; jovens de baixa renda &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;consomem drogas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; é no mínimo imaturidade ideológica. Maconha, ecstasy, cocaína, todas essas drogas estão presentes nas noitadas da cidade, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;as&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; quais, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;em função do alto custo de certos entorpecentes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;só&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; frequentam universitários e filhos de abastadas &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;famílias&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent2" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;É o momento de se criar uma política preventiva na FAI para a temática, como já ocorre em algumas faculdades públicas do país. Palestras e conscientização são salutares, mas deve haver campanhas permanentes, com núcleos especializados. Institucionalizar a prevenção e o debate despertará maior interesse social &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;e dará&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; maio&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; credibilidade ao projeto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent2" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Deve-se cobrar também uma política mais incisiva &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;das forças repressoras&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; em relação ao comércio e &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;ao&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; consumo de drogas &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;na&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; classe média e entre os estudantes da cidade. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Como já dissemos, o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; problema das drogas não ocorre apenas nos bairros de Adamantina, está também no centro, nas festas dos filhos das famílias “de bem”. Não deve ocorrer a relativização repressiva. Ou se tolera esse fato &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;na&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; cidade, ou se adota uma postura igualitária no combate aos entorpecentes &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;entre nós&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;, sem distinção de classe social ou &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; sobrenome.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-5054173101053180587?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/5054173101053180587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=5054173101053180587&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5054173101053180587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5054173101053180587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/03/as-drogas-e-as-classes-sociais.html' title='As drogas e as classes sociais'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SniHLGQigtI/AAAAAAAAAG8/LGi-GZPaPm4/s72-c/Cocaine.png' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-4183651952037065965</id><published>2009-03-19T08:28:00.000-07:00</published><updated>2009-03-19T08:31:18.992-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vaticano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religião'/><title type='text'>Qual mulher relaxa com detergentes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Como se já não bastasse carregar pela eternidade a culpa de ter nos condenado a viver fora do paraíso por ter coagido Adão a comer uma maçã. Como se fosse fácil receber inexplicavelmente salários menores do que os homens, em um sistema social que a trata como objeto – em alguns momentos elas mesmas acreditam que são objetos. As mulheres que conheço não concordaram em nada com: “A Máquina de lavar e as mulheres – ponha detergente, feche a tampa e relaxe”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Pra quem não viu, o título acima pertence a um artigo publicado por – pasmem – uma mulher em um jornal religioso. Nele a autora defende que a pílula anticoncepcional, o direito ao aborto e o direito de trabalhar fora de casa fizeram menos pela liberação da mulher do que a revolucionária e barulhenta máquina de lavar. E mais: a justificativa é nauseante: “a mulher pode agora tomar um capuccino com as amigas enquanto a roupa é batida”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Até o leitor mais desatento percebe um tom de auto-preconcento nas entrelinhas. A maior alegria de uma mulher seria, além de suavizar suas tarefas de dona de casa, o glorioso momento em que todas as amigas se reuniriam para tratar de banalidades. Este sentimento de quase auto-flagelação infelizmente ainda é encontrado no mesmo ano em que uma das principais obras sobre a condição da mulher, “O Segundo Sexo”, da francesa Simone de Beauvoir, completa sessenta anos. Neste livro, polêmico para a época, a autora queria demonstrar que a própria noção de feminilidade era uma ficção inventada pelos homens no qual as mulheres, no fim, consentiam. Triste que este retrato permanece atual. Insiste ainda o ridículo pensamento que mulher é um ser mais frágil, inferior, o sexo segundo, que deve somente cuidar da casa e dos filhos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Talvez a autora do artigo precisasse ler o livro de Beauvoir. Não só ela, mas todas as mulheres. Quem sabe assim é possível entender que antes da maquina de lavar e de qualquer eletrodoméstico, mais importante para a luta pela liberdade feminina foi o ato daquelas mulheres em 1857. Elas exigiam apenas a redução da jornada de trabalho de 16 para 10 horas diárias e salário igual ao dos funcionários do sexo masculino (as mulheres ganhavam até um terço do salário de um homem) e foram trancadas dentro da fábrica de tecidos que trabalhavam em Nova Iorque. A polícia ateou fogo no prédio e 130 mulheres aproximadamente morreram carbonizadas. Este dia foi oito de março. Mesma data da publicação do artigo que exalta a invenção do eletrodoméstico.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Frente a esta tragédia, o artigo publicado pela igreja soa como absurdo. As mulheres hoje não são as mesmas mulheres que não podiam responder às ordens arbitrárias de seus maridos há cinqüenta anos atrás. Pra quem ainda não sabe a mulher já pode pensar e fazer valer o direito de ser feliz, de ser independente e, sim, de ter uma vida sexual prazerosa. Por mais que denominações religiosas as condenem, como condenaram Beauvoir, as mulheres das fábricas e tantas outras anônimas do nosso cotidiano que sustentam pela garra sua família e sua prole. Nenhum eletrodoméstico é menor do que qualquer direito adquirido pela mulher. Seja o direito de trabalhar ou o direito de sorrir.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por isso, meu caro, você que é marido, namorado, filho, amante, jamais dê de presente para sua amada um jogo de panelas no aniversário, um fogão no dia dos namorados ou uma cortina para sala no aniversário de casamento. Um buquê de flores faria bem melhor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-4183651952037065965?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/4183651952037065965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=4183651952037065965&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4183651952037065965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4183651952037065965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/03/qual-mulher-relaxa-com-detergentes.html' title='Qual mulher relaxa com detergentes'/><author><name>Eduardo Ross</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wQMLJnsIEKE/SkuVxZ5UWvI/AAAAAAAAAAs/T-SQ2pt1mC8/S220/bacana.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-846684216131783394</id><published>2009-03-16T12:31:00.000-07:00</published><updated>2009-03-16T12:33:34.845-07:00</updated><title type='text'>Os pretendentes</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Apesar da crise econômica ter se consumado, com preocupantes desdobramentos na área econômica, Adamantina se mantêm imune a tal acontecimento, pelo menos no que tange a um de seus imóveis.   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Este local, com ótima vista para a cidade, bem localizado, com direito a estacionamento privado, imobiliário nobre e bela mesa de reuniões, já foi ocupado por figuras que marcaram época em nossa cidade. É certo, porém, que nem todos os seus inquilinos deixaram saudade. Sabe-se que esse lugar desperta sentimentos diversos, basta observar os que já o ocuparam e custam em esquecê-lo. Rondam o local com um misto de saudosismo e amargura. O local pode até ser sagrado, mas muitos fantasmas o assombram.  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;De qualquer maneira, o atual ocupante desse belo imóvel deve estar preocupado. Mal começou seu novo “contrato”, de renovados quatro anos, e muita gente já se coloca como pretendente a ocupá-lo em 2013. Alguns claramente, outros, de forma dissimulada, deixam pistas de que nutrem a vontade de ocupar o posto que tal sala confere a seu nobre inquilino. Com menos pudor, em conversas informais e entrevistas, alguns justificam sua pretensão em ocupar o local, usando o argumento de que sua hora chegou. Apressados, sentem a necessidade de serem indicados. Outros, como mártires, dizem que se caso precisarem, carregarão a difícil missão de se instalar em tal lugar, haja vista que tal benefício é precedido de alguns deveres. Dizem que são profissionais e capacitados para exercerem as funções que o posto exige.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Há ainda quem aposta no silêncio, mas cujos olhos brilham quando passam pelo cruzamento da Rio Branco com a Osvaldo Cruz. Fazem de tudo para serem lembrados, esforçando-se ao máximo para saírem nos jornais com largo sorriso e fulgurante pose de otimista. Propagandear as “maravilhas” da pasta que administram, mesmo que decorrentes de meros repasses oficiais, é uma forma de ficarem em evidência, apesar de pouco fazerem de efetivo no lugar que agora ocupam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;A concorrência é grande. Filiações pouco criteriosas e em larga escala, empenho em ficar em evidência, controlar algum partido ou mesmo mostrar afinidade com alguém do alto escalão estadual ou federal. Eis o ritual exigido para ocupar tal imóvel.  Com o tempo alguns desistirão de tal pleito e outros se encantarão com os benefícios do local e se tornarão novos pretendentes. Ou não tão novos assim. Enquanto isso, nós, expectadores, assistimos a um grande Big Brother municipal. Seu premio não é um milhão de reais, mas também não menos interessante. A necessidade de ocupar o imóvel é maior que o comedimento de muitos, talvez porque, como disse Carlos Lacerda, o poder embriaga como o vinho. É verdade, mas muitos ainda acordarão de ressaca.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-846684216131783394?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/846684216131783394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=846684216131783394&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/846684216131783394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/846684216131783394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/03/os-pretendentes.html' title='Os pretendentes'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-797380686548291623</id><published>2009-03-13T10:02:00.000-07:00</published><updated>2009-03-13T10:02:19.529-07:00</updated><title type='text'>Blog de Dom Orvandil: HUMANIZAÇÃO DA CIDADE (III)</title><content type='html'>DOM ORVANDIL:&lt;br /&gt;PARABÉNS PELO ARTIGO EM PAUTA, AINDA, ENTENDO QUE, NESTE NOVO TEMPO QUE SE CHAMA HOJE, FAZ-SE NECESSÁRIO ESTAR EM CONEXÃO COM O DEBATE DA HUMANIZAÇÃO DA CIDADE EM TEMPO DE PÓS-GLOBALIZAÇÃO MIDIÁTICA...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://padreorvandil.blogspot.com/2009/03/humanizacao-da-cidade-iii.html#links"&gt;Blog de Dom Orvandil: HUMANIZAÇÃO DA CIDADE (III)&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-797380686548291623?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://padreorvandil.blogspot.com/2009/03/humanizacao-da-cidade-iii.html#links' title='Blog de Dom Orvandil: HUMANIZAÇÃO DA CIDADE (III)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/797380686548291623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=797380686548291623&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/797380686548291623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/797380686548291623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/03/blog-de-dom-orvandil-humanizacao-da.html' title='Blog de Dom Orvandil: HUMANIZAÇÃO DA CIDADE (III)'/><author><name>Sebar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8333461538629987656</id><published>2009-02-26T16:19:00.000-08:00</published><updated>2009-02-26T16:21:56.257-08:00</updated><title type='text'>O provável improvável</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(102, 102, 102); font-size: 13px; "&gt;&lt;div align="center"&gt;“Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato” (Mario Prata)&lt;/div&gt;&lt;p style="line-height: 1.4em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; height: 1%; overflow-x: visible; overflow-y: visible; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="line-height: 1.4em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; height: 1%; overflow-x: visible; overflow-y: visible; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Contradição? Incoerência? Não! O improvável, em Adamantina, pode ser provável.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="line-height: 1.4em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; height: 1%; overflow-x: visible; overflow-y: visible; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="line-height: 1.4em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; height: 1%; overflow-x: visible; overflow-y: visible; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Ainda em 2008, uma ríspida discussão sobre a abertura do comércio aos domingos foi instaurada após manifestação de empresários. Muitos foram contra. Utilizaram de seus “poderes” e propagaram ideias – naquela época com acentuação – que a medida prejudicaria os pequenos empresários.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="line-height: 1.4em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; height: 1%; overflow-x: visible; overflow-y: visible; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="line-height: 1.4em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; height: 1%; overflow-x: visible; overflow-y: visible; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Das tribunas, incitaram a opinião pública e impediram a regulamentação que permitiria o direito de abertura. Mas, onde estavam as vozes do povo quando uma grande rede funcionou – solitária – aos domingos?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Improvável, mais uma vez, provável. A empresa beneficiada conseguiu autorização deste e daquele, contou com a cegueira de outros e reinou absoluta em prejuízo aos empresários locais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Outro caso intrigante está relacionado a uma grande festa. Um evento com ótima finalidade, mas encoberto por colunas de ferro pintadas de “má intenção”. O alerta foi dado. Muitos acreditaram. Outros não. O “beneficiário”, ciente, vendou-se e dissimulou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;A festa foi um sucesso, mas, desta vez o provável não foi superado pelo improvável e o único beneficiado não foi quem de direito e muitas dúvidas ainda persistem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Na dança das cadeiras, a busca pelo assento central foi intensa. Telefonemas, acordos, pressão... tudo ocorreu como previsto até o resultado: improvável. Aqueles que se apregoavam vencedores falharam enquanto outros comemoravam.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Em 2009, fatos importantes para o futuro da Cidade Joia estarão em pauta, mas espera-se que os resultados não sejam tão improváveis quanto os relatados acima. Que as promessas sejam cumpridas, as amizades não superem, sobremaneira, a competência. Resta aguardar e torcer para que a jiboia – agora sem acento – não se transforme em falsa coral, como a maioria de nossos políticos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Como disse Richard Bach, escritor americano, “coisas ruins não são o pior que pode nos acontecer. O que de pior pode nos acontecer é NADA. (...) Traçamos nossas vidas pelo poder de nossas escolhas. (...) Uma pequena mudança hoje pode acarretar-nos um amanhã profundamente diferente. São grandes as recompensas para aqueles que têm a coragem de mudar, mas essas recompensas acham-se ocultas pelo tempo”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%; "&gt;Everton Santos é publicitário e jornalista em Adamantina&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Fonte: &lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;&lt;a href="http://livrejornalismo.blogspot.com/"&gt;http://livrejornalismo.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8333461538629987656?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8333461538629987656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8333461538629987656&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8333461538629987656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8333461538629987656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/02/o-provavel-improvavel.html' title='O provável improvável'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-4503334997599361687</id><published>2009-02-19T17:20:00.000-08:00</published><updated>2009-02-26T16:24:49.406-08:00</updated><title type='text'>Religião e homofobia</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A Fundação Perseu Abramo divulgou recentemente um estudo sobre a percepção do brasileiro em relação à homossexualidade. Os dados são um retrato do conservadorismo nacional e da perniciosa influência do discurso tradicionalista que persiste no país, acalentado pela maioria das religiões.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Segundo a pesquisa, 58% dos brasileiros veem a homossexualidade como um pecado e 84% defendem que Deus fez o homem e a mulher com sexos diferentes para que cumpram seu papel de ter filhos. Esse entendimento, mesmo não materializado em discriminação explícita, mostra quão atrasado está o debate sobre a questão.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Ao propalarem um modelo “ideal” de organização familiar, contrária à união de pessoas do mesmo sexo, ao divórcio, aos métodos contraceptivos, tais religiões não levam em conta a complexidade das relações humanas e seguem o caminho contrário à liberdade individual. Defende-se um modelo, se não ultrapassado, no mínimo avesso às conquistas de grupos minoritários da sociedade. A defesa de dogmas e de “verdades reveladas” é um direito dos que seguem seus credos, mas não deveria estimular nenhuma espécie de discriminação, nem mesmo de forma dissimulada. Ressalte-se que 99% dos entrevistados afirmaram ter preconceito não-declarado contra lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Ao defender modelos “corretos” de conduta, de família e de costumes e ao marginalizar os que não comungam tais idéias, os religiosos tendem a negar o preceito de igualdade entre os homens, que talvez seja a maior contribuição do cristianismo à humanidade. Estaria aí, portanto, nesse desrespeito às diferenças e aos direitos individuais, o cerne da maioria dos conflitos de toda a história e dos principais embates que são notícia em todo o mundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Não mais se queimam bruxas, hereges, homossexuais ou judeus em praça pública. Mas o fato de a Igreja Católica ter voltado a ofertar o perdão dos pecados por meio de indulgências, prática condenada por Martinho Lutero no século XVII e que consiste em anistiar o pecador da punição pós-morte por meio de pagamento ou de favor, gera a preocupação de que ressurjam certos preconceitos hoje velados no discurso dos púlpitos.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O presidente americano Barack Obama ressalta que a democracia exige que as religiões e seus adeptos traduzam suas preocupações em valores universais, e não em valores específicos de um credo. Ou seja, que as propostas e as visões de mundo defendidas pelos religiosos estejam sujeitas a discussão e sejam influenciadas pela razão. Essa é de fato uma importante condição para que se possa almejar uma sociedade mais pluralista, tolerante e igualitária.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-4503334997599361687?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/4503334997599361687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=4503334997599361687&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4503334997599361687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4503334997599361687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/02/religiao-e-homofobia.html' title='Religião e homofobia'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8867990287593931803</id><published>2009-02-06T08:01:00.000-08:00</published><updated>2009-02-06T08:05:10.667-08:00</updated><title type='text'>A elite branca</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" ;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;A história brasileira está repleta de exemplos que confirmam o conservadorismo político e a aversão das classes dominantes a abrir espaço para outros segmentos sociais. Em nome dos “ilustrados” ou dos abastados, vistos muitas vezes como empreendedores, convencionou-se que a política deveria ter como capitães homens saídos das “boas” famílias brasileiras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=" ;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;   A sanha pelo poder consolidou a crença no nosso país e também no microcosmo dele, no caso Adamantina, de que o destino da plebe deveria ser regido por aqueles que figuram no andar de cima da nossa anacrônica pirâmide social. Quem defende tal premissa pode até mesmo se ancorar nos filósofos iluministas, Voltaire e Montesquieu, por exemplo, que defendiam a igualdade social, mas não a política. A elite que assim pensa estaria amparada em grandes pensadores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" ;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;A escolha do regime monárquico e centralizador de D. Pedro I, no século XIX, já dava indícios de como seriam aqueles que assumiriam os postos públicos no Brasil. Brancos, cristãos, bacharéis. Uma terra governada por escolhidos, donos do poder por gerações, legitimados pela condição financeira ou pela pretensa intelectualidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt;line-height:normal"&gt;&lt;span style=" ;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;Há pouco tempo um articulista de um jornal de grande circulação nacional escreveu: “É aos mais sábios e instruídos que deveria caber a suprema regência”. Esse pensamento leva em consideração apenas o saber diplomado, como se a população fosse uma criança a ser tutelada e, quando necessário, repreendida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify;line-height: normal; "&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;   Passadas duas décadas da redemocratização do Brasil, notam-se poucas mudanças. A vitória de um presidente operário cristalizou ainda mais o discurso conservador que entende a governabilidade atrelada ao capital. Os populares eleitos para cargos públicos carregam o constrangimento de ocupar um espaço que, na visão elitista, não é seu. “Bons tempos quando só os ricos votavam”, cheguei a ouvir anos atrás de uma senhora colunável de Adamantina. Observei então que, se fosse para retroceder politicamente, que se eliminasse também o voto feminino, conseguido a duras penas na década de 1930. E a conversa parou por aí. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;text-indent: 14.2pt; "&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;A elite reclama, mas sabe que seus dias de hegemonia política, fundamentada no pensamento conservador e retrógado, têm data para acabar. A participação efetiva da população, por meio da fiscalização, da organização nos bairros e do contínuo acompanhamento das funções do legislativo e do executivo trará uma revolução silenciosa, porém irrevogável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8867990287593931803?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8867990287593931803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8867990287593931803&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8867990287593931803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8867990287593931803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/02/elite-branca.html' title='A elite branca'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8026042991300960059</id><published>2009-02-01T18:32:00.000-08:00</published><updated>2009-02-01T18:36:54.697-08:00</updated><title type='text'>“O PT foi passado para trás, o PT levou toco” afirma a vereadora Cleusa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SYZb7yHlzJI/AAAAAAAAAEI/7Xwza5d8lCo/s1600-h/013109130236.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SYZb7yHlzJI/AAAAAAAAAEI/7Xwza5d8lCo/s400/013109130236.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298023094271986834" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:26.95pt"&gt;Em um programa especialmente apresentado por Bruno Soares, o Cultura Livre entrevistou nesse sábado, 31/01, a vereadora reeleita do PT, Cleusa da Pastoral. A convidada, que está na Pastoral da Saúde desde 2000, filiou-se ao PT (Partido dos Trabalhadores) em 2001 e se elegeu na primeira disputa a vereança em 2002 com 680 votos. Seus principais projetos foram “Uma criança e uma árvore”, que estabelece o plantio de uma árvore para cada criança nascida em Adamantina, e “Fila do banco”, que determina apenas 15 minutos de espera para o munícipe ser atendido. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:26.95pt"&gt;Como de costume ao entrevistar políticos da cidade, Cleusa explicou quais os motivos para ter ingressado na política adamantinense. Relatou nunca ter gostado do assunto, mas percebeu que com o trabalho social na Pastoral,de certa forma, já estava realizando esta atividade e que, como vereadora, poderia ajudar ainda mais a população. Para isto, filiou-se ao PT por causa de amigos que pertenciam ao partido e também devido à ação que essa agremiação política tem com a área social.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:26.95pt"&gt;Quando questionada sobre sua atuação na política disse que não é perfeita e que pode se avaliar com nota 7. Acredita que evoluiu muito após 4 anos de mandato, porém tem auto-critica suficiente para saber que ainda precisa melhorar. Cleusa admitiu sua frustração na primeira experiência como vereadora por não ter conseguido aprovar o projeto da Lei do Silêncio, que regularia a atividade de carros de som, estabelecimentos noturnos, automóveis com rádios potentes e música alta &lt;st1:personname productid="em festas. O" st="on"&gt;em festas. O&lt;/st1:personname&gt; projeto perdurou desde o começo do seu mandato e não foi aprovado, segundo ela, devido à influência de pessoas que seriam prejudicadas caso a lei fosse aprovada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:26.95pt"&gt;Sem fugir de assuntos polêmicos, Cleusa comentou sobre o vereador e companheiro de partido Fabião. A entrevistada disse que existe algumas arestas e divergências de pensamento entre ambos e que esses problemas ainda não foram resolvidos. Relatou que mesmo estando no mesmo partido, ambos tomam posições independentes e não O votam em conjunto. Já sobre a possível influência política do Pe. Nelson no PT, disse que o considera como um conselheiro por sua inteligência e experiência, mas que ele não interfere diretamente nas suas decisões como vereadora.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:26.95pt"&gt;O bate papo ficou mais acalorado quando foi abordado as negociações políticas sobre a sua possível candidatura como vice de Kiko Micheloni, fato ocorrido no ano passado. Nesse momento a vereadora afirmou que o PT foi passado para trás, pois o partido não procurou o grupo de Kiko para negociar essas questões. Segundo ela o convite partiu do próprio DEM e que após negociações resolveram fechar a questão, buscando a autorização do PT federal. Após isso, seu nome não foi aceito para ocupar a vaga de vice. Segundo Cleusa, isso ocorreu devido a um possível preconceito em torno de seu nome.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:26.95pt"&gt;Nesse momento a vereadora relembrou a polêmica frase vinculada no Jornal da Cidade, na qual algumas pessoas teriam afirmado que ela era feia, gorda, pobre e petista, sendo assim não podendo ser candidata a vice. Cleusa afirmou que essa frase foi dita na câmara municipal e que no mesmo momento chegou a seu consentimento. Perguntada por Carolina Galdino sobre o que achava de tal afirmação deu sua opinião, na qual foi vinculada no jornal, o que gerou forte constrangimento a algumas pessoas. Mesmo assim, a vereadora afirma que o prefeito Kiko nunca teria dito essa frase, pois o conhece há anos e sabe de seu caráter. Mas não descartou a possibilidade de outras pessoas, ligadas ao governo, de terem feito tal afirmação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:26.95pt"&gt;Disse ainda que não se acha feia e que ser pobre não é opção. Ressaltou suas qualidades como mãe, esposa, voluntária e cidadã e criticou as pessoas que se apegam apenas a estereótipos e visões superficiais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:26.95pt"&gt;No final do programa, em um momento mais descontraído, comentou sobre seu visual chamativo e disse ser uma pessoa muito “colorida”. Lembrou que se sente muito feliz com a vida e que, mesmo desiludida com a política, trabalhará firme nos próximos quatros anos. Lembrou ainda os cidadãos de Adamantina que podem cobrá-la em relação a isso.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8026042991300960059?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8026042991300960059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8026042991300960059&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8026042991300960059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8026042991300960059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/02/o-pt-foi-passado-para-tras-o-pt-levou.html' title='“O PT foi passado para trás, o PT levou toco” afirma a vereadora Cleusa'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SYZb7yHlzJI/AAAAAAAAAEI/7Xwza5d8lCo/s72-c/013109130236.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8161178394016398323</id><published>2009-01-23T07:35:00.000-08:00</published><updated>2009-01-23T09:40:13.958-08:00</updated><title type='text'>O interior e o eterno porvir</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Segundo o historiador Marco Antônio Villa, professor da Universidade Federal de São Carlos, o interior do Estado de São Paulo mantém-se no século XIX. Enquanto a capital e as cidades vizinhas se notabilizaram pela inovação e pela transformação ao longo do século XX, a maior parte do Estado continua inexpressiva. Não estamos falando de cana-de-açúcar, serviço público encampado por penitenciárias, recapeamento ou ambulâncias. Isso com certeza temos. Em nossa região há faculdades espalhadas em cada grotão, temos uma televisão regional, ponte sendo construída, estradas reformadas e até um Deputado Estadual! &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A movimentação passa a falsa sensação de relativo progresso. O que mais podemos querer? Para alguns, principalmente os que estão no poder, nada mais. Será? Para Villa, o interior mantém a política do “sim, senhor”, os jornais são subsidiados pelo poder público, a mobilização social é inexpressiva, os professores universitários são conservadores e buscam composição política com o poder instituído. Isso quando se interessam pelos assuntos do município. Não confundamos professores universitários com intelectuais! É verdade que em nenhum momento o pesquisador escreveu pensando em Adamantina, mas poderia, se a conhecesse.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Vivemos na periferia do sertão. Amparados pelo poder estadual e federal vibramos com as migalhas orçamentárias destinadas a uma ou outra obra. “Bondades” pelos votos angariados. Mesmo no campo cultural, instigante espaço, não necessariamente relacionado ao capital, temos que agradecer o apoio estadual. Sem ele o que seria de nossa região? &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:14.2pt"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;De qualquer forma essa postura não é conjuntural e a situação se arrasta por décadas. Quando o falso deslumbramento acabar os mandatários serão inquiridos: O que ficou? Havia política pública eficiente? As medidas não foram paliativas? Onde está a inovação? Pelo visto a roda da história travou no interior. Pouco se construiu de concreto nos tempos de bonança. Como a cigarra da famosa fábula muito se canta e pouco se produz. O momento pede uma mudança clara de postura. Agressiva, inovadora, apartidária, se os egos deixarem. A eleição de novos quadros da Amnap é um momento propício para essa discussão. Elaborar projetos consistentes, direcionando verbas do Governo Federal, com o apoio do empresariado regional, também é uma proposta. Engolir análises, como as feitas por Villa, não é fácil. Mas no momento ele está com a razão.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8161178394016398323?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8161178394016398323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8161178394016398323&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8161178394016398323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8161178394016398323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/01/o-interior-e-o-eterno-porvir.html' title='O interior e o eterno porvir'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2660745143049178008</id><published>2009-01-18T15:01:00.000-08:00</published><updated>2009-01-18T15:06:14.887-08:00</updated><title type='text'>“A democracia deve começar, antes de tudo, no partido”, afirmou Israel</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SXO1yIRkM-I/AAAAAAAAADg/CDo9sU3RpSs/s1600-h/P1070001.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SXO1yIRkM-I/AAAAAAAAADg/CDo9sU3RpSs/s400/P1070001.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5292773859909710818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O convidado de sábado passado, 17 de janeiro, do programa Cultura Livre foi Israel Pereira Coutinho. O policial civil que ficou conhecido por algumas proezas no exercício de sua profissão e se tornou lenda na cidade, nas últimas eleições se candidatou a vereador e conseguiu se eleger como o segundo mais votado, somando um total de 1.258 votos em Adamantina.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro bloco do programa foi mais focado na profissão de policial civil, que o entrevistado exerce há 20 anos como investigador. Israel relatou que seguiu a carreia por ter alguns familiares na polícia ou nas forças armadas, inclusive seu pai, que foi policial militar. Somado a isso, desde criança teve contato visual com armas e fardas, por isso houve a tendência de seguir carreira nesta área. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No decorrer do bloco, Israel esclareceu dúvidas sobre algumas histórias de sua atuação como investigador que se tornaram “lendas” em Adamantina e que lhe deram a fama de policial eficiente. Tal qualidade pode ser comprovada pelo cargo que ocupa de investigador chefe da Delegacia Seccional de Polícia e pela aprovação nos cursos do GARRA da Polícia Civil de São Paulo, do TIGRE (Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil do Paraná) e, principalmente, da SWAT (Polícia Especial de Miami). Este último foi realizado em São Paulo por uma equipe que veio dos Estados Unidos e apenas 25 policiais de todo o Brasil concluíram o curso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Israel também teve espaço para esclarecer um problema de saúde que passou no ano de 2006, quando estava prestando a fase final para o concurso de delegado. Apresentava um nível de stress muito elevado devido à importância da prova e este sintoma aumentou de maneira intensa com o início das ameaças e atentados comandados pelo PCC contra a polícia de São Paulo. O resultado foi uma pneumonia grave que deixou o policial por 18 dias em coma induzido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No segundo bloco a tônica da entrevista foi política local. Israel se elegeu como vereador ao se candidatar pela primeira vez. Explicou que a idéia de ingressar na política surgiu de uma conversa com um amigo, que notou a popularidade do policial. A idéia se concretizou quando houve o convite do PSDB para sua filiação no partido. Para pleitear o cargo Israel se preparou realizando vários cursos de gestão pública e corporativa e lendo livros clássicos sobre o tema. Lembrou também que fez uma campana sem muitos recursos, trabalhando intensamente todos os dias. Dessa forma, afirmou que um candidato pode conseguir uma votação expressiva apenas com boas propostas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Israel afirmou também que os dias dos “políticos assistencialistas” estão contados e que a população de Adamantina está mais seletiva nesse sentido. Quando indagado sobre e eleição para Presidente da Câmara afirmou que seu partido, apesar de ter maioria, não conseguiu vencer a eleição pois houve imposição de um nome. No seu entender algumas posições arbitrárias racharam o partido na votação. Segundo ele a democracia deve começar nas agremiações políticas, com as decisões sendo votadas e debatidas e não sendo ditadas por uma ou outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O entrevistado disse que suas metas como político estão direcionadas para os portadores de deficiência, as instituições filantrópicas da cidade, os direitos do consumidor, a saúde e o esporte. Israel está ciente que pode haver alguns obstáculos, conseqüentes da sua pouca experiência na política, mas que os cursos e os estudos que realiza aumentam sua capacidade.  Afirmou: “Não dá pra fazer milagre, mas eu vou tentar.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2660745143049178008?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2660745143049178008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2660745143049178008&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2660745143049178008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2660745143049178008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/01/democracia-deve-comear-antes-de-tudo-no.html' title='“A democracia deve começar, antes de tudo, no partido”, afirmou Israel'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SXO1yIRkM-I/AAAAAAAAADg/CDo9sU3RpSs/s72-c/P1070001.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-4976105480276305434</id><published>2009-01-16T10:15:00.000-08:00</published><updated>2009-01-16T10:16:52.865-08:00</updated><title type='text'>Serei eu o insensato?</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt; 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Mas, eu, com 24 anos, começo a questionar certas posições, pois a cada dia vejo os fatos que critico serem vivenciados de forma mais intensa. Não é segredo a minha posição crítica em relação ao uso do erário público na construção de imagens religiosas. Deixo claro que não sou contra a sua veneração. Mas, entendo como desnecessário o uso indiscriminado de impostos em artigos direcionados a satisfazer a egolatria. No entanto, semana passada, foi noticiada a construção de uma imagem na cidade de Sertãozinho no valor de 1 milhão e 500 mil reais. Veja bem, mesmo que a arrecadação dessa quantia fosse alcançada de forma espontânea, entre os fiéis da cidade, não conceberia empregar um valor tão alto numa estátua religiosa. Longe se julgar a consciência de cada um, me calaria por saber que a livre iniciativa e o emprego do próprio dinheiro é um direito inalienável. O que intriga é saber que a importância de 1 milhão e 500 mil reais saíram dos cofres públicos de Sertãozinho, com o aval do prefeito e do secretário de obras. Bem, vale lembrar que esse valor poderia ser empregado na construção de cem casas populares. Ou seja, cem famílias de Sertãozinho poderiam desfrutar de uma melhoria em sua condição de vida se o dinheiro gasto na imagem fosse direcionado para a habitação. Nunca é demais mencionar que esse valor poderia ser bem empregado na educação, saúde, saneamento, entre outros. O leitor deve se perguntar: O que tenho com isso? Acredito que a consciência crítica deva ser atemporal. Deve-se fazer o exercício da reflexão a todo instante, mas não pretendo aqui direcionar as conclusões de ninguém. Continuo sem entender certas questões que não se revelam óbvias: Ostentação não está em desacordo com a tradição original das religiões? Como pregar ajuda ao próximo onde se gasta mais de 1 milhão em uma estátua? Há envergadura moral em líderes que não praticam o discurso que proferem aos seus fiéis? No meu entender, essas pessoas deveriam ser as primeiras a tecer críticas a esse tipo de empreendimento. A ética e a cidadania são ultrajadas em casos como esse. Seja um carro caro e luxuoso, desnecessário, ou mesmo uma imagem milionária, algo não encaixa com o discurso. No entanto, a insensatez e a imaturidade talvez não me deixem entender seus reais significados. Serei eu um insensato num mundo de dissimulados? Farei mais essa reflexão.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-4976105480276305434?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/4976105480276305434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=4976105480276305434&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4976105480276305434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4976105480276305434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/01/serei-eu-o-insensato.html' title='Serei eu o insensato?'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2824075446999184648</id><published>2009-01-13T10:09:00.000-08:00</published><updated>2009-01-18T15:18:54.274-08:00</updated><title type='text'>“Tenho diversos projetos para melhorar Adamantina”, afirma Faraday Zanandréa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SXO40-M7GaI/AAAAAAAAADo/kLLZN-Q-ceg/s1600-h/PC310002.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SXO40-M7GaI/AAAAAAAAADo/kLLZN-Q-ceg/s400/PC310002.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5292777207280376226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O programa Cultura Livre do último sábado, 10/01, recebeu como convidado Faraday Geraldo Zanandréa, uma figura marcante de Adamantina, conhecido por suas invenções, histórias e simpatia. Nascido em Matão, Faraday é filho do lendário Alcides Zanandréa, que também foi uma pessoa ligada a ciência, desenvolvimento de projetos e invenções, e que foi responsável pela confecção do galo que fica no alto da torre da igreja Matriz de Santo Antônio.&lt;br /&gt;Faraday começou a entrevista explicando a origem e o significado de seu nome, no qual recebeu como homenagem de seu pai ao grande cientista em estudos sobre o eletromagnetismo Michael Faraday. Quando questionado a respeito de suas invenções, disse que o crédito de inventor deve-se mesmo ao seu pai, a quem considerava um gênio e que teria inventado uma panela de pressão muito tempo atrás, ainda na década de 1930, além de vários outros equipamentos, como um esterilizador para a Santa Casa. No entanto, Faraday não descarta ter desenvolvido alguns projetos e criado algumas engenhocas.&lt;br /&gt;O convidado é um entusiasta da astronomia e ufologia, sendo membro do Clube de Astronomia de Mariápolis, cidade vizinha a Adamantina, e explicou as dificuldades encontradas para desenvolver um projeto desta natureza em nossa cidade. Devido ao seu grande interesse em OVNI’s (Objeto Voador Não Identificado) Faraday coleciona vários filmes com o registro do aparecimento desses objetos em vários lugares do mundo e acredita que o caso Roswell e do ET de Varginha sejam verídicos. Mas disse nunca ter testemunhado algum caso envolvendo OVNI’s ou ET’s em Adamantina. No entanto, afirmou que em nossa região há registros desses fenômenos e que, segundo ele, muitos não relatam por vergonha e pelo descrédito que muitos dão ao tema. Em um momento inusitado do bate papo, explicou aos ouvintes como se deve proceder caso tenha contato com algum disco voador.&lt;br /&gt;Zanandréa também contou sobre seus projetos ambientais e urbanísticos, assim como o de um palco para uso múltiplo que seria feito no pátio da feira livre de Adamantina e que, segundo ele, já está em poder da prefeitura. Além disso, relatou outro projeto, no caso a cobertura do Poliesportivo de Adamantina e algumas modificações para melhoria do transito da cidade. O convidado também confirmou a história de que criou um projeto para solucionar as inundações na cidade de São Paulo, o qual entregou pessoalmente ao governador da época, Geraldo Alckmin.&lt;br /&gt;Ao final desta entrevista, que decorreu de maneira muito descontraída, Faraday finalizou explicando uma curiosidade que vários adamantinenses comentam: se é verdade que ele sai de sua oficina esperando que um saco de dinheiro caia do céu toda que um avião levanta vôo em Adamantina. Segundo ele, a história procede e este costume foi criado devido aos filmes que assistia, onde sempre o bandido deixava cair uma mala de dinheiro de dentro de algum avião. Afirmou que tem esperanças de que um dia esse fato ainda se concretizará.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2824075446999184648?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2824075446999184648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2824075446999184648&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2824075446999184648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2824075446999184648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2009/01/tenho-diversos-projetos-para-melhorar.html' title='“Tenho diversos projetos para melhorar Adamantina”, afirma Faraday Zanandréa'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SXO40-M7GaI/AAAAAAAAADo/kLLZN-Q-ceg/s72-c/PC310002.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-4504475041776508615</id><published>2008-12-11T08:57:00.000-08:00</published><updated>2008-12-11T09:07:34.362-08:00</updated><title type='text'>Cincão</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-f7a2486ef6277c03" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df7a2486ef6277c03%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331091751%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7AC57D54536021E8F57665745A93D793F7B97F61.44FCC5A2754794AF5742E78A30131E0A1C965529%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df7a2486ef6277c03%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DWeCMQ0sIq95JaGBZxBRrzP_9B34&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df7a2486ef6277c03%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331091751%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7AC57D54536021E8F57665745A93D793F7B97F61.44FCC5A2754794AF5742E78A30131E0A1C965529%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df7a2486ef6277c03%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DWeCMQ0sIq95JaGBZxBRrzP_9B34&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div&gt;Mais um curta-metragem do cineasta Cacá Haddad. Gostem ou não é cultura autóctone, feita por um adamantinense, com produção adamantinense.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É apenas o trailer, mas vale a pena conferir o fime todo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-4504475041776508615?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=f7a2486ef6277c03&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/4504475041776508615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=4504475041776508615&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4504475041776508615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4504475041776508615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/12/cinco.html' title='Cincão'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-6115566573903351963</id><published>2008-12-09T19:25:00.000-08:00</published><updated>2009-01-18T15:20:33.919-08:00</updated><title type='text'>Já fui ameaçado por matérias que fiz, afirma Everton Santos no ‘Cultura Livre’</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SXO5KdJyMlI/AAAAAAAAADw/rCW-T4JG8Pc/s1600-h/PB260006.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SXO5KdJyMlI/AAAAAAAAADw/rCW-T4JG8Pc/s400/PB260006.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5292777576365961810" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="line-height:115%;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;No último sábado, dia 6, o programa ‘Cultura Livre’ bateu papo descontraído com o jornalista Everton Santos. Publicitário e jornalista formado pela FAI, Everton trabalhou nos jornais Diário do Oeste, Impacto e Independente, da cidade de Lucélia e, por conta disso, comentou a atuação do ‘quarto poder’ em nossa cidade, como também sua militância na política, onde ventilaram seu nome para pleitear o executivo, em 2004. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="line-height:115%;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;A entrevista, muito descontraída, abordou temas interessantes de sua carreira jornalística, como as polêmicas reportagens feitas sobre a prostituição infantil no trevo da cidade, onde ele e seu amigo, Eduardo Graboski, passaram horas de ‘tocaia’ esperando o melhor momento para fazer a reportagem e tirar fotos. Contou ainda que a matéria esteve pronta alguns dias antes de ser publicada, mas para não atrapalhar a atuação do Conselho Tutelar, esperaram o momento propício para divulgá-la a população. Everton fez críticas ao poder público, pois afirmou que não adianta a imprensa denunciar e investigar se as autoridades competentes não fizerem seu papel.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="line-height:115%;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Afirmou ainda que manteve várias atritos com a política editorial dos jornais que trabalhou, pois, como já afirmaram Sergio Vanderlei e Antonio Vitor no ‘Cultura Livre’, a imprensa sofre influência de grupos políticos e econômicos da cidade. Sobre a questão, Everton comentou sobre as inúmeras ameaças que sofreu por suas reportagens, no qual, em um momento extremo, foi ameaçado por um cidadão que vaticinou um possível ‘acidente’ que ele sofreria no trânsito com sua moto.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="line-height:115%;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Sobre sua participação na política local, o entrevistado relembrou sua pré-candidatura a prefeito de Adamantina, na época pelo Partido Verde. Disse que, com apenas 23 anos, entendeu que poderia ser uma alternativa a política local, mas que saiu antes do pleito pois ‘forças obscuras’ usariam o palanque para outros fins. Relembrou de um fato pitoresco dessa época, na qual, para retirar sua candidatura, teve que brigar, fisicamente, com um membro do partido.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="line-height:115%;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Mesmo assim, hoje filiado a outra agremiação política, entende que os partidos políticos são importantes para desempenhar mudanças em nossa cidade. Nesse momento, comentou sobre alguns partidos locais e algumas cúpulas que, no seu entendimento, são antidemocráticas. No fim da entrevista, afirmou que no momento não pensa em se candidatar a vereança, mas que por seu interesse pela cidade não é um pensamento a ser descartado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-6115566573903351963?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/6115566573903351963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=6115566573903351963&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6115566573903351963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6115566573903351963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/12/j-fui-ameaado-por-matrias-que-fiz.html' title='Já fui ameaçado por matérias que fiz, afirma Everton Santos no ‘Cultura Livre’'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SXO5KdJyMlI/AAAAAAAAADw/rCW-T4JG8Pc/s72-c/PB260006.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-7500021365722794015</id><published>2008-11-27T18:31:00.000-08:00</published><updated>2008-11-27T18:32:17.727-08:00</updated><title type='text'>Decisão Judicial Histórica.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Na última semana, a notícia mais comentada nos jornais locais e em conversas regadas a cafés em Adamantina, foi a decisão judicial que condenou o ex-prefeito José Laércio Rossi e a Mitra Diocesana de Marília a restituir aos cofres públicos o dinheiro usado na construção da imagem de Nossa Senhora Aparecida. Entretanto, a mesma sentença confirmou a permanência da estátua na entrada da cidade. Uma decisão sensata, mas a ser refletida. Em artigo anterior, afirmei minha posição em relação a questão, defendendo o ressarcimento do dinheiro bem como a retirada da imagem. Não o fiz por questões pessoais e sim por, naquele momento, entender que tal situação se configurava como uma arbitrariedade de seus idealizadores, opinião essa que ainda mantenho. Com o passar do tempo entendi que a população católica adamantinense não deveria ser penalizada pelo erro e omissão de alguns. Mesmo defendendo que as manifestações religiosas devam se manter em âmbito privado ou em espaços reservados para tal fim, acredito que a imagem já se firmou no imaginário religioso de grande parcela dos munícipes e sua retirada poderia ser traumática, dessa forma desnecessária. Mesmo assim, a decisão tomada pela justiça, no que tange o dinheiro público, foi totalmente acertada e serve de exemplo para qualquer idealização futura que, creio eu, será tomada de maneira democrática e sensata. Aos poucos, alguns homens públicos de Adamantina começam a perceber que a sociedade se torna vigilante e que nenhum ato, mesmo populista, não passará pelo crivo dos que zelam pelo patrimônio público e pelo uso correto do erário municipal. O momento torna-se propício para algumas reflexões a esse respeito e a decisão da justiça confirma o caráter laico de nossa constituição. Não privilegiar alguma religião é um dos aspectos mais democráticos que podemos defender. Exigir direitos iguais a todos os credos, ou aos que não o têm, demonstra maturidade política e social em uma comunidade. Dessa maneira, devemos levantar a questão sobre o aniversário de Adamantina, transferido de 2 de abril para 13 de junho em uma manobra de alguns homens, num passado não muito distante, os quais pensavam estar acima do bem e do mal, ou seja, acima das leis. A religião tem um papel social de destaque na sociedade brasileira e seu campo de atuação abrange inúmeros setores e grupos. Não entendo o porquê essa forte mobilização não ser usada como uma ferramenta para diminuir as diferenças sociais em nossa comunidade e criar um ambiente de esforços múltiplos. Ao contrário, esse poder é usado para reafirmar uma posição, muitas vezes ultrapassada, e que não condiz a teoria com a prática. Onde se prega humildade, desprendimento material e desapego ao poder se vêem ostentação e manipulação da opinião pública. A decisão da justiça é um sopro de discernimento que deve servir de reflexão a muitos adamantinenses. Imagens, automóveis caros, entre outras coisas não condizem com uma filosofia que muito pode ser benéfica a quem a professa. Desde que, é claro, seja usada de forma crítica e reflexiva. Adamantinenses, pensemos sobre isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-7500021365722794015?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/7500021365722794015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=7500021365722794015&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7500021365722794015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7500021365722794015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/11/deciso-judicial-histrica.html' title='Decisão Judicial Histórica.'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-1124161999783031967</id><published>2008-11-09T14:48:00.000-08:00</published><updated>2009-01-18T15:22:14.829-08:00</updated><title type='text'>Advogada Carolina Galdino analisa a política local no "Cultura Livre"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SXO5nyVDafI/AAAAAAAAAD4/RxLVsFOvsEA/s1600-h/PA290001.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SXO5nyVDafI/AAAAAAAAAD4/RxLVsFOvsEA/s400/PA290001.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5292778080266578418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O programa Cultura Livre entrevistou, no último sábado, a advogada Carolina Galdino da Silva. Cidadã atuante na sociedade local, a convidada discutiu o engajamento do cidadão dentro da política municipal, o papel dos conselhos municipais e a avaliou os últimos quatro anos da gestão Kiko Micheloni. Carolina, que coleciona um vasto trabalho frente a vários conselhos municipais, tais como, saúde, assistência social e cultura, revelou o porquê de sua saída destes grupos, efetivada na semana passada. Afirmou que em Adamantina os conselhos municipais não cumprem o seu verdadeiro papel, que é orientar o poder público, e que na maioria das vezes as pessoas que estão a frente destes grupos são pessoas direta ou indiretamente ligadas ao governo local, proporcionando uma espécie de acomodação de seus integrantes. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Perguntada sobre qual a sua proposta para haver uma maior participação popular na cidade, Carolina respondeu que o poder público deve respeitar o povo e promover o diálogo acima de tudo, fato que, segundo ela, começa a ser trabalhado junto a administração com o auxílio do professor Mauro Cardin, classificado pela entrevistada como o “Guru” da gestão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Sobre a participação feminina na política adamantinense, Carolina afirmou que o tratamento do prefeito Kiko Micheloni à sua vice-prefeita, Beth Meirelles, exemplifica a falta de diálogo do Executivo com o público feminino. Salientou que a posição da vice, no dia da eleição, quando esteve sozinha na frente do Fórum, foi emblemática nessa questão. Relembrou também que, quando esteve como presidente da Rede de Combate ao Câncer, ouviu inúmeras promessas do prefeito, que, segundo ela, não foram minimamente atendidas nos últimos quatro anos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Carolina teceu fortes críticas a secretária da saúde e disse que a gestão nessa área deixa muito a desejar. Nessa questão, disse que o conselho de saúde, no qual participava, não tem nenhuma representatividade, pois apenas acata ordens e não discute os diversos problemas existentes no setor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Indagada sobre uma possível candidatura ao legislativo nos próximos anos, afirmou que não passa isso por sua cabeça e que para ser atuante na sociedade não, necessariamente, precise ocupar cargo público. Defendeu ainda a não remuneração da vereança, pois muitos candidatos exercem a função devido ao salário e não por competência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Respondeu ainda sobre a possibilidade da fundação de um partido em Adamantina sobre a sua liderança. Afirmou que, com muito cuidado, está procurando uma agremiação de orientação esquerdista que possa ajudar no crescimento de Adamantina e acenou com alguns contatos com o PSOL.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;No final da entrevista disse que continuará cobrando o poder público por melhorias para a Adamantina e espera uma atuação política mais agressiva dos gestores junto ao poder Estadual e Federal, como já articula o prefeito de Osvaldo Cruz, Valtinho.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-1124161999783031967?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/1124161999783031967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=1124161999783031967&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1124161999783031967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1124161999783031967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/11/advogada-carolina-galdino-analisa.html' title='Advogada Carolina Galdino analisa a política local no &quot;Cultura Livre&quot;'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/SXO5nyVDafI/AAAAAAAAAD4/RxLVsFOvsEA/s72-c/PA290001.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-4657030851206010650</id><published>2008-10-19T15:13:00.000-07:00</published><updated>2008-10-19T15:20:41.550-07:00</updated><title type='text'>“Ninguém chuta cachorro morto. O Laércio está vivo!” afirma ex-prefeito no ‘Cultura Livre’</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para finalizar a série de entrevistas com os ex-prefeitos de Adamantina, o programa Cultura Livre convidou José Laércio Rossi, prefeito por dois mandatos consecutivos antes da atual administração. O ex-prefeito, considerado por muitos e por ele mesmo como populista, realizou oito anos de uma administração cheia de realizações e polêmicas e não teve medo de se explicar nos microfones da Rádio Cultura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Laércio Rossi ingressou na política quando participou da equipe que apoiava a candidatura de Tino Romanini pelo PMDB e acabou se lançando como candidato a vereador. Eleito e, posteriormente, reeleito, foi presidente da Câmara dos Vereadores por unanimidade no seu segundo mandato. Na entrevista, concedida ao Cultura Livre, falou sobre os motivos que o impulsionaram a pleitear o executivo e esclareceu todos os casos polêmicos dos seus anos no poder.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ex-prefeito disse que os primeiros 4 anos de mandato foram os mais difíceis, pois ao tomar posse haviam várias dividas acumuladas, que ressaltou não serem apenas da administração anterior, mas que, devido a não existência da Lei de Responsabilidade Fiscal, foram se amontoando com o passar dos anos. Para quitar essas dívidas conseguiu um parcelamento junto ao governo do estado e realizou um acordo com a representação sindical da época para usar o caixa do FAPEM. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Laércio, o segundo mandato foi mais tranqüilo. As dívidas foram sanadas e haveria tempo maior para realizações. As mais importantes seriam a municipalização do ensino, a transferência do almoxarifado, o investimento em infra-estrutura nos bairros e, principalmente, a unificação da FAFIA com a FEO para o nascimento da FAI. Durante esse processo, um fato curioso chama atenção. Com a participação e ajuda do ex-prefeito Lulu, Laércio Rossi conseguiu apoio do consagrado jogador de basquete Oscar Schmidt, então secretário de Esportes e Turismo da cidade de São Paulo, que com contatos pessoais ajudou Adamantina na criação da faculdade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de uma primeira gestão sem grandes problemas administrativos, a tranqüilidade acabou com a “perseguição política” que marcou seus últimos 4 anos na prefeitura. Vieram à tona polêmicas com os casos do CSU (Centro Social Urbano), do trator da prefeitura roubado, da imagem de N.S. Aparecida e da Comaf. Houve até a criação de uma ONG para protestar contra sua administração pública. Segundo Rossi, todos os casos tiveram conotação política e que muitos que o perseguiram hoje ocupam cargos na prefeitura. Quando questionado sobre sua relação com o prefeito Kiko Micheloni preferiu não responder, mas afirmou ter havido uma ‘caça as bruxas’ nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ex-prefeito fez questão de esclarecer todos os casos, principalmente aquele que tomou maior repercussão atualmente: a imagem de N.S. Aparecida construída na entrada da cidade. Sobre esse caso, disse: “Foi construída com dinheiro público sim. Tem nota na prefeitura.” Entretanto explicou-se dizendo que não sabia que era errado e que se soubesse tiraria dinheiro do próprio bolso. Aproveitou a oportunidade para pedir desculpa a população e dizer que o processo está em andamento na justiça. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao final do programa, Laércio Rossi foi questionado se sua vida política estava morta. Ao responder a pergunta, foi veemente: “Eu sou político. Estou fazendo política Eu só paro quando morrer.” Ao reafirmar sobre a suposta perseguição que existiu sobre ele, completou: “Ninguém chuta cachorro morto. O Laércio está vivo!” No entanto, explicou que seria muito difícil, no atual momento, sair candidato a prefeito novamente. Mas, caso houvesse uma oportunidade, recursos, uma equipe competente e a justiça lhe permitisse, não descartou a possibilidade. Encerrou a entrevista com uma frase misteriosa: “Não penso em ser prefeito, pelo menos nos próximos 4 anos”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-4657030851206010650?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/4657030851206010650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=4657030851206010650&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4657030851206010650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4657030851206010650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/10/ningum-chuta-cachorro-morto-o-larcio.html' title='“Ninguém chuta cachorro morto. O Laércio está vivo!” afirma ex-prefeito no ‘Cultura Livre’'/><author><name>Mateus Tiveron da Costa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2900853434025998741</id><published>2008-10-08T11:40:00.001-07:00</published><updated>2008-10-08T11:40:49.055-07:00</updated><title type='text'>Solicitação</title><content type='html'>Como já havia alertado antes, este espaço está perdendo seu objetivo e atitudes incoerentes ou ofensivas estão tomando o lugar do debate democrático e construtivo. Não concordo com a atual postura e não compactuo com tais acontecimentos, desta forma solicito a exclusão de meu nome no hall de colaboradores do blog Agora. Meus textos serão publicados no &lt;a href="http://www.livrejornalismo.blogspot.com/"&gt;http://www.livrejornalismo.blogspot.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Everton Santos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2900853434025998741?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2900853434025998741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2900853434025998741&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2900853434025998741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2900853434025998741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/10/solicitao.html' title='Solicitação'/><author><name>Everton Santos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/-SAjoHSIhCT8/TrwHElYMeoI/AAAAAAAAACs/qpMvOjyyhXU/s220/1.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-943098973795917829</id><published>2008-10-06T09:31:00.000-07:00</published><updated>2008-10-06T09:33:19.347-07:00</updated><title type='text'>E agora eleitos?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;No momento em que escrevo esse artigo, Adamantina se prepara para escolher as pessoas que irão gerir nosso município pelos próximos quatro anos. Cria-se um sentimento de grande expectativa no porvir, principalmente pelo fraco debate e pelas poucas propostas que permearam essa eleição. Na verdade, o que foi visto foi o velho ‘mais do mesmo’, com candidatos mais preocupados com jingles e panfletos do que com propostas efetivas para a cidade. Entretanto, acredita-se que haja fôlego e vontade política para transformar Adamantina e não deixar o ótimo momento que o país atravessa passar à margem de nossa cidade. É imprescindível que o ocupante do 5º andar, juntamente com seus secretários, esteja afinado com o Governo Estadual e, principalmente, o Federal, para conseguir verbas e efetivar projetos. Para isso, os políticos devem enterrar antigas e novas rusgas que possam ter surgido no desgastante período eleitoral, e trabalharem em conjunto. Não desmerecendo outros partidos, mas o prefeito deve sentar com a executiva do PT e PSDB municipal e pensar no que pode ser conseguido para a cidade. Isso não é utopia de um jovem que nada conhece de política, e sim o que se espera daqueles que administram o que é de todos. Adamantina é uma cidade pequena, e parcerias com as instâncias superiores devem ser o norte para o desenvolvimento econômico e social. Para isso, precisa-se de políticos gestores, que saibam elaborar projetos e tenham verdadeira vocação e zelo pela coisa pública. Todos sabem que, para se ganhar uma eleição, costuram-se inúmeras alianças e novos ‘parceiros’ pipocam a todo instante. No entanto, o prefeito deve ter pulso firme e coerência na hora de mexer no secretariado, levando em consideração a competência e não a legenda partidária. Os vereadores devem trabalhar para consolidar Adamantina como líder regional, utilizando de seus contatos políticos para a liberação de verbas para as áreas mais importantes. Não devem, também, se imiscuir dos grandes debates de nossa sociedade, como a federalização da FAI, a consolidação da AMNAP, o contrato com a Sabesp, o problema do trânsito, a mortalidade infantil, as questões ambientais, vide o córrego Tocantins, entre outros. Espera-se dos secretários projetos inovadores que melhorem a qualidade da educação e da saúde, que lancem bases efetivas para o desenvolvimento cultural nos bairros, que busquem alternativas para o comércio e a agricultura e que não percam as oportunidades e as verbas que por aí estão. Adamantina pode, nesses quatro anos, dar um enorme passo qualitativo. O momento urge, e a gestão 2009-2012 pode passar para a história como aquela que impulsionou e consolidou nosso município como força regional, ou aquela que requentou a mesmice de anos atrás e só deva ser digna de lembrança pelas fotos emolduradas na parede da biblioteca. A sorte esta lançada. Não podemos esquecer que o êxito ou não da empreitada é de todos os adamantinenses que tiveram o livre arbítrio e escolheram, conscientemente, nossos administradores. Daqui quatro anos termino esse artigo. Ele está em aberto, e será ditado pelos 10 felizardos escolhidos por nós. Que assim seja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-943098973795917829?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/943098973795917829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=943098973795917829&amp;isPopup=true' title='40 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/943098973795917829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/943098973795917829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/10/e-agora-eleitos.html' title='E agora eleitos?'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>40</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8915452381576861082</id><published>2008-09-26T12:45:00.001-07:00</published><updated>2008-09-26T12:47:12.042-07:00</updated><title type='text'>Revelações de pai-de-santo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Depois das pesadas críticas dos últimos dias, não vi outra alternativa a não ser de novo procurar um pai-de-santo. Mas antes que digam que virei feiticeiro, gostaria de esclarecer que o meu único objetivo na visita era apenas saber até quando serei hostilizado por causa de minhas inocentes crônicas.&lt;br /&gt; Chegando ao terreiro de consultoria espiritual percebi que não iria ser fácil falar com o conceituado Pai Chico, uma vez que em época de eleição a fila de “pacientes” é enorme. O que tinha de gente esperando atendimento era coisa de louco.&lt;br /&gt;            Mas como brasileiro não desiste nunca, ao ver nosso velho conhecido Lábios Úmidos, pensei: o problema da fila está resolvido. Ledo engano, pois o dito cujo chegou perto de mim e cochichou: “Arruma uma onça, que eu te passo na frente dos outros!” Aquilo me confundiu. Onde eu iria arrumar uma onça? Se pelo menos fosse um gato preto...&lt;br /&gt;            Percebendo minhas dúvidas, Lábios Úmidos traduziu: “Não é um felino que eu quero, e sim uma notinha de cinqüenta!” Duas horas depois – e uma “oncinha” mais pobre – finalmente chegou minha vez.    &lt;br /&gt;Na sala de audiências, nova surpresa. Não é que o pai-de-santo perguntou se eu havia virado político. Respondi que não, e expliquei o que tinha me levado lá. Pai Chico deu uma tragada no cachimbo e comentou: “Sossega, filho, não vai demorar e seus críticos estarão fazendo xixi de cócoras!” Confesso que não me animei muito com o “castigo” que será aplicado nos meus críticos, já que esse tipo de coisa eles tiram de letra.&lt;br /&gt;Então Pai Chico reclamou que tinha uma coisa perturbando o sono dele e que talvez eu pudesse ajudar. Em seguida, explicou que tudo começou quando dois postulantes a um cargo muito cobiçado pediram para ele fazer um ritual chamado “cachimbo revelador”.&lt;br /&gt;Segundo o pai-de-santo, nesse ritual os adversários pitam em velhos cachimbos e aquele que conseguir fazer mais fumaça ganha o objeto que está em disputa. Como no caso em pauta o primeiro sujeito não precisou de muito esforço para encher o recinto de fumaça, o segundo – que não conseguiu fazer nem uma fumacinha – disse que aquilo era fraude e que no seu cachimbo não tinha fumo. Ofendido, Pai Chico desabafou: “Logo você vai levar o maior fumo da sua vida!” E o brigão não deixou por menos: “Pois saiba que eu vou fechar este lugar em janeiro!” &lt;br /&gt;Depois desse relato, o pai-de-santo deu uma nova tragada no cachimbo e perguntou se eu poderia fazer algo para impedir que o seu terreiro fosse fechado. Como não sou bobo nem nada, respondi: “Fica tranqüilo, grande guru, teu xará nunca deixará isso acontecer!”&lt;br /&gt;Muito feliz, Pai Chico começou a dançar e a falar coisas que eu não conseguia entender. E assim termina mais um texto que vai render dissabores a esse pobre cronista.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8915452381576861082?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8915452381576861082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8915452381576861082&amp;isPopup=true' title='31 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8915452381576861082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8915452381576861082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/09/revelaes-de-pai-de-santo.html' title='Revelações de pai-de-santo'/><author><name>Londrina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>31</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-1692354880149641028</id><published>2008-09-17T09:51:00.002-07:00</published><updated>2008-09-17T13:36:01.377-07:00</updated><title type='text'>Ensaio sobre o fracasso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Não há ninguém mais admirado do que o sujeito que está plantando a própria danação, distribuindo vantagens a amigos e pisando rivais, falando o que quer, flertando o tempo todo com a irresponsabilidade e, com isso, passando aos que o rodeiam a sedutora idéia de que sensatez é coisa de fraco. Esse período de ouro do futuro arruinado, para quem vive por perto, é uma tentação: “Se fulano faz o que faz e é o que é, bobo sou eu de fazer tudo certo!”&lt;br /&gt;O fracasso parece ser um processo em dois tempos, em que o primeiro é a causa, e o segundo, o efeito. O curioso é que, quando se está no céu (na causa) é difícil imaginar que o inferno (o efeito) está por vir. É natural, se de um lugar desse para ver o outro, o céu não seria um paraíso. E a experiência mostra que o infortúnio não tem pressa de chegar. Às vezes a festa é tão longa que se chega a pensar que o ditado “O crime não compensa” só vale se se levar em conta o juízo final. Essa demora ajuda a confundir.&lt;br /&gt;Na primeira etapa, julga-se (admira-se) um sujeito notável, arrojado, que sabe aproveitar a vida; na segunda, os poucos que se dêem ao trabalho condenam a trajetória de um condenado, o que é uma redundância. De que vale a história de um solitário? Nada mais sem graça do que um pavão que perdeu as penas...&lt;br /&gt;O primeiro período é bem mais marcante do que o segundo, quando apenas se “deduz” o óbvio, isto é, que a insensatez penaliza. Aquilo que antes era arrojo agora leva o nome de trapalhada. Essa lembrança sobre a trajetória do abandonado dura um instante, é aborrecida e meio moralista; já o período de admiração à boa-vida dele foi longo e instigador, porque colocava sob suspeita nossos próprios hábitos.&lt;br /&gt;Quando estão carregando o bêbado para fora da festa, ficamos um pouco chateados de ter bebido com ele; quando estão fazendo pouco-caso do mal-sucedido, nos perguntamos como pudemos tê-lo admirado. Agora que se deram mal, fora com os dois!, aconselham nossos mecanismos de defesa do ego.&lt;br /&gt;Contudo, o candidato a bêbado-banido continuará a ser quem mais vai nos divertir nas festas e o futuro solitário, aquele que mais vai nos instigar no dia-a-dia. Nenhum dos dois leva uma etiqueta na testa anunciando seu destino, e a irresponsabilidade, por se confundir com uma vida mais leve e interessante, é uma musa insistente, que vive acenando com promessas de felicidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-1692354880149641028?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/1692354880149641028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=1692354880149641028&amp;isPopup=true' title='22 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1692354880149641028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1692354880149641028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/09/ensaio-sobre-o-fracasso.html' title='Ensaio sobre o fracasso'/><author><name>Mauro Cardin</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14795729414953911254</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>22</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2255471594215932426</id><published>2008-09-12T09:38:00.000-07:00</published><updated>2008-09-12T09:39:29.688-07:00</updated><title type='text'>Meninos de Rua</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Quando te vi na rua&lt;br /&gt;Abandonado, com pele nua&lt;br /&gt;Pensei comigo&lt;br /&gt;Quanta injustiça&lt;br /&gt;Nesta sua via, amigo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem família, sem amparo&lt;br /&gt;Pela vida afora&lt;br /&gt;Esperas em vão, meu caro&lt;br /&gt;Por uma mão amiga&lt;br /&gt;E a sociedade só te explora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na rua tudo vê&lt;br /&gt;Drogas, bêbados, violência&lt;br /&gt;E nenhuma chance pra você&lt;br /&gt;E lá se foi sua inocência&lt;br /&gt;Esperas criança, espera...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão menino, tão adulto&lt;br /&gt;Sem esperança para vencer&lt;br /&gt;Embaixo do viaduto&lt;br /&gt;Passa fome, cheira cola&lt;br /&gt;Enfrenta tudo para viver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando dorme escondido&lt;br /&gt;Sonha com castelos encantados&lt;br /&gt;Acorda na realidade&lt;br /&gt;Com seus sonhos acabados&lt;br /&gt;Mas não se dá por vencido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sociedade maldita&lt;br /&gt;É o que pensas todo dia&lt;br /&gt;Em sua mente aflita&lt;br /&gt;Vai morrendo a esperança&lt;br /&gt;Nasce então a agonia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Come restos de comida&lt;br /&gt;Nos restaurantes e becos&lt;br /&gt;Ninguém te enxerga a ferida&lt;br /&gt;Nos dias de frio seco&lt;br /&gt;Ainda espera a mão amiga&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(*) Escrito em 1993, quando o autor tinha 12 anos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2255471594215932426?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2255471594215932426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2255471594215932426&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2255471594215932426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2255471594215932426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/09/meninos-de-rua.html' title='Meninos de Rua'/><author><name>Everton Santos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-5922953460153868593</id><published>2008-09-11T07:12:00.000-07:00</published><updated>2008-09-11T09:56:29.686-07:00</updated><title type='text'>Bienal vs. Braz</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Algum tempo atrás fui convidado para ir à Bienal do Livro. Não era um convite certo, pois apenas se restasse vaga no ônibus eu poderia fazer parte da excursão. No entanto, me empolguei com a possibilidade, já que nunca tinha ido a nenhuma e havia tempo pensava no assunto. A viagem estava sendo organizada para que professores das escolas da cidade pudessem visitar tal evento.&lt;br /&gt;Sabendo do dia da partida, fiquei curioso por não ter recebido nenhuma confirmação e , torcendo para que restasse meu lugar, resolvi perguntar para quem me convidara em que pé andava a situação. Para minha surpresa a data da ida seria prorrogada mais uma semana, porque não conseguiram preencher o ônibus de 40 lugares com um grupo de professores adamantinenses e seus possíveis agregados.&lt;br /&gt;Pior! Semanas depois, recebi a notícia de que não haveria mais viagem para a Bienal. Não deu certo. Não funcionou. Porque? Por partes. Eu até entendo que as pessoas são ocupadas, com sua família, compromissos, ou até trabalho levado para casa, como é comum no caso de professores. Pode haver milhares de causas plausíveis e aceitáveis.&lt;br /&gt;Entretanto, a Bienal é um evento literário imenso. Proporciona contato direto com a literatura, expõe novidades e permite aquisição fácil de qualquer livro. Agora, como podemos almejar uma sociedade de grandes leitores, algo tão forte nos franceses, por exemplo, sendo que nem o professorado aprecia a literatura? O incentivo não deveria vir apenas daquele texto maçante, repetido e decorado que sempre surge quando se aproxima a temporada de vestibulares. Atitude é algo que deveria ser valorizado também.&lt;br /&gt;Aposto que se fosse pra ir ao Braz, comprar toneladas de roupas e apetrechos, o ônibus lotaria e quem não fizesse reserva de vaga perderia a chance. Levariam família, convidariam amigos e no próximo dia letivo os alunos ficariam sabendo da loucura que é aquele lugar e como tem mercadoria boa e barata “como essa camiseta aqui”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-5922953460153868593?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/5922953460153868593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=5922953460153868593&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5922953460153868593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5922953460153868593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/09/bienal-vs-braz.html' title='Bienal vs. Braz'/><author><name>Mateus Tiveron da Costa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-896369599423963403</id><published>2008-09-11T04:35:00.000-07:00</published><updated>2008-09-11T09:56:55.097-07:00</updated><title type='text'>"Escurão", um lugar para os envergonhados</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;No texto “Quarto escuro”, Mauro Cardin faz uma excelente dissertação de um assunto que deveria ter sido estudado por aqueles que estão disputando as eleições em nossa querida Adamantina. Isso, apesar do velho mestre ter usado em sua argumentação algumas palavras implacáveis para os mais incautos.&lt;br /&gt;Assim, analisemos parte do que o filósofo escreveu: “O envergonhado é pois um desmascarado. Se o mundo é um baile de máscaras, como diz Machado de Assis, o sujeito sobre quem recai a vergonha é aquele cuja máscara caiu, e para quem já não há mais lugar no baile. Só lhe resta ir para o quarto escuro, abraçar o travesseiro e tentar reunir forças para voltar a se expor ao olhar alheio”.&lt;br /&gt;Seguindo essa dura, mas correta linha de raciocínio, nossas autoridades deveriam preparar uma “clínica” para receber algumas centenas de pessoas que nestas eleições serão vitimadas pela síndrome do quarto escuro. Aliás, acredito que o único local com espaço suficiente para atender tamanha demanda seria o ginásio de esportes que, com algumas adaptações, poderia ser transformado no “Escurão”. Explico.&lt;br /&gt;Como em nossa cidade temos cerca de 70 candidatos disputando as nove cadeiras da Câmara Municipal, é óbvio que mais de 60 desses candidatos serão derrotados. E já que entre eles existem pelo menos 40 calouros na política, após a “chevrolezada” alguns irão procurar um quarto escuro para abraçar o travesseiro em busca de forças para encarar os olhares dos amigos que não concordavam com as suas candidaturas. Dessa forma, fica mais do que justificada a importância que o “Escurão” terá para nossa sociedade.&lt;br /&gt;No entanto, não serão só os candidatos derrotados que irão precisar de tratamento no novo estabelecimento de saúde. Serão necessárias umas 50 vagas para atender os fracassados empresários de partidos nanicos, bem como para abrigar os coordenadores de campanha que um dia sonharam com um carguinho de agente político. Detalhe, esses dois grupos, por questão de segurança, devem ocupar leitos próximos ao Centro de Tratamento Intensivo - CTI do “Escurão”.&lt;br /&gt;Finalmente, gostaria de dizer que uma ala do “Escurão” deverá ser ocupada por alguns integrantes do Blog Àgora Adamantinense, que em seus comentários infelizmente se esquecem de que a humildade e o respeito pelo próximo devem ser colocados acima de qualquer outra coisa, inclusive de berços e de posições sociais. Espero que uma temporada no “Escurão” faça com que essas pessoas passem a refletir antes de atacar seus semelhantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-896369599423963403?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/896369599423963403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=896369599423963403&amp;isPopup=true' title='29 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/896369599423963403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/896369599423963403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/09/escuro-um-lugar-para-os-envergonhados.html' title='&quot;Escurão&quot;, um lugar para os envergonhados'/><author><name>Londrina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>29</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-4690615182409721743</id><published>2008-09-09T18:34:00.000-07:00</published><updated>2008-09-09T18:35:55.007-07:00</updated><title type='text'>Refletindo o símio</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá, meninos, (vejam sou a primeira mulher convidada no blog, que honra!). Cá estamos para conversar um pouco mais sobre nossa terra e nossa gente. O nome do blog mais que sugestivo leva-nos a refletir sobre o bicho escolhido: o símio. A figura do macaco sempre exerceu uma espécie de fascínio e simpatia no humano. Fascínio pela “inconfundível semelhança” e simpatia pela capacidade de provocação e imitação, além da ternura que emana destes. Por pior que fosse King Kong na tela do cinema ou na TV, a torcida era para ele. Mas no caso específico, aqui no blog, o símio aparece às vezes como esperto, brincalhão, imitador, caricato, maroto, feio, astuto, amigo. Às vezes, em situações anedóticas, menosprezando ou super-dimensionando suas verdadeiras características comportamentais. Mas o nosso símio também tem lá suas muitas virtudes, pois aparece em muitas culturas religiosas, em países como a China, Índia e Japão, com características mais míticas e repletas de significados: como conciliação, harmonia e sabedoria. Assim, como recomendação, fica aqui um provérbio muitíssimo conhecido: “cada macaco no seu galho”. Se vamos viver em grupo, a convivência  deve ser benéfica e cada um dos participantes encontrar seu papel nessa rede social , de forma a preservar a harmonia e a coesão do blog. Se vocês não sabem, o porquê do provérbio, ele indica que “os macacos fazem escândalos quando um invade o espaço do outro e muito macaco num galho só, quebra”.&lt;/div&gt;Carolina Galdino, terça, 9 set.2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-4690615182409721743?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/4690615182409721743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=4690615182409721743&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4690615182409721743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/4690615182409721743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/09/refletindo-o-smio.html' title='Refletindo o símio'/><author><name>Carolina Galdino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2744785940711157171</id><published>2008-09-04T20:20:00.000-07:00</published><updated>2008-09-04T20:22:05.480-07:00</updated><title type='text'>Os Encastelados – Um sitcom adamantinense</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Adamantina é uma cidade engraçada. Fatos pitorescos ocorrem todos os dias em nossa cidade e, devido a isso, não devemos desperdiçar essa farta matéria-prima. De todos os grandes comediantes que temos por aqui, nativos ou não, há uma classe que não se apresenta muito, mas quando o faz, nos deixa inebriados com tamanha desenvoltura e perspicácia. Não, não estou falando dos políticos. Seria fácil demais, a piada já estaria pronta. E esses, como muitos já sabem, são bem conhecidos. Estou falando de outro tipo, pessoas que estão em menor evidência, mas que não deixam de dar seus pitacos. Esses belos atores são os intelectuais. Ou melhor, os pseudo-intelectuais. Talvez só reconheça um quem também o seja, mas não é o momento de fazer autocrítica. Para facilitar o texto usaremos apenas intelectuais. Alguns desses adamantinenses seriam ótimos protagonistas de um programa humorístico. Inglês, de preferência, pois o humor britânico é mais sutil e agrada os paladares artísticos mais exigentes. Seria algo simples, sem muito investimento, pois o centro seria as atuações, ou melhor, o conteúdo. Posso imaginá-los. Devem ser um pouco gordinhos, afinal, intelectual que se preze não deve se preocupar com o físico. Isso é imposição da indústria cultural alienante. Não devem aparecer sempre, é verdade, pois um bom intelectual só deve se manifestar em momentos propícios, quando a escuridão reinante precise de alguma luz esclarecedora. Por isso, deveria ser algo mensal. As piadas devem ser sutis mas, levemente irônicas, usando, com moderação, algumas pilhérias cotidianas. O intelectual não gosta de entregar a comédia pronta, deve instigar o espectador, fazer um ‘humor inteligente’. Um bom sitcom intelectual deve ter um tom crítico em relação à sociedade. Os personagens devem ser analistas bem informados, alguém que retire dos movimentos mais corriqueiros a massa bruta para seu espetáculo. Alguém da academia, obviamente. Devem zombar das tradições, mas também dos modismos. Contudo, ser a todo o momento relativista, afinal, intelectual sempre deixa algo no ar, não entrega nada fácil. Fariam um humor um tanto Andy Kaufman, afinal, nem todos os compreenderiam. Cada um teria seu bordão, algo do tipo ‘Pelas barbas de Marx’, ou, ‘Que Shakespeare não nos ouça, mas... ’.  O problema seriam as críticas. Um intelectual que se preze não aceita que o julguem. Sua verdade é inabalável, e os grandes pensadores estão aí para não o deixarem mentir. Eles fogem do escrutínio, principalmente se for do cidadão comum, isso é inadmissível para os doutos. Entretanto não desistiriam de tal empreitada, afinal, acreditam que o humor, principalmente o sarcástico, serve para desanuviar mentes e acordar sociedades em estado latente. Essa não é uma obra de ficção, ‘Os Encastelados’ existe em Adamantina. Resolveram sair de seus pedestais, para o deleite dos pares. Aguardamos agora os novos capítulos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2744785940711157171?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2744785940711157171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2744785940711157171&amp;isPopup=true' title='30 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2744785940711157171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2744785940711157171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/09/os-encastelados-um-sitcom-adamantinense.html' title='Os Encastelados – Um sitcom adamantinense'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>30</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-7948923962511300571</id><published>2008-09-04T11:21:00.000-07:00</published><updated>2008-09-04T12:33:23.229-07:00</updated><title type='text'>AMNAP</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;No meu texto de apresentação gostaria não de disertar sobre um tema especifico, mas sim de propor uma discussão sobre ele, mesmo porque pouco conheço sobre a AMNAP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo eu um grande admirador dos blocos econômicos formados aqui e ali, não por grandes potências que o fazem para pressionar economias menores, mas por paises e regiões historicamente oprimidas que nos últimos anos o vem fazendo brilhantemente, e com sucesso, para deixarem de ser oprimidas, vejo nessa associação uma saída, ou pelo menos uma alternativa para o fim do anonimato político da NAP.&lt;br /&gt;Longe de pensar que a AMNAP seria um grupo econômico, mas por entender que a união faz a força, acredito que uma organização desse nível estruturada e forte seria de grande utilidade para atrair os olhares das esferas estadual e federal para a nossa região em anos impares (não eleitorais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje pouco se ouve falar sobre a AMNAP, e pouco se sabe sobre sua real função, sobre seus projetos, suas metas, EM ADAMANTINA, outros municípios da região que valorizam mais essa associação, principalmente os da região de Dracena tem se beneficiado com ela, porém, ainda muito pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem três diretorias regionais, Dracena, Tupã e Adamantina, e uma diretoria geral, na qual contamos com um representante, o vereador Celso Osmar Mastelini (2º tesoureiro), a diretoria regional de Adamantina é composta por José Francisco Micheloni, Elisabeth Gomes Meireles, Maria de Lourdes Santos Gil (vereadora de Adamantina), respectivamente diretor, vice-diretora e secretaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais seriam os benefícios dessa diretoria regional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual a influência da AMNAP em São Paulo e em Brasília?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria a hora de colocar-mos a mão na massa e utilizar essa entidade a nosso favor?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-7948923962511300571?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/7948923962511300571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=7948923962511300571&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7948923962511300571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7948923962511300571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/09/amnap.html' title='AMNAP'/><author><name>Jé Theodoro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_psOcrD9pg24/TNqph3zSWNI/AAAAAAAAACk/EB9dUgTq9DA/S220/tranca.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-7137777892952529758</id><published>2008-09-01T17:26:00.000-07:00</published><updated>2008-09-01T17:28:27.121-07:00</updated><title type='text'>Sérgio Seixas defende federalização da FAI no 'Cultura Livre'</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;A seqüência de entrevistas com ex-prefeitos de Adamantina, no programa Cultura Livre, continuou no último sábado, 30/08, com a ilustre presença de Sérgio Gabriel Seixas. Com uma carreira política importante, o convidado lembrou o início de sua militância política, não partidária, quando tinha apenas 15 anos e fazia parte de uma congregação cristã. Em 1967 ajudou na fundação do MDB (Movimento Democrático Brasileiro), atual PMDB e, participou, junto com Fernando Henrique Cardoso e José Serra na fundação do PSDB em 1989.&lt;br /&gt;O ex-prefeito explicou como se elegeu a prefeitura, na época por meio do voto vinculado. A idéia inicial era se candidatar como vice, junto com mais 3 candidatos a prefeito, todos do mesmo partido, para ajudar a candidatura de Franco Montoro para governador de São Paulo. Apesar de não ter o objetivo de ser prefeito, devido a questões pessoais, acabou se tornando único concorrente por seu partido. Mesmo Tino Romanini recebendo mais votos diretos, Sérgio Seixas foi eleito com ajuda dos votos de Montoro, que também se elegera.&lt;br /&gt;O ex-prefeito relatou alguns feitos da sua administração, como a construção do Poliesportivo, para não utilizar o espaço do Estádio Municipal na realização de grandes eventos. Tal projeto, viabilizado por sua especialização em arquitetura e urbanismo, resolveu o problema de uma grande erosão existente no local da obra. Também foi responsável pela instalação da Secretaria da Agricultura, sendo Adamantina a primeira cidade do Estado a possuir tal secretaria. Lembrou, também, das dificuldades em se montar, numa cidade do interior, um corpo de secretários competentes e dedicados. Não devido à falta de pessoas deste calibre, mas ao desgaste que a ocupação de tais cargos traria para essas pessoas.&lt;br /&gt;Quando questionado a respeito da federalização da FAI, admitiu que tal processo traria apenas benefícios. Primeiro porque a diferença entre o orçamento municipal e o federal para manter a instituição é muito grande o que, como conseqüência, haveria intercambio cultural, docentes de vários locais do país e grande desenvolvimento para a cidade. Mesmo indagado por Cacá Haddad, que se posicionou contrário a idéia, Seixas afirmou que ter o respaldo do governo federal seria de suma importância para Adamantina. Porém, mesmo elencando os benefícios, afirmou que a federalização é um projeto inviável, pois não acredita que o Governo Federal se interessaria por tal empreendimento.&lt;br /&gt;No final da entrevista, Sérgio Seixas declarou que tem grande orgulho e honra de ter sido prefeito de Adamantina, cidade que, segundo ele, já contou com grandes administradores. Afirmou que Adamantina já foi palco de grandes realizações e conquistas, principalmente pela atuação conjunta de oposição e situação, que trabalhavam unidas para atingir os objetivos almejados pela sociedade.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-7137777892952529758?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/7137777892952529758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=7137777892952529758&amp;isPopup=true' title='50 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7137777892952529758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7137777892952529758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/09/srgio-seixas-defende-federalizao-da-fai.html' title='Sérgio Seixas defende federalização da FAI no &apos;Cultura Livre&apos;'/><author><name>Mateus Tiveron da Costa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>50</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-7086888494474671601</id><published>2008-08-28T14:24:00.000-07:00</published><updated>2008-08-28T14:26:57.851-07:00</updated><title type='text'>O busto do Cônego Aquino</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Hoje ele está salvo. Imponente, faz parte do patrimônio histórico de Adamantina e pode descansar, sabendo que, amparado pela lei, ninguém pode retirá-lo de lá. Altivo, tranqüilo, encontra-se na Praça Deputado José Costa. Meio sem jeito, é verdade, pois o ambiente é uma homenagem a imigração japonesa em nossa cidade, e sua figura está um tanto descontextualizada no local. Contudo, pelo que passou, o busto do Cônego João Batista de Aquino está bem instalado, se levarmos em conta a contenda criada em torno de tal efígie. Poucos sabem, mas a imagem de Nossa Senhora Aparecida, instalada na entrada de Adamantina, não pode se dar ao luxo de ser a única a causar problemas em nosso município, que conta com uma história de fatos marcantes e pitorescos em sua história recente. Corria o ano de 1962 e, nesse momento, surgiu um movimento que, iniciado por seus correligionários, incentivou a população de Adamantina a requerer a colocação do busto. Bem, nada mais justo. Cônego Aquino foi prefeito de Adamantina. Contudo sem muito fazer pela administração pública, pois seus problemas de saúde o impossibilitaram de exercer as funções que o cargo exigia. Mesmo assim, talvez por sua ligação com a Igreja, instituição historicamente presente em nossa sociedade e que maneja sua pesada mão de tradições tentando impor seus dogmas e seus ícones a toda a população, a idéia ganhou força. Creio eu, que os familiares de todos os ex-prefeitos poderiam reivindicar tal honraria, mas não é hora de entrar nesses méritos. Todavia, por questões políticas e afins, Cônego Aquino, que não foi unanimidade no meio político, não teve o projeto para a instalação de sua imagem aceita pelos legisladores do momento. Mesmo assim, utilizando de medidas ‘paralelas’ o busto foi colocado no jardim da estação. Segundo Tino Romanini, Presidente da Câmara na ocasião, esse ato foi considerado autoritário e desrespeitoso frente à lei do município, pois a ‘homenagem’ foi alocada sem a autorização do poder público, levando a acreditar que alguns se colocavam acima da lei, tentando prevalecer suas convicções pessoais. Neste momento, Antônio Cescon, prefeito de Adamantina, pediu para Tino Romanini tomar as medidas legais cabíveis ao fato. Dessa forma, o busto do Cônego Aquino foi arrancado da praça, o que criou um grande desconforto frente a setores de nossa comunidade. O imbróglio durou algum tempo e, devido à grande pressão, a câmara autorizou a recolocação do busto, por meio da Lei nº 698/63. Esse fato, para alguns, mero acontecimento adamantinense, deve ser tratado com máxima atenção, quando se estão em jogo o poder público e os legisladores de nossa cidade. A lei deve ser cumprida sem restrições, atendendo sempre a todos os setores de nossa sociedade, que devem ser consultados em certas ocasiões. A ingerência da religião, em certos assuntos, não deve ser permitida, como o caso citado acima e, também, a mudança na comemoração do aniversário de nosso município, para 13 de junho, no intuito de atender pretensões político-religiosas. Por vontade de um grupo, ensinamos, erroneamente, a história de nossa cidade há muito tempo. Bem, essa é uma questão relevante e espero que muitos reflitam sobre os fatos. Os problemas, por que passaram o busto do Cônego Aquino, não podem ter sido em vão. Espero que Adamantina tenha aprendido a lição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-7086888494474671601?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/7086888494474671601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=7086888494474671601&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7086888494474671601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7086888494474671601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/08/o-busto-do-cnego-aquino.html' title='O busto do Cônego Aquino'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8898832044715956118</id><published>2008-08-26T17:14:00.000-07:00</published><updated>2008-08-26T17:15:18.442-07:00</updated><title type='text'>Uma reunião além da província...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;“Sem sair da sua porta, o homem pode saber o que acontece no mundo. Sem olhar pela janela, pode ver TAO que está no céu. Quanto mais corra atrás da sabedoria, tanto menos saberá. Por isso, sem correr para um e para outro lado, o sábio compreenderá sem ver e completará sem agir.” (Lao Tse)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Neste novo tempo que se chama hoje, os desencontros fazem parte do cenário tupiniquim em terras provincianas, talvez, como sempre, para fazer a diferença em meio à mesmice de sempre, quando as pessoas procuram apenas estar e se esquecem de ser!&lt;br /&gt;Assim, os anos passam para os simples mortais em nível internacional, mas, como sempre, a província continua levando as coisas como se o lado de fora nada significasse para as transformações no cenário da pós-globalização para as limitações de uma província perdida na região oeste do oeste paulista.&lt;br /&gt;Mas, nem tudo reflete a mesmice de sempre, neste caso em pauta, uma reunião sem mais e sem menos, talvez, apenas uma comemoração neste novo tempo sem o tempo, todavia, o que seria da vida sem a vida, ainda, do fim sem o mesmo fim para um outro fim?&lt;br /&gt;Não se sabe quando tudo começou, porém, mais do que depressa as coisas aconteceram para o lado deste ou daquele menos desavisado e perdido com suas contradições com o outro canto, tudo bem, não se pode ganhar sempre diz o dito popular tupiniquim, todavia, um outro olhar pode chamar o descuidado para fazer parte de uma mesma roda, neste caso, pode ser a descoberta de uma roda quadrada para um cientista calado pelas suas falas promessas sobre a virtude de uma moral descabida da lua com o sol numa luz de marte.&lt;br /&gt;O luar provinciano destoa em noites com estrelas num céu sem fim, pode ser para o mal, mas, o bem pode aparecer neste momento e fazer a diferença para o desencontro dos astros noturnos, quando as estrelas seguem um cometa perdido em busca da eternidade do tempo sem o tempo em meio ao tempo para um outro tempo.&lt;br /&gt;Quem dera estar em compasso de espera com o cenário provinciano neste meio sem início e muito menos final de alguma coisa para um momento solene em meio às desavenças do poder sem o poder local, ainda mais com as eleições chegando para o “País do faz de conta”, quando, mais uma vez, as escolhas estão nos votos e tudo pode acontecer,a te mesmo, “elle”, o desaparecido aparecer para colher alguns votos aqui e outros ali para uma reeleição além da província.&lt;br /&gt;Mas, voltando à questão anterior, ou seja, de uma reunião sem mais e sem menos para sair de uma mesmice provinciana, pode-se pensar sem deixar o pensador agitar com suas palavras ao vento, se bem que, neste novo contexto, a pluralidade anda fazendo das suas pela mídia impressa, deixando assim, a transparência se tornar nebulosa pelas falsas promessas do passado, também, as marcas do discurso se perdem pelas manobras de uma perseguição qualquer para o outro lado em busca da validação popular e assim por diante, entretanto, as vozes do além ficam circulando pelas ruas e esquinas de uma quadra perdida da província.&lt;br /&gt;O nome não faz a diferença desta vez, pois, são como afirma o texto bíblico, a saber “pérolas aos porcos” com uma mensagem bovina para destoar o clima neste confronto com o “franco-atirador provinciano”, aquele que, pensa que sabe de alguma coisa, porém, não sabe e muito menos, imagina alguma coisa sobre tudo e todos ao mesmo tempo...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8898832044715956118?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8898832044715956118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8898832044715956118&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8898832044715956118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8898832044715956118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/08/uma-reunio-alm-da-provncia.html' title='Uma reunião além da província...'/><author><name>Sebar</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-3372014039668808908</id><published>2008-08-22T17:13:00.000-07:00</published><updated>2008-08-22T17:15:04.824-07:00</updated><title type='text'>The book is on the table</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Alla mia nonna Idalina che non capisce inglese, solo l’italiano, dedico.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pensei muito antes de escrever este artigo, afinal, não quero dar a impressão de ser um “crica”. No entanto, quando se trata da cultura brasileira, sinto que devo tomar uma posição do tipo Policarpo Quaresma, nacionalista extremo. A minha guerra é contra o vasto vocabulário da língua inglesa, que enfeita (realmente enfeita, pois muitas pessoas não sabem o significado de tais palavras) desde portas de banheiros (W.C.) até um dos programas de maior audiência da televisão brasileira (Big Brother).&lt;br /&gt;Darei alguns exemplos das minhas últimas experiências com a língua anglo-saxã. Estava na capital paulista e ao entrar em uma pizzaria deparei-me com uma atrocidade, pois ao abrir o cardápio observei que as pizzas vegetarianas estavam assinaladas com a palavra inglesa “veggie”. Não seria melhor dizer que aquelas pizzas eram “vegetarianas”? Vamos para um segundo exemplo. Em uma ótica, de um “shopping center” de Bauru (não seria melhor centro de compras?), encontrei um grande anúncio com a foto da modelo Ana Hickman.  Sob a marca do produto li o seguinte slogan: “eyewear”.  Não seria melhor que estivesse escrito “moda dos olhos”? Mas não termina por aí. Ainda no mesmo “centro de compras” encontrei uma loja que estava oferecendo uma promoção de seus produtos. Ao invés de colocar a palavra portuguesa “promoção” o proprietário optou por colocar a palavra “sale”. Na hora de almoçar naquele “centro de compras” deparei-me com um restaurante que exibia a placa “chinese food”. Que tal “comida chinesa”?&lt;br /&gt;Estive nos Estados Unidos e nunca vi um cardápio de restaurante oferecendo “pizza vegetariana”; lojas querendo vender, escrevendo “promoção”; restaurante chinês que oferecesse “comida chinesa”.&lt;br /&gt;Não seria melhor investir na cultura brasileira, em nossa língua, que, mesmo trazida pelo colonizador europeu, tornou-se plena de brasilidade, oferecida pela mistura das raças? Por acaso o leitor lembra do último dia do folclore brasileiro? Talvez não! Alguém ainda lembra das lendas do Saci-pererê, da Mula-sem-cabeça, da Iara a mãe d'água? Com certeza lembramos mais das histórias do Halloween.&lt;br /&gt;Este artigo não tem o intuito de condenar a língua inglesa ou a cultura norte-americana, que é de suma importância no mundo globalizado, mas de valorizar a nossa cultura, perdida em alguma carteira de escola. Por que qualquer nevasca nos Estados Unidos tem que ser manchete nos principais telejornais brasileiros? Por que temos que acompanhar as eleições americanas todas as noites, como se os Estados Unidos fossem parte do Brasil? Será que os americanos, todas as noites, em seus telejornais, acompanham os problemas das secas que temos no nordeste? Será que eles acompanham ansiosamente as nossas eleições presidenciais? Em agosto de 2001 fui aos Estados Unidos para fazer um curso de inglês. Chamou-me atenção o número de bandeiras norte-americanas na frente das casas. Passado um mês da minha chegada, as torres gêmeas sofreram o maior atentado terrorista da história mundial. Notei que as bandeiras norte-americanas triplicaram. Pude perceber que o sentimento cultural e patriótico pode sustentar e mudar uma nação. No caso do Brasil, ou respeitamos a nossa cultura, ou, mais uma vez, voltaremos a trocar bugigangas por ouro e pau-brasil. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-3372014039668808908?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/3372014039668808908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=3372014039668808908&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/3372014039668808908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/3372014039668808908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/08/book-is-on-table.html' title='The book is on the table'/><author><name>Cacá Haddad</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_xDX1Fyi-MVg/SF3HyNPPUXI/AAAAAAAAAAU/RaHt1TqAV5g/S220/Imagem+016.jpg'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8304023447966628076</id><published>2008-08-20T12:10:00.000-07:00</published><updated>2008-08-20T14:29:28.882-07:00</updated><title type='text'>Quarto escuro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Quem quer falar pouco mas dizer tudo diz apenas: “É uma vergonha!”, e o julgamento está feito. Quando digo isso, estou afirmando que o sujeito que julgo é vil, ao mesmo tempo em que dou a entender que eu não faria o que ele fez. Eis então uma sentença agradável de proferir. Acabo com o outro e me valorizo. Talvez por isso seja tão comum.&lt;br /&gt;Mas, do lado de quem a vergonha atinge, ela é um assunto proibido: das grandes dores não se fala. “A vergonha”, diz Elizabeth La-Taille, “é vivida como uma profunda tristeza, por vezes até como um desespero, acompanhada do desejo de desaparecer”.&lt;br /&gt;O envergonhado é pois um desmascarado. Se o mundo é um baile de máscaras, como diz Machado de Assis, o sujeito sobre quem recai a vergonha é aquele cuja máscara caiu, e para quem já não há mais lugar no “baile”. Só lhe resta então ir para o quarto escuro, abraçar o travesseiro e tentar reunir forças para voltar a se expor ao olhar alheio. Nesse sentido, o quarto escuro é um lugar fora do mundo.&lt;br /&gt;Como se sabe, o supremo juiz moral é a sociedade ou mais exatamente “o povo”, que para Luigi Anolli se coloca e é sentido como um juiz objetivo e imparcial. Ele é imaginado como uma platéia de pessoas que, “de olhos bem abertos, olham para você e o espiam atrás das janelas, que comentam suas ações sem piedade, que as julgam e as criticam asperamente, que trocam entre si avaliações de condenação”.&lt;br /&gt;Pedro sempre foi tido como um sujeito casto e puro, mas de repente algo acontece e ouve-se dizer que ele fez uma coisa muito feia, aí todos passam a achar Pedro um sujeito indigno; e o pior é que Pedro também.&lt;br /&gt;Por isso, muitas vezes a vítima de violência moral prefere o silêncio a explicar-se. La-Taille avalia que isso decorre do fato de a pessoa, por ficar arrasada com a humilhação, passar a aceitar o que lhe é imposto. Diz ainda que tudo se dá para a pessoa como se todas as outras compartilhassem do julgamento [e isso torna demolidora a acusação].&lt;br /&gt;O oposto da vergonha parece ser o orgulho. Enquanto o orgulhoso se exibe, o envergonhado se esconde; um ama os refletores; o outro, o quarto escuro que, tão logo se dá o vexame, convida: “Vem aqui, vem morrer um pouquinho...” E o sofredor vai se derreter nas sombras, como se aqueles de quem ele foge não fossem feitos da mesma fraqueza e jamais passariam pelo mesmo apuro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8304023447966628076?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8304023447966628076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8304023447966628076&amp;isPopup=true' title='30 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8304023447966628076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8304023447966628076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/08/quarto-escuro.html' title='Quarto escuro'/><author><name>Mauro Cardin</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14795729414953911254</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>30</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-735168778601363104</id><published>2008-08-20T11:56:00.000-07:00</published><updated>2008-08-20T12:01:02.203-07:00</updated><title type='text'>Desligamento do Blog</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Texto enviado por Rubens Galdino ao administrador do Blog Ágora Adamantinense:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;'Por não concordar com atitudes anti-democráticas e covardes daqueles que utilizam o anonimato, peço retirada de meu nome desse blog. Agradeço a todos que, de alguma forma, contribuiram, com suas observações e críticas, para meu crescimento intelectual e ético'. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Abraços, com apreço,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Rubens Galdino&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-735168778601363104?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/735168778601363104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=735168778601363104&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/735168778601363104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/735168778601363104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/08/desligamento-do-blog.html' title='Desligamento do Blog'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-6591814778800240182</id><published>2008-08-13T04:18:00.000-07:00</published><updated>2008-08-24T21:15:59.752-07:00</updated><title type='text'>Candidato sofredor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Brasileiro, sofrido, sem cultura e iludido&lt;br /&gt;Candidato desalinhado, esperançoso e trabalhador&lt;br /&gt;Poucas posses, poucas alegrias, muitas mágoas e esquecido&lt;br /&gt;Tristonho, abatido, ainda assim lutador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Face marcada pelo tormento da indecisão&lt;br /&gt;Sem sorte nem norte, não aceita renunciar&lt;br /&gt;Sabe que poucos votos não ganham eleição&lt;br /&gt;Candidato teimoso, não chora e não vai chorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A miséria mora ao lado, seus vizinhos passam fome&lt;br /&gt;A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;leishmaniose&lt;/span&gt; matou seu cachorro, feriu seu coração&lt;br /&gt;Sabe que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;natimortos&lt;/span&gt; são anjos sepultados sem nome&lt;br /&gt;Candidato abandonado, castigado pela solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser de outro mundo, vive em penitência&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Faz&lt;/span&gt; campanha sozinho, sem ajuda nem santinho&lt;br /&gt;Candidato errante, luta com insistência&lt;br /&gt;Depois de perder tudo, buscará outro caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Candidato sofredor, com suas mágoas e sua dor&lt;br /&gt;No final ficarão poucos pertences, quase tudo acabou&lt;br /&gt;Restarão a família e o recado que a urna mandou&lt;br /&gt;Para um lugar desconhecido, vai o candidato sofredor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Candidato sofredor, sofredor sem destino&lt;br /&gt;Derrotado na política, agora é visto como estorvo&lt;br /&gt;Daqui a quatro anos, não pensará mais como menino&lt;br /&gt;E nem em sonho será candidato de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Obs&lt;/span&gt;: Apesar das mudanças ocorridas na legislação eleitoral terem reduzido as dificuldades dos candidatos mais humildes, o poder &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;econômico&lt;/span&gt; continua sendo o grande divisor de águas em eleições municipais. Prova disso são os pretendentes ao cargo de vereador com menores chances de sucesso nas urnas. Esses, além de serem menosprezados pelos amigos, também são preteridos dentro do partido a que pertencem.&lt;br /&gt;Assim, espero que “Candidato sofredor”, além de render algumas críticas a este pobre articulista, também sirva de reflexão aos coordenadores de campanha. Afinal, os poucos votos dos “sofredores” ajudam eleger pessoas privilegiadas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-6591814778800240182?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/6591814778800240182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=6591814778800240182&amp;isPopup=true' title='32 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6591814778800240182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/6591814778800240182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/08/candidato-sofredor.html' title='Candidato sofredor'/><author><name>Londrina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>32</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-7850141651774314286</id><published>2008-08-11T17:56:00.000-07:00</published><updated>2008-08-11T17:59:55.456-07:00</updated><title type='text'>A religião e o espaço público</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Certos temas são classificados pela sociedade brasileira como não passíveis de discussão e posicionar-se em alguns desses casos denota liberdade intelectual, abertura ao diálogo e respeito às diferenças. Partindo desse pressuposto, dois fatos ocorridos recentemente colocam no cerne do debate a influência e a participação religiosa em políticas públicas e no direcionamento de verbas a favor dessa ou daquela crença, o que não pode passar despercebido e sem uma mínima reflexão por parte da sociedade. Refiro-me aos casos da polêmica imagem de Nossa Senhora Aparecida em Adamantina e da discussão sobre a entrega da pílula anticonceptiva, conhecida como ‘pílula do dia seguinte’, no carnaval pernambucano, o que causou a ira da Igreja Católica daquele estado. Antes de qualquer coisa devemos salientar que o Estado brasileiro é laico, significando assim que não há religião oficial e que todas as crenças têm direitos iguais perante a legislação do país. Analisando por essa ótica me posiciono a favor da retirada da imagem da santa da entrada da cidade, pois esta se caracteriza como uma arbitrariedade de seus idealizadores em relação às outras religiões que não compartilham da mitologia religiosa defendida pelo catolicismo. O culto em ambiente privado não representaria nenhuma agressão, afinal é de extrema importância a livre expressão religiosa de cada cidadão, o que no caso de Adamantina não se enquadra, pois dinheiro público foi usado na confecção e instalação da imagem. O contribuinte adamantinense pode sim sentir-se lesado contra tal ato, pois ele participa indiretamente da promoção de um ícone religioso de qual a fé ele não professa e por isso não precisa estar disposto a pagar por ele. Essa discussão poderia abranger também o caso do crucifixo que se encontra na câmara de vereadores da cidade, a réplica do Cristo Redentor e de outras imagens em prédios públicos, pois ferem a constituição e se tornam uma imposição ao culto católico, algo abolido no Brasil desde a primeira constituição republicana de 1891. Certamente, a esmagadora maioria dos adamantinenses está na religião católica e há ainda outros que, mesmo em outra crença, simpatizam com a imagem e seu simbolismo, todavia, devemos lembrar que uma verdadeira democracia não é a ditadura da maioria e sim o respeito pela multiplicidade e a defesa dos menos representados. Essa visão enquadra-se também no caso da distribuição gratuita da pílula no carnaval de Recife, alvo de duras críticas da Igreja daquele estado que, por incrível que pareça, tenta mudar a decisão da secretaria e proibir essa medida pública de saúde. Católicos, evangélicos, espíritas e outros, devem sim entrar no debate sobre as questões político-sociais do país e devem também defender suas bandeiras morais e éticas, isso é incontestável. Contudo, é inadmissível que a Igreja, usando de seu alto poder representativo na política, queira interferir e modificar, a seu bel prazer, as medidas de prevenção adotadas por esta ou aquela cidade. Os cidadãos e turistas de Recife, assim como os adamantinenses, não são obrigados a conviver e aceitar qualquer tipo de ingerência religiosa em suas vidas, tanto em medidas de saúde pública quanto em ícones em locais também públicos. O ato de usar ou não a camisinha, defender ou não o aborto, usar ou não a pílula, ostentar ou não um símbolo religioso, deve se manter em caráter privado ou ser colocado em debate no momento adequado, sempre atento a todas as vozes discordantes e mediados por um órgão competente para isto, e não ser imposto, com o pretexto de ser a voz e a vontade de uma pretensa ‘maioria’. Espero que políticos, religiosos, pessoas públicas e os cidadãos comuns estejam abertos e cientes disso, e percebam que antes de sua opção particular de fé há o respeito às leis, o direito do indivíduo, o poder do Estado e o respeito às minorias, casos não levados em conta nas cidades de Adamantina e Recife. Após a correção dos desvios a religião deve manter-se estrita a seus séquitos e não imposta, por vias tortuosas, a todos os cidadãos. Dessa forma, aplaudo a decisão da justiça sobre a retirada da imagem da santa na entrada da cidade e defendo a total separação da religião em relação ao Estado, tanto das decisões políticas como dos cofres públicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obs: Texto publicado no dia 8 de fevereiro - Diário do Oeste. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Levantei, novamente, a questão, pois pouco sei sobre a opinião dos adamantinenses sobre o assunto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-7850141651774314286?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/7850141651774314286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=7850141651774314286&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7850141651774314286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7850141651774314286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/08/religio-e-o-espao-pblico.html' title='A religião e o espaço público'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2401555073330968987</id><published>2008-08-09T04:28:00.000-07:00</published><updated>2008-08-09T04:29:12.428-07:00</updated><title type='text'>QUE BOM SERIA...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Se existe um ano no qual os brasileiros ficam contentes, este é o ano das eleições municipais. Tudo se transforma: o inverno de três anos de estagnação nos deixa e o sol da primavera faz surgir as flores que representam os frutos do progresso. Em todas as cidades deste país vemos o desenvolvimento, principalmente em obras que saltam aos olhos da população. De repente, todo o atraso desaparece e, em apenas um ano, o ano das eleições municipais, as cidades se transformam em verdadeiros canteiros de obras. O brasileiro, que tem memória curta, se lembra apenas do passado próximo e como em um passo de mágica, esquecendo o rigoroso inverno, se delicia com a beleza das frágeis flores da primavera.&lt;br /&gt;            Apenas para reforçar que o brasileiro tem memória curta, basta lembrar o caso do Sr. Ministro da Fazenda e do caseiro Francenildo. O Sr. Ministro ficou um mês nas manchetes dos principais jornais do país sendo acusado de quebrar ilegalmente o sigilo bancário do caseiro que “heroicamente” o dedurou no escândalo “casa do lobby”, o que lhe custou o cargo de Ministro da Fazenda. Vocês lembram o que aconteceu? O Ex-Sr. Ministro se elegeu deputado federal e o ex-caseiro se... Pois é, brasileiro tem memória curta mesmo, mas assim é melhor, afinal não é todo país que tem o salvador da pátria, o magnífico e extraordinário “ano das eleições”.&lt;br /&gt;            O meu sonho é que todos os anos fossem de eleições municipais, assim, presumo eu, anualmente as cidades receberiam os melhores investimentos, pelo menos aqueles de infra-estrutura que como as flores da primavera nos enchem de alegria. O prefeito poderia tentar se reeleger por quatro anos consecutivos, mas para isto teria que provar durante todos os anos da sua administração que ele realmente promove a estação das flores, como realmente deve ser: uma vez por ano.&lt;br /&gt;            Andando pelas cidades de nossa região vemos a primavera: recapeamento asfaltico, reformas de escolas e creches, praças reformadas, surgimento de parques industriais e até imagens de santos enfeitando as entradas das cidades, afinal em ano eleitoral qualquer santo ajuda. Fico contente com as flores da primavera surgindo em todo país, pena que seja apenas uma vez a cada quatro anos. Só não vemos flores todos os anos por reflexo da consciência política e educacional do povo brasileiro. Ainda bem que em Adamantina não é assim!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2401555073330968987?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2401555073330968987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2401555073330968987&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2401555073330968987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2401555073330968987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/08/que-bom-seria.html' title='QUE BOM SERIA...'/><author><name>Cacá Haddad</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_xDX1Fyi-MVg/SF3HyNPPUXI/AAAAAAAAAAU/RaHt1TqAV5g/S220/Imagem+016.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-9057100014785322952</id><published>2008-08-07T10:51:00.000-07:00</published><updated>2008-08-07T11:53:26.695-07:00</updated><title type='text'>Imprensa na gaiola</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Chegam rumores à Redação deste Semanário (Jornal da Cidade) de que pessoa insatisfeita com o conteúdo da “Frase da Semana”, publicada há algum tempo, pretende mover ação judicial contra o JC. Aliás, desde a semana seguinte à publicação, chegam esses rumores. Interessante observar que vêm de forma orquestrada e indireta.&lt;br /&gt;Bem, primeiramente, vale esclarecer que a Frase da Semana tem autoria; segundo, ela foi publicada de acordo com as regras de edição, ou seja, à luz do contexto gerador dela. Noutras palavras, em sintonia com o pleno interesse jornalístico, de pleno conhecimento e consentimento do autor da frase. Caso tenha causado mal estar, infelizmente esse é o ônus da vida pública. Quem não quer ser incomodado, reserve-se o direito de uma vida privada.&lt;br /&gt;Entende-se que esses rumores, pela insistência, soam como tentativas de intimidação ao exercício da imprensa. Reproduz-se o velho esquema de um Brasil sombrio, mais afinado às formas ditatoriais e à truculência tirânica do poder sobre àqueles que ousam contribuir para o aperfeiçoamento das instituições democráticas.&lt;br /&gt;O que seria a democracia sem a imprensa livre e independente? Claro, preferem uma imprensa que se contente com verbas publicitárias e que, de forma servil, se coloque como a fala enviesada do trono. Certamente querem que a imprensa continue sendo o espelho d‘água de suas imagens caricatas à semelhança de Narciso da mitologia grega. Em vez da seriedade, preferem receitas culinárias à moda do triste período da Ditadura Militar.&lt;br /&gt;Por fim, esclarece que, ao veicular a frase, não foi intenção deste macular ou ofender esse ou aquele, apenas oferecer elementos para que se entendam as relações de poder no interior da malha social e econômica de nosso município. É o mínimo que se espera de uma imprensa que quer ser instrumento de cidadania na comunidade. Qualquer tentativa de colocá-la na gaiola pode representar práticas dissimuladas de intimidação e aviltamento dos valores democráticos. O Brasil está mudando, ainda que vagarosamente, é bom lembrar disso. Precisamos mudar também...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-9057100014785322952?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/9057100014785322952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=9057100014785322952&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/9057100014785322952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/9057100014785322952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/08/imprensa-na-gaiola.html' title='Imprensa na gaiola'/><author><name>Rubens Galdino da Silva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2929017473394386931</id><published>2008-08-06T10:47:00.000-07:00</published><updated>2008-08-06T11:10:50.110-07:00</updated><title type='text'>Nietzsche e a campanha eleitoral</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: georgia;" align="justify"&gt;Nietzsche tem uma tese que bem retrata o momento que vivemos. Segundo o filósofo, a vida apresenta situações semelhantes à da criança que pela primeira vez está na praia, e ri e pula de alegria quando as ondas trazem as conchas coloridas para a areia, e chora de tristeza quando as ondas levam as conchas de volta para o mar.&lt;br /&gt;Talvez seja por isso que quando recebi a notícia de que haveria só dois candidatos a prefeito na cidade, por alguns instantes, fiquei como a criança que pela primeira vez vai à praia. Explico.&lt;br /&gt;No resultado das convenções parecia estar as conchas coloridas que as ondas trazem do mar. Com dois candidatos a campanha não terá cartas anônimas, baixeza que no passado entristeceu muita gente, inclusive quem de vez em quando emite opinião em artigos de jornal.&lt;br /&gt;No entanto, depois percebi que as conchas coloridas iam desaparecendo com minhas divagações. Se por um lado os dois candidatos não vão manchar suas biografias com difamação, por outro, o processo eleitoral seria diferente com mais pessoas na disputa. Os eleitores teriam novas opções e os candidatos a vereador não precisariam se humilhar na busca de “apoio” pra suas campanhas.&lt;br /&gt;Aí comecei a pensar também nos “especialistas” da calada da noite, que sabem entregar cestas básicas, cartas anônimas e outras coisas do gênero como ninguém. O que será dessa gente? Quem vai pagar suas contas de água e luz, seu gás e principalmente seus churrascos e suas cervejadas? Confesso que fiquei com pena dos pobrezinhos...&lt;br /&gt;Seguindo esse raciocínio, outras questões que merecem ser respondidas apareceram. Como estaria o ânimo dos “marqueteiros” que nessa época costumam ganhar um dinheirinho vendendo sua “eficiente” assessoria aos candidatos mais abastados? Será que eles ficaram felizes com a conjuntura? Não tenho essas respostas, mas bem feito para eles...&lt;br /&gt;Resumindo, não sei se os eleitores vão concordar comigo, mas a única coisa que posso dizer desse processo eleitoral é que está tudo bom e ao mesmo tempo está tudo ruim. E que Nietzsche vá se danar com suas conchinhas coloridas!&lt;br /&gt;Obs: Conheci a tese do filósofo alemão por meio de um excelente material de sala de aula de meu mestre. Aliás, aquele de quem sou discípulo já está enjoado dos artigos estilo fim-do-mundo (que exageram na argumentação a ponto de parecer que o mundo vai acabar), surgidos na imprensa local estes dias.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2929017473394386931?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2929017473394386931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2929017473394386931&amp;isPopup=true' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2929017473394386931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2929017473394386931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/08/nietzsche-e-campanha-eleitoral.html' title='Nietzsche e a campanha eleitoral'/><author><name>Londrina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8770929218857723925</id><published>2008-08-05T06:49:00.000-07:00</published><updated>2008-08-05T10:24:35.335-07:00</updated><title type='text'>Decisão de Eleitor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Começou a temporada eleitoral. Foi dada a largada para o aparecimento de mágicos de todos os tipos. Candidatos a vereador que vão de catador de papelão a empresário, de funcionário público a dono de boteco. Santinhos com os rostos dos ‘ilustres’ vão infestar a cidade. Em jogo as nove cadeiras da câmara municipal e um bom salário em relação a nossa renda per capita. Entre setenta e cinco candidatos como escolher? Ser jovem, bonito, ter curso superior, ser trabalhador, empresário, ser mulher, ser conhecido, ser experiente na política, ser honesto, apoiar sempre o prefeito, fiscalizá-lo sempre? Qual a qualidade que você considera mais importante na escolha do seu vereador? Como eleitor, o vereador, para ser considerado bom, tem que apresentar propostas concretas e não eleitoreiras, afinal, verear significa vigiar pelo bem estar e segurança dos munícipes. Um bom vereador deve utilizar de suas prerrogativas, exclusivamente, para atender o interesse público, além de agir com respeito ao executivo. Tem, também, que saber exatamente o que cada região da cidade necessita e apontar, de forma clara, objetiva e definitiva, a solução para os problemas coletivos e comunicar-se, convenientemente, com todos os setores da sociedade. É pelo voto que mudamos a sociedade, para melhor ou para pior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8770929218857723925?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8770929218857723925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8770929218857723925&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8770929218857723925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8770929218857723925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/08/deciso-de-eleitor.html' title='Decisão de Eleitor'/><author><name>Fabio Ortega</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-7579546969526709860</id><published>2008-08-04T12:16:00.000-07:00</published><updated>2008-08-04T13:58:40.712-07:00</updated><title type='text'>O jornalismo está falindo!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O quarto poder perdeu sua capacidade de formação de consciência cidadã no Brasil. O novo contexto político está atando as mãos daqueles que deveriam ser, em sua essência, os intermediários entre os anseios da sociedade e os atos do poder público em todas as suas esferas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As leis estão protegendo os criminosos e regulamentando a própria desmoralização do Estado, que deveria ser uma instituição impessoal e mantenedora da ordem e da ética.&lt;br /&gt;Onde está o câncer que corrompe a sociedade? Na moral que imputa valores às decisões interpessoais ou na ética que agrega todas as decisões morais de um povo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freud deve estar dando piruetas em seu túmulo. Perdemos a noção de todos os conceitos humanos. Não sabemos mais distinguir o corretamente aceitável do legalmente correto. Bom senso e atentado violento ao pudor moral se misturaram homogeneamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis em um momento que a veiculação e publicação de denúncias não ultrapassam as mesas redondas das CPI´s. Aliás, passam do debate para a gaveta. Quem não se lembra do famoso Procurador, digo, “Engavetador Geral da República”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalismo está falindo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Boris Casoy foi calado e, agora, o Jabor está sendo processado. Isso para não citar os milhões de jornalistas despedidos diariamente no país por conta do famoso “voto do cabresto”, ou seria “conduta do cabresto”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalismo não mais atende às necessidades a ele imputadas, bem como as instituições públicas de investigação, punição e proteção do cidadão.&lt;br /&gt;Não cabe a nós, pseudo formadores de opinião, sugerir saídas para a “baderna organizada”; até porque nossa voz não passa de uma simples musiqueta de ninar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a “Teoria do Caos”, que apregoa a ordem em plena desordem, se incumba de anunciar a bonança. Caso contrário, continuaremos inseridos em um cenário em que os que lêem jornais continuarão não decidindo as eleições, mas sim os que limpam a b... com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Léo Pereira&lt;br /&gt;Jornalista Profissional Diplomado, Professor e Diretor Artístico da Rádio Nova 89 FM de Adamantina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-7579546969526709860?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/7579546969526709860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=7579546969526709860&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7579546969526709860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7579546969526709860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/08/o-jornalismo-est-falindo.html' title='O jornalismo está falindo!'/><author><name>Léo Pereira, Jornalista e Professor</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_UKsAbvt0oj0/SJdU4kRzZdI/AAAAAAAAAAU/BSAD0rrWMR8/S220/Eu+Mic.jpg'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-527437200061439381</id><published>2008-07-31T20:02:00.000-07:00</published><updated>2008-07-31T20:03:58.977-07:00</updated><title type='text'>Uma questão de opinião</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Ninguém, em sã consciência, poderia discordar sobre a liberdade de opinião. Falar o que pensa é, antes de tudo, o maior dos fundamentos de nossa democracia ocidental e, nunca é demais recordar, foi conquistada a duras penas e escrita na história com o sangue de muitos heróis, anônimos ou não. O interessante é que opiniões sempre estão em conflito, pois a maioria dos indivíduos, ou grupos, tem sua maneira ‘especial’ de analisar as grandes questões humanas, sejam elas religiosas, sociais, econômicas, comportamentais e, principalmente, políticas. Esse campo, a meu ver, é o que mais desperta paixões e visões contraditórias. Nos últimos dias, devido ao marasmo das eleições locais, assuntos já consolidados voltam à baila e enchem as páginas de jornais e rodas de conversa. Não se sabe ao certo se essas questões são de grande relevância a política local ou se são usadas como justificativas para este ou aquele fracasso e desilusão. Talvez, por não conseguirem concretizar suas aspirações, muitos andam perdendo o sono por terem desperdiçado quatro anos em discussões vazias, cheias de vaidades e projetos pessoais. Não conseguindo perceber os próprios erros, alguns jogam no quintal dos outros suas frustrações e assim tentam imiscuir de suas responsabilidades. A pauta predileta, no atual momento, é a posição do Partido dos Trabalhadores de Adamantina no contexto pré e pós-eleitoral. Muitas opiniões já foram lançadas, de dissimulados, interesseiros, apáticos, desagregadores, os integrantes do Partido já foram chamados. Nesse momento, quando se quer consolidar uma opinião, não bastam as justificativas. Elas se tornam inócuas. Em uma política, como a adamantinense, que há anos de arrasta entre vinganças e interesses próprios fica difícil perceber quando há maturidade nas decisões. Acostumados com os ‘ambidestros políticos’ alguns dos ‘especialistas em política local’ não conseguem compreender como alguém que foi preterido pode, sem nenhum interesse, continuar no barco de seu algoz. Para os ‘especialistas’ o correto seria bradar vingança aos quatro ventos e partir para a oposição cega, afinal ‘nos passaram a perna’. Fico feliz com a atitude dos membros do Partido dos Trabalhadores de Adamantina por não agirem dessa maneira. Continuar fiel as suas convicções, mantendo o apoio e o compromisso inicial demonstra caráter e respeito aos eleitores. Não se tornar uma oposição vingativa mostra, claramente, que não eram interesses próprios que estavam em jogo, pois se os fossem seria mais normal, e até mais humano, mudar de posição. O Partido poderia dar o apoio a outros candidatos. Postulantes a esse projeto e esperançosos a um aceno do PT não faltavam. Mas como a história comprovou isso não ocorreu. Para alguns, acostumados a outro tipo de política, a postura do PT pode parecer estranha, interesseira, politiqueira. Tudo que sai do senso comum causa estranhamento. Quero acreditar nessa explicação. Entretanto, como foi ressaltado anteriormente, opiniões são pessoais e cada um tem a total liberdade de interpretar da forma que achar melhor e explanar para os que estiverem interessados. Bem, essa é a minha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-527437200061439381?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/527437200061439381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=527437200061439381&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/527437200061439381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/527437200061439381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/uma-questo-de-opinio.html' title='Uma questão de opinião'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-3782176729778516330</id><published>2008-07-30T09:46:00.000-07:00</published><updated>2008-07-30T09:47:48.898-07:00</updated><title type='text'>E a democracia, onde fica?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em tempos de eleição, é muito bonito se falar em democracia, em participação popular, em política limpa. Entretanto, o que se vê nos bastidores, é uma politicagem sem precedentes. Alguns - aqueles mesmos que apregoavam liberdade de expressão e um debate de idéias - deixam-se levar pela falta de “esportividade” e já começam a mostrar suas verdadeiras facetas.&lt;br /&gt;O processo democrático é indispensável para a evolução de toda uma sociedade, mas para que isso ocorra, é necessário interesse dos candidatos, mostrando suas idéias e debatendo com seus oponentes - e não inimigos - sobre as propostas mais viáveis para nossa sociedade.&lt;br /&gt;Existem diversos candidatos, como bem sabemos, que por questão de conveniência procuram esconder seu passado político, impedindo os eleitores de fazerem uma leitura mais completa do seu perfil. Principalmente aqueles candidatos que outrora estiverem militando em partidos que hoje combatem. Ora, a redução, a manipulação e a supressão da memória histórica são práticas tipicamente nazistas, nada tendo a ver com a construção democrática. Os candidatos que delas fazem uso, devem ser banidos, através do voto, de mandatos políticos.&lt;br /&gt;A omissão, neste momento, é prejudicial para todos. O candidato perde credibilidade; a população deixa de ter informações essenciais. Com tudo isso, mais uma vez, o eleitor tem que se desdobrar para analisar as reais intenções de cada político. Ressalte-se a importância e o dever de prestar informações à comunidade. Não estamos, nem estaremos pendendo para nenhum dos lados, mesmo que alguns o façam.&lt;br /&gt;Portanto, cabe ao Estado Democrático não apenas garantir a cidadania política, mas criar as condições, promover e garantir a cidadania civil de todos os cidadãos, a partir daqueles que mais necessitam. O que é preocupante hoje é ver os modelos sócio-econômicos implantados por muitos governos nacionais, democraticamente eleitos, serem incapazes de melhorar a situação moralmente repugnante de tantos cidadãos, chegando muitas vezes a piorá-la.&lt;br /&gt;Falamos isso, sem distinção!&lt;br /&gt;Mas, por exemplo, no Brasil de 2002, o desemprego aumentou consideravelmente em relação aos anos anteriores; as empresas estatais foram privatizadas, mas a dívida externa triplicou; e a economia, sempre aos trancos e barrancos, foi bem mais ou menos. Isto sem considerar que boa parte da população empregada recebia salários que não lhes permitia possuir moradia, educação, saúde, lazer, cultura num patamar que lhes justifique a existência de uma cidadania civil, gerando no seio de uma mesma comunidade, de uma mesma cidade, cidadãos de primeira categoria e cidadãos marginalizados, impedidos do acesso aos resultados da riqueza da vida comunitária.&lt;br /&gt;Até hoje, há que se dizer, os modelos implantados por diversos Estados Democráticos não conseguiram corrigir estes desequilíbrios; pelo contrário, a cada dia só fazem aumentá-los. Mas algumas perguntas se fazem obrigatórias e devem ser, pelo menos, respondidas: Até que ponto essas populações discriminadas e miseráveis podem recorrer às liberdades políticas de um regime democrático como plataforma de proteção e fonte de poder, nas lutas pela ampliação dos direitos socais e civis? Que novos rumos os Estados Democráticos precisam tomar para corrigir esta aberração civil, para, de fato, conferir a todos os membros da comunidade nacional o mínimo de igualdade social?&lt;br /&gt;O debate sobre o aperfeiçoamento do Estado Democrático tendo em vista a sua aplicação na busca de produzir igualdade com fraternidade parece ser um dos pontos basilares da atualidade. É inadmissível permanecermos indiferentes ao que nos acontece ao redor, aos nossos co-cidadãos mutilados pela miopia de políticas concentradoras de renda e poder, acarretando a desagregação e violência social. O Brasil não pode se furtar a este debate. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-3782176729778516330?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/3782176729778516330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=3782176729778516330&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/3782176729778516330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/3782176729778516330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/e-democracia-onde-fica.html' title='E a democracia, onde fica?'/><author><name>Everton Santos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8673056764222299865</id><published>2008-07-29T06:40:00.000-07:00</published><updated>2008-07-29T06:57:28.686-07:00</updated><title type='text'>Dupla personalidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Se, em alguns casos, a dupla personalidade é um distúrbio mental, em outros pode não passar de um truque para esconder a verdadeira identidade. Hitler é um exemplo do primeiro caso: o maior assassino da História, em criança, adorava pintar singelas paisagens. Já exemplos do segundo, os maus políticos oferecem em quantidade. Como se sabe, muitos desses “amigos do povo, da ética e da justiça social” escondem suas fraquezas e seus maquiavélicos planos atrás de belos discursos. Felizmente, na maioria das vezes esses impostores são desmascarados.&lt;br /&gt;Deixando de lado os políticos e seus truques mirabolantes, até porque quem é o crítico mais contundente sobre esse assunto em nossa cidade é o mestre Mauro Cardin, vamos a um famoso caso de dupla personalidade ocorrido no Brasil. Conta-se que Virgulino Ferreira, o Lampião, só entrou no mundo do crime por causa do assassinato do pai. E que, depois de vingá-lo, tomou gosto pelo cheiro da pólvora e pelo sangue, de tal forma, que em pouco tempo, tornou-se líder do maior bando de cangaceiros que já se conheceu.&lt;br /&gt;Mas, o que poucos sabem é que, segundo algumas pessoas, Lampião, mesmo antes de virar criminoso, já tinha costumes corajosos para sua época: cultivava flores da caatinga e remendava a roupa dos irmãos; coisas que não deixou de fazer depois, nos momentos de folga, entre um tiroteio e outro.&lt;br /&gt;E como desgraça (ou calúnia) pouca é bobagem, também falam que o rei do cangaço teve um caso amoroso com seu lugar-tenente, um loiro de olhos azuis, descendente de holandeses, que tinha o apelido de Corisco. E que o chapéu quebrado na testa, marca registrada de Lampião, ganhou esse formato de tanto o cangaceiro encostar a cabeça nas rochas do sertão, para facilitar a vida do companheiro.&lt;br /&gt;Não se sabe ao certo se isso é verdade, mas de uma coisa não podemos duvidar, o moço de costumes delicados só se transformou no mais cruel cangaceiro movido pelo sentimento de vingança. E pela dupla personalidade que pode estar afetando os neurônios de alguns articulistas da Cidade Jóia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Obs: Publiquei esse artigo pela primeira vez em 2003, e, pelo visto, de lá para cá pouca coisa mudou...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8673056764222299865?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8673056764222299865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8673056764222299865&amp;isPopup=true' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8673056764222299865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8673056764222299865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/dupla-personalidade-se-em-alguns-casos.html' title='Dupla personalidade'/><author><name>Londrina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-194402573109030867</id><published>2008-07-28T16:12:00.000-07:00</published><updated>2008-07-28T20:44:11.879-07:00</updated><title type='text'>Cadê nosso anel viário?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Dizer que o poder público é, com raras exceções, lento em perceber as necessidade da população é chover no molhado. Porém é papel da imprensa ser insistente e, apesar dessa insensibilidade clássica, dar visibilidade aos problemas na esperança de que um dia haja solução. Há tempo, salta aos olhos da população, que o tráfego de caminhões pesados pelo centro da cidade vem provocando sérios transtornos.&lt;br /&gt;Além de perigoso à integridade física dos transeuntes, dificulta o fluxo de carros. Há também de mencionar o incômodo dos odores deixados nos rastros. Ao transportar produtos fedorentos, os caminhões, por onde passam, exalam mau cheiro, algumas vezes, dando a impressão de estar transportando carniça a céu aberto. Imagine isso pelo centro da cidade. Há registro de que o fedor permanece quase 15 minutos incomodando pessoas. Quando caem pelas ruas restos de carga, o fedor tende a permanecer por mais tempo.&lt;br /&gt;Sabe-se que situações dessa natureza são inevitáveis num ambiente de desenvolvimento econômico. Porém, algumas medidas poderiam atenuar o problema. Bastaria que o poder público, além da fiscalização necessária, tomasse algumas iniciativas. Dentre elas, destaca-se a construção de um anel viário. Aliás, cidade de porte menor do que Adamantina, já tem seu anel viário. Esse é o caso de Valparaíso, Quatá e Cândido Mota.&lt;br /&gt;Há tempo, o problema vem incomodando a população adamantinense, principalmente do centro da cidade. Entretanto até o presente momento quase nada foi feito para por fim a essa situação.  O anel viário não só beneficia a população como as empresas instaladas na região oeste da cidade. Afinal, o anel, com adequada pavimentação, ajudaria no fluxo e, certamente, diminuiria prejuízos provocados por frenagens e solavancos dos caminhões. Até mesmo o erário municipal seria beneficiado na medida que se evitaria o tráfego de pesados caminhões sobre as frágeis camadas de asfalto sobre as ruas da cidade.&lt;br /&gt;Enfim, quem sabe, neste período eleitoral, o problema ganhe visibilidade e logo encontre a adequada reposta. Até agora, o que se vê é apenas a insensibilidade da Administração, de vereadores e líderes políticos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-194402573109030867?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/194402573109030867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=194402573109030867&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/194402573109030867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/194402573109030867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/cad-nosso-anel-virio.html' title='Cadê nosso anel viário?'/><author><name>Rubens Galdino da Silva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-3344501452705606483</id><published>2008-07-28T04:36:00.001-07:00</published><updated>2008-07-28T04:36:58.300-07:00</updated><title type='text'>Corrupção: uma doença que precisa ser vencida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Roubar é tomar dinheiro ou bens que pertencem a outros. Existem, porém, muitas formas de roubar: com ou sem violência, enganando ou não quem está sendo roubado. Nossa sociedade considera o roubo um crime, a ser sempre punido e, nenhuma sociedade em que o roubo seja aceito consegue sobreviver.&lt;br /&gt;A corrupção é uma forma de roubo em que existe a conivência de quem toma conta do dinheiro ou dos bens roubados, exemplo dentro de uma empresa ou em negócios entre empresas, e entre pessoas e empresas. Quem se deixa corromper, ajudando o ladrão, ou facilitando sua ação, rouba também, porque sempre fica com uma parte do que foi roubado, ou obtém alguma vantagem pessoas em prejuízo de quem foi roubado.&lt;br /&gt;A palavra corrupção é, no entanto, mais usada quando o dinheiro ou bens roubados são públicos, de propriedade de todos. Neste caso, quem rouba ou facilita o roubo, exerce funções de governo, ou seja, são os próprios responsáveis pela guarda ou pela administração desse dinheiro público, como se diz, tem de haver, dentro e fora do governo, uma rede de interessados em sugá-los para seus bolsos.&lt;br /&gt;A corrupção é uma perigosa deterioração dos costumes sociais, é como uma doença que vai contagiando e destruindo os órgãos em que ela penetra. Todavia, em pleno século XXI, ainda existem pessoas crentes que a função do vereador é parecer “burrinho de presépio”, só balançar a cabeça. Ainda têm aqueles candidatos que pensam que a Câmara Municipal pertence ao Poder Executivo. Tem pessoas que pensam que quatro anos não passam nunca. Outras pensam que oito anos não chegam ao fim.&lt;br /&gt;O povo não é mais inocente, como antigamente. Veja a próxima eleição! Quem semeia ventos colhe tempestades.&lt;br /&gt;Como diria o grande jurista Rui Barbosa “a improbidade não consiste simplesmente em emporcalhar as mãos no dinheiro alheio. O homem de consciência suja pode lavá-la em quantos sabonetes entender: não terá na epiderme um ponto limpo.”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-3344501452705606483?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/3344501452705606483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=3344501452705606483&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/3344501452705606483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/3344501452705606483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/corrupo-uma-doena-que-precisa-ser.html' title='Corrupção: uma doença que precisa ser vencida'/><author><name>Everton Santos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-1001348803214184144</id><published>2008-07-24T20:01:00.000-07:00</published><updated>2008-07-24T20:05:19.513-07:00</updated><title type='text'>Direita, Esquerda e os Ambidestros Políticos.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Recentemente, em algumas conversas informais pela cidade, dois figurões da política local levantaram a questão sobre a Esquerda e a Direita em Adamantina. Um deles tentava dar identidade a certos arranjos casuísticos e politiqueiros, outro, relembrava a própria trajetória pessoal e lamentava a alcunha de conservador que jogaram em suas costas. Como historiador, não pude deixar de relembrar os grandes embates revolucionários na França pós-1789, quando a terminologia Direita e Esquerda entrou no vocabulário político do Ocidente. O interessante, e isso não é particularidade de nossa cidade, é que a divisão ideológica está longe de permear as discussões em relação às políticas públicas e poucos levam para seu palanque esse tipo de debate. Direita e Esquerda, atualmente, salvo raras exceções, são objetos de livros de história. A falta de identidade política que há no Brasil acentua-se em cidades menores, e Adamantina não é exceção, na qual, acima de tudo, discutem-se pessoas e não projetos. Partidos criados de última hora por esse ou aquele grupo, coligações questionáveis e ‘donos de partido’ que tiram a legenda de potenciais candidatos para satisfazer interesses próprios são alguns casos emblemáticos que ocorreram nos últimos meses. Até mesmo o Democratas, cria da antiga Arena, partido que deu sustentação ao Regime Militar, tentou coligar-se com o Partido dos Trabalhadores, símbolo do ‘esquerdismo’ nacional. Esse fato, mesmo que pitoresco na visão de algum analista político, demonstra que, mesmo em partidos historicamente díspares, em Adamantina, há mais confluências do que divergências. Muitos de seus filiados não têm raízes históricas com esse ou aquele grupo político e, às vezes, os projetos para a cidade caminham no mesmo rumo, independente de agremiações. Onde fica o eleitor nessa questão? Não há preocupação em relação a isso, pois não temos uma sociedade politizada. Temos os candidatos de grupo: os evangélicos, os católicos, o representante do bairro X, o indicado da empresa Y, o amarrado com o sindicato W. Essa questão chegou ao extremo, quando um pré-candidato tentou construir sua base dentro das Igrejas da cidade, esquecendo que Adamantina não é formada apenas de católicos e que a diversidade religiosa é um dos grandes pilares de nossa democracia. Em nenhum momento houve projeto para a cidade ou alguma estratégia de desenvolvimento e crescimento sustentável. Por um cargo ou uma indicação, todos viram ambidestros políticos, usando a casaca que convém à ocasião e deixando transparecer, sem nenhum pudor, que ideologia é bandeira de quem não entende nada de política e quem ocupa o poder, muitas vezes, são aqueles que se comportam como verdadeiros camaleões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-1001348803214184144?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/1001348803214184144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=1001348803214184144&amp;isPopup=true' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1001348803214184144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1001348803214184144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/direita-esquerda-e-os-ambidestros.html' title='Direita, Esquerda e os Ambidestros Políticos.'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-7077216644400908631</id><published>2008-07-24T04:44:00.000-07:00</published><updated>2008-07-24T19:53:15.062-07:00</updated><title type='text'>E agora! Em quem devo acreditar?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O momento é mesmo de reflexão. E, desta reflexão, deve emanar nosso espírito cidadão. A sociedade clama por justiça social, no entanto, nada adiantará continuar rezando por isso. É preciso participar!&lt;br /&gt;Mas como devemos participar? Como devemos agir? Como iremos suportar as “propostas de sempre” em um país onde tudo é faz de contas? Simples. Seja cidadão, exerça seus direitos e cobre ação dos candidatos.&lt;br /&gt;A mesma ladainha de sempre, como sempre, aparece novamente e só você, cidadão, poderá responder ao apelo de toda uma comunidade. Justiça social não é só habitação, saúde, esporte ou lazer e sim muito mais do quê isso. A participação, defendida pela sociedade democrática de direito, é essencial para este processo.&lt;br /&gt;Não se deixe levar por festas, comentários maldosos ou sequer aquele “brinde” ou ajuda de custo, que sempre aparece de quatro em quatro anos. Essa síndrome deve acabar. Nosso município merece ficar livre desta doença.&lt;br /&gt;Neste jogo político, como em uma partida de xadrez, as opções de movimento são muitas, mas cada um deles deve ser estrategicamente realizado. Um único peão pode significar a derrota e, nem sempre, ter a vantagem de uma rainha é decisivo. Mas todo cuidado é pouco, sobretudo em um mundo globalizado, onde a concorrência é palavra chave e nem sempre o mais fraco perde.&lt;br /&gt;A experiência e análise contextual devem ser levadas em consideração, mas a ética, preferencialmente a de princípios, deve estar em primeiro lugar. O voto é a chave para todo este enigma. Decida e não doe. Cobre, mas não seja comprado. Analise, mas desconfie das promessas de sempre. Vote consciente e faça uma sociedade melhor.&lt;br /&gt;Nestas eleições, todo cuidado é pouco, principalmente, quando precisamos conviver com os antigos dogmas de uma sociedade marcada pelo coronelismo, perseguição e corrupção. Participe deste processo e lute por uma mudança radical, opções nós temos.... Agora, só depende de você.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-7077216644400908631?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/7077216644400908631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=7077216644400908631&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7077216644400908631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/7077216644400908631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/e-agora-em-quem-devo-acreditar.html' title='E agora! Em quem devo acreditar?'/><author><name>Everton Santos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8954146467600384309</id><published>2008-07-22T13:07:00.000-07:00</published><updated>2008-07-22T14:08:08.493-07:00</updated><title type='text'>Chega de tédio</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Há muitos anos, Genival Lacerda gravou uma música onde se destacava o seguinte refrão: “A véia debaixo da cama / A véia criava um gato / Na noite que se danava / O gato miava /E a véia dizia: Ai meu Deus se acaba tudo / Tanto bem que eu te queria”.&lt;br /&gt;Hoje, com o tédio reinando absoluto em nossa comunidade, principalmente na política, entendo ter chegado a hora de mostrar, mais uma vez, que, quase sempre, a realidade se confunde com a ficção. Pois, acreditem se quiserem, décadas após a véia e o gato terem feito sucesso em todo Brasil, não é que um intelectual e seu cãozinho também foram parar debaixo da cama!&lt;br /&gt;Assim, nasceu uma inédita paródia da música (música?), cujo refrão que está fazendo sucesso nas esquinas de Adamantina diz mais ou menos isso: “O intelectual debaixo da cama / O intelectual criava um cão / O intelectual debaixo da cama / O intelectual criava um cão / E na noite que se danava / Enquanto o cão latia, o intelectual dizia: Ai meu Deus que acaba tudo / Tanto bem que eu te queria”.&lt;br /&gt;Mas, deixando a ficção de lado, dizem que o intelectual insiste em perguntar para o pobre cãozinho:&lt;br /&gt;— Por que um dia fui me envolver em assuntos de eleição? Por quê? Por quê? Buááá...&lt;br /&gt;E o cãozinho não se cansa de responder:&lt;br /&gt;— Au, au, au, quem mandou se meter onde não devia.&lt;br /&gt;Agora, deixando de lado o intelectual e seu cãozinho, vamos a um outro sucesso que marcou a vida de muita gente. Quem não se lembra da música “Naquela mesa”, na voz do eterno Nelson Gonçalves? Então recordemos alguns versos que permanecem na mente dos antigos freqüentadores de bar: “Naquela mesa ele sentava sempre / E me dizia sempre o que é viver melhor / Naquela mesa ele contava histórias / Que hoje na memória eu guardo e sei de cor (...) Naquela mesa tá faltando ele / E a saudade dele ta doendo em mim / Naquela mesa tá faltando ele / E a saudade dele tá doendo em mim”.&lt;br /&gt;Por falar em saudades, veja você caro leitor (ou eleitor) outra paródia que está fazendo sucesso em determinada cafeteria da Cidade Jóia: “ Naquela mesa eles sentavam sempre / E me diziam sempre o que é viver melhor / Naquela mesa eles contavam histórias / Que hoje na memória eu guardo e sei de cor (...) Naquela mesa estão faltando eles / E a saudade deles não tá doendo em mim / Naquela mesa estão faltando eles / E a saudade deles não tá doendo em mim.&lt;br /&gt;Para encerrar, gostaria de dizer aos meus amigos articulistas que as palavras chatice e mesmice são primas muito próximas. Chega de tédio...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8954146467600384309?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8954146467600384309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8954146467600384309&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8954146467600384309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8954146467600384309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/chega-de-tdio.html' title='Chega de tédio'/><author><name>Londrina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-5081231701893832458</id><published>2008-07-22T05:53:00.000-07:00</published><updated>2008-07-22T08:27:16.877-07:00</updated><title type='text'>Que os santos nos ajudem!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;A sociedade, em sua maioria, é formada por pessoas de boa índole, preocupadas com o bem estar do próximo e, conseqüentemente, engajadas em uma constante luta por melhoria de condições de vida. Todavia, alguns tentam enganar os demais com falsas alegações e ameaças.&lt;br /&gt;Com a proximidade das eleições, cresce ainda mais a expectativa da população que aposta na vitória de alguns, na derrota de outros. Alguns criticam e desmerecem os candidatos. Entretanto, para que nossa cidade tenha uma administração séria e coerente com os propósitos populares, é necessário muito mais que críticas.&lt;br /&gt;A análise de cada candidato é essencial. Suas virtudes e defeitos. Todavia, devemos analisar criteriosamente os interesses que motivam aquela ou esta candidatura. Será que eles realmente estão preocupados com os anseios populares ou o bolso está falando mais alto, mais uma vez!&lt;br /&gt;No jogo político, quase sempre, a verdade fica escondida, atendendo desta forma os interesses dos “coronéis” e dos “marajás”, mas as mentiras são facilmente desvendadas.&lt;br /&gt;Nestas eleições devemos ter muito cuidado, pois as aparências podem enganar, ainda mais quando não se sabe de que lado os candidatos estão. Votar é uma arma, a maior ferramenta de um estado democrático, portanto, vote. Mas antes de fazê-lo, pense, estude, analise, critique, discuta e duvide.&lt;br /&gt;O cidadão tem papel decisivo e os representantes escolhidos serão o espelho da população e de seu grau de consciência. Se quem entrar lá for corrupto, foi a maioria que escolheu, mas nem por isso, devemos deixar de exercer nosso papel, cobrando, denunciando e sempre, sempre, sempre duvidando.&lt;br /&gt;A guerra começou e as verdades de cada candidato estão sendo lançadas, como se fossem cartas em uma mesa de baralho. Só esperamos que aquele declarado vencedor não esteja blefando....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-5081231701893832458?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/5081231701893832458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=5081231701893832458&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5081231701893832458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5081231701893832458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/que-os-santos-nos-ajudem.html' title='Que os santos nos ajudem!'/><author><name>Everton Santos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-5177053219199084886</id><published>2008-07-21T08:17:00.000-07:00</published><updated>2008-07-21T08:19:42.315-07:00</updated><title type='text'>A cultura não está órfã em Adamantina.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Há uma grande transformação em curso. Silenciosa, mas não despercebida, uma mudança extremamente importante ocorre há quatro anos em nossa cidade e começa a dar frutos importantes, que deverão ser colhidos por gerações futuras. Apesar de muitos percalços e diversos problemas ‘ela’ reapareceu. Estou falando da Cultura em Adamantina. Não que não houvesse manifestações culturais nos anos anteriores. Elas estavam aqui e acolá, mantidas pelo diletantismo de alguns que tentavam a todo custo manter algo vivo e disponível para a população. Algo insuficiente e que não atendia às necessidades de nossos cidadãos. Todavia, no decorrer dos últimos anos, um trabalho sistemático e bem engendrado foi lançado e um verdadeiro renascimento ocorreu em nosso município. Alguns mais sisudos podem contestar, afirmando que, para quem não tinha nada, qualquer faísca pode parecer fogueira. No entanto, trabalhando com orçamentos reduzidos e lutando contra a falta de interesse, o trabalho realizado por essa secretaria merece maior atenção. Desde a reativação do Projeto Guri, trabalho importante realizado com crianças carentes, a reabilitação da Banda Marcial, a reestruturação de nossa Biblioteca Pública, o projeto Rock na Praça, a vinda de peças teatrais, as oficinas, as diversas exposições, a iniciativa do ‘Vá ao cinema’, a criação dos conselhos municipais, para citar alguns, demonstram um trabalho muito bem feito e que merece maior reconhecimento dos adamantinenses. Trabalho esse, levado a cabo por dois secretários e suas equipes que se esforçaram para que essa transformação ocorresse. É claro que há problemas e alguns pontos devem ser mais bem debatidos. É o caso de uma efetiva integração da Secretaria com as escolas da cidade, uma maior atenção ao patrimônio histórico local e a atuação mais incisiva dos diversos conselhos culturais. Seria de suma importância também a maior participação do empresariado local no financiamento de nossas práticas culturais, assim como a elaboração de leis municipais que favorecessem essa empreitada. Bandeira essa que poderia ser levantada por pessoas envolvidas nesses projetos. Todavia, devemos destacar que algumas bases foram lançadas e que o trabalho, árduo e contínuo, deve ser o norte nessas questões. Pouco se fala nessa transformação. Ela não é tão marcante quanto à reforma de uma praça ou um recapeamento de alguma rua. Tão pouco é mencionada em palanques ou discutida em projetos de governo. Entretanto seu rastro deixa profundas marcas e seus resultados poderão ser sentidos ao longo dos anos. Fica o recado aos postulantes ao legislativo e ao executivo. Tratem com maior atenção o assunto e criem subsídios para que os projetos fluam e continuem nos próximos anos. A população adamantinense só teria a agradecer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-5177053219199084886?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/5177053219199084886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=5177053219199084886&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5177053219199084886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5177053219199084886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/cultura-no-est-rf-em-adamantina.html' title='A cultura não está órfã em Adamantina.'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8149001097901479554</id><published>2008-07-21T05:07:00.001-07:00</published><updated>2008-07-21T08:17:24.457-07:00</updated><title type='text'>Cuidado! Não é hora de “abracadabra”...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;“Brasileiro sabe votar”. Os leitores mais velhos devem recordar essas palavras proferidas pelo Sr. Edson Arantes do Nascimento. Os anos eram sombrios, estávamos sob pesado tacão militar e, para muitos, principalmente para a esquerda e simpatizantes, elas serviram para justificar a continuidade e – quem, então, poderia saber? – a permanência do governo autoritário de exceção. Lutava-se, na oposição, dura e bravamente, pela democracia representativa, que o horizonte revolucionário já desaparecia na névoa sinistra do extermínio e da tortura como política de Estado.&lt;br /&gt;O tempo faz das suas: hoje, em praticamente todos os pronunciamentos oficiais e não- oficiais, voltados para políticas públicas de toda ordem, a expressão mais ouvida é “exercício da cidadania”. Como é sabido, a repetição exaustiva de qualquer signo lingüístico resulta em esvaziamento semântico. Experimente repetir, em voz alta, uma palavra por 60 segundos, sobrarão sons ocos de qualquer significado. Com “cidadania” começa a acontecer algo parecido. Mas é preciso ficar atento, seu esvaziamento trará um grave prejuízo para todos.&lt;br /&gt;A propósito de que essa digressão? O exercício da cidadania, depois da penosa democratização, construiu-se em necessidade urgente para a consolidação efetiva do processo “democratizante” em que mergulhou o país nos últimos anos. Ouve-se muito também a palavra “inclusão”, que já vai cansando. Dá no mesmo. Ora, tais aborrecidas insistências não fariam sentido se a população brasileira gozasse plenamente de seus direitos constitucionais. O que, como todo mundo sabe, não ocorre. Há sutis formas de seqüestrar esse gozo.&lt;br /&gt;Assim, o país parece padecer de curiosa esquizofrenia: o mesmo poder público que não perde a chance de apregoar seu emprego na “luta pelo exercício da cidadania” opera um número significativo de ações – ou simplesmente omite-se – que subtraem do brasileiro o necessário e procurado amplo “exercício”. Pense nos imensos problemas das áreas da saúde, educação, justiça e segurança. É de chorar. A retórica vazia mata aos poucos, mas é fatal como a degola, ora em moda.&lt;br /&gt;Bem, voltemos a Pelé, ou melhor, a Edson Arantes: hoje, mais conscientes do abandono a que vem sendo largado, por séculos, o grosso da população, já não nos parecem tão absurdas as palavras que abrem este texto. Só poderia dar nisso. Lembremos que o direito de voto não constitui, em si, exercício pleno de nada. Até porque a reforma de nosso sistema eleitoral – urgente e imprescindível – tem sido evitada a qualquer preço pelos legisladores da ocasião. Vai ficando para um eterno depois. Enquanto isso, as eleições são “maquinadas” nos caldeirões das bruxas “marqueteiras”. Um teatro de mídia.Ocorre que o eleitor não é um ente passivo e o Estado muito menos um incontrastável pátrio poder. Cabe a nós a recusa permanente e atenta dessas viciadas práticas políticas e eleitorais. A transformação a se exigir não virá por mágica ou generosa concessão de poderosos com suspiros cristãos. A coisa toda pode estar começando no singelo instante em que o munícipe principia a olhar para o que restou da cidade, continua numa verificação exigente (não dói nada) dos espíritos públicos e visíveis nas ações efetivas, prossegue mais um pouquinho no gesto das urnas, e vai, para muito adiante, através do bastão passado às gerações futuras. Não abandonemos o barco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8149001097901479554?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8149001097901479554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8149001097901479554&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8149001097901479554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8149001097901479554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/cuidado-no-hora-de-abracadabra.html' title='Cuidado! Não é hora de “abracadabra”...'/><author><name>Everton Santos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-5935246644503141087</id><published>2008-07-20T16:11:00.000-07:00</published><updated>2008-07-20T16:14:48.385-07:00</updated><title type='text'>Acesso à Justiça não é privilégio</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A não renovação do convênio entre OAB paulista e Defensoria Pública do Estado de São Paulo é apenas mais um episódio típico na história do Poder Público no Brasil brasileiro. Quase sempre, ele se apresenta perdulário e mal gerenciado, cheio de ralos (corrupções) por onde vaza parte considerável dos recursos obtidos dos pesados tributos. O Poder Público, nas três esferas do executivo (Município, Estado e União), com raras exceções, tem estado aquém das necessidades da população.&lt;br /&gt;A Constituição Federal de 88, ao consagrar o princípio da garantia de acesso à Justiça a todos os brasileiros, impôs ao Poder Público o dever de prover os meios para a sua efetividade processual. Claro, cabe a ele a responsabilidade pelo provimento dos recursos. Entretanto, como acontece na Saúde e na Educação, os recursos destinados à assistência judiciária estão longe de atender adequadamente a demanda. Sabe-se que, salvo melhor juízo, a garantia do acesso acontece mais em função da boa vontade dos advogados conveniados do que pela recompensa financeira. Aliás, o que se paga tem sido considerado humilhante, principalmente àqueles que encaram o exercício da defesa dos direitos como sagrado e indispensável à dignidade humana.&lt;br /&gt;A recusa ao atendimento aquilo que já está pactuado no convênio é apenas mais uma confirmação histórica de como o Poder Público brasileiro encara a sua responsabilidade frente o seu dever constitucional. Aliás, sempre querendo se esquivar por meio de subterfúgios e pretextos, que não convencem aqueles que sabem o quanto custam, no seu bolso, os tributos pagos. Não é à toa que, no Império, se consagrou a expressão: “isso é coisa para inglês ver”. Noutras palavras, as aparências bastariam para satisfazer às exigências do governo inglês, então o maior credor das dívidas externas brasileiras. O Estado Brasileiro, quase sempre, se comportou como uma fábrica das aparências. As coisas devem existir e funcionar à base do simulacro, comportamento que custou a pecha de que “o Brasil não é um país sério”, conforme observou o presidente francês, Charles de Gaulle.&lt;br /&gt;Enfim, espera-se que a Defensoria Pública paulista atenda a reivindicação da OAB e exija dessa qualidade nos serviços prestados à comunidade. Afinal, mesmo atendendo, sabe-se que os honorários reivindicados estão muito aquém das responsabilidades exigidas nos serviços prestados à comunidade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-5935246644503141087?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/5935246644503141087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=5935246644503141087&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5935246644503141087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/5935246644503141087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/acesso-justia-no-privilgio.html' title='Acesso à Justiça não é privilégio'/><author><name>Rubens Galdino da Silva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-1924018836946663575</id><published>2008-07-20T15:32:00.000-07:00</published><updated>2008-07-21T08:45:00.523-07:00</updated><title type='text'>A vida é um sonho!!!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Entre os dias 6 e 8, estive em Maringá. Fui acompanhar minha filha, treineira, para um vestibular na UEM (Universidade Estadual de Maringá). Depois de 13 anos voltei a cidade. Na época, como professor da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, fui participar de uma palestra do historiador inglês, Peter Burke. Já era uma grande cidade. Mas, de volta, fiquei impressionado com o desenvolvimento de Maringá. Por ser época de vestibular, para qual se inscreveram 22.410 candidatos, o trânsito estava lento. Mesmo assim nada de intolerável. Ao contrário, tudo bem organizado e fluindo, sem irritação. Os candidatos estavam à cata de 1.542 vagas, em 47 cursos de graduação. Como a presença dos jovens vitaliza a cidade!&lt;br /&gt;Claro, diante do imenso movimento, pus-me a pensar e sonhar sobre Adamantina. Fiquei imaginando a presença desses 22.410 candidatos à procura de vagas em nossa instituição de ensino superior. Sabe-se que a FAI, hoje, com os seus 28 cursos, oferece quase 2.000 vagas. Entretanto, quando consegue 1.500 candidatos, dá-se por realizada. Que diferença, não é? Mas são realidades distintas. Sem dúvida, ambas são públicas, porém a UEM é gratuita. Isso faz diferença. Sim, muito. Por quê? No Brasil, consolidou-se a idéia de ensino superior público, como sinal de qualidade, e com a vantagem de ser gratuito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A FAI tem tudo para ser isso. O seu corpo docente não deve ser muito diferente da UEM, porém o corpo discente, sim, e muito. Aí as diferenças são gritantes. Como isso poderia ser mudado? Bastaria que a FAI oferecesse ensino gratuito. Mas o município não tem dinheiro para isso, diríamos. Concordo, talvez, nem o Estado. Mas há outros caminhos. Então, por que não federalizá-la? O governo federal tem dinheiro, hoje, e muito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, no meu sonho, imaginei a FAI já federalizada fazendo o seu primeiro vestibular. Que imagens desfilaram em minha mente? O centro da cidade congestionado. Os hotéis e pensões sem vagas, os restaurantes com mesas ocupadas, as lojas cheias de pessoas fazendo compras, os postos de gasolinas com filas enormes de carros, as farmácias lotadas, lojas de conveniência fervilhando... Enfim, Adamantina em polvorosa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Exagero? Não, vamos aos cálculos. Durante os três dias de Maringá tive um gasto em torno de 1 mil reais. Multiplicados por 20.000, o comércio receberia um fluxo de aproximadamente 20 milhões de reais em três dias. Mas há quem possa achar que é exagero 20 milhões. Então deixemos por 10 milhões. Mesmo assim ainda há exagero. Então fiquemos com uma conta muito simples: cada candidato gastando 100 reais nos três dias, isso representaria cerca de 2 milhões de reais. Quando isso aconteceu em Adamantina?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah, não podemos esquecer que isso é apenas um sonho que pode se tornar realidade. Bastaria ter vontade política e espírito de conquista para a comunidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-1924018836946663575?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/1924018836946663575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=1924018836946663575&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1924018836946663575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1924018836946663575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/vida-um-sonho.html' title='A vida é um sonho!!!'/><author><name>Rubens Galdino da Silva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-8490323206984684125</id><published>2008-07-17T17:54:00.000-07:00</published><updated>2008-07-17T17:56:10.376-07:00</updated><title type='text'>ENTRE TAPAS E BEIJOS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As “mulheres”, que não são mulheres de bandido, ofereço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Existem situações que não consigo compreender. O famoso amor bandido, vivido nas novelas, filmes e, principalmente, na vida real é intrigante. A mulher ou o homem que, apesar das barbaridades sofridas pelo parceiro algoz, volta aos braços do amado ou da amada, resumindo todos os problemas de relacionamento em uma grande noite de amor, nos faz acreditar que aquela frase babaca: “o amor é lindo!”, tem um poder sobre-humano. A mulher do malandro apanha por vários motivos, às vezes está certa, outras está errada, mas apanha. Sua maneira de pensar é medíocre. Aceitando o que o amado lhe impõe, mostra que a sua vontade única, é uma boa noite de lençóis suados de “amor bandido”.&lt;br /&gt;            Diante dos conturbados problemas de relacionamento, a mulher do malandro fala mal do amado, diz que ele não presta, que é um grande sem vergonha, que não tem vergonha na cara. O seu lamento ultrapassa as paredes de sua casa e chega à casa dos vizinhos, dos melhores amigos e à casa de seus pais. Todos sabem que ela, a mulher do malandro, tem graves problemas com o amado, afinal ela gritou para a cidade toda que ele, o malandro, é um grande safado. Mas o malandro não é besta, o primeiro 171 que aplica na parceira, faz com que se derreta, então todos ficam boquiabertos com a mulher, que há tempos atrás difamava o parceiro e que agora está se deliciando com os prazeres da carne. Será que ela o ama de verdade, ou quer apenas satisfazer os seus mais dissimulados desejos? &lt;br /&gt;            Podemos adequar o exemplo da mulher do malandro com o atual panorama político brasileiro-adamantinense. Tem gente por aí que “apanhou” bastante, ficou de olho roxo e jogado às traças. A única coisa que sabia fazer era caluniar seu amado, dizer que ele era péssimo, que não prestava. Ficava vagando pelas esquinas, maldizendo seu amante. Chegou, inclusive, a prometer seu amor para outros, disse que não se uniria com ele, que sua vida a partir de agora seria diferente, um novo projeto para um novo tempo. Mas o desejo pelo amado foi mais forte, sua volúpia foi atiçada e o amor que prometera a outros foi por água a baixo, diante do primeiro piscar de olhos. Afinal, malandro que é malandro nunca perde a sua mulher. A mulher mais uma vez deixou seus valores para trás e se entregou a uma noite de prazer, afinal, estar por cima apenas pelo prazer do poder é muito bom, presumo eu.&lt;br /&gt;            Quanto a nós, que assistimos esta patifaria político-matrimonial, nos resta apenas continuar intrigados com as atitudes da mulher do malandro e nos perguntar: “Ainda existe ideologia, ou tudo é feito para se manter por cima nesta suruba sem vergonha? Ficamos sem saber quem é pior, o malandro que xaveca ou a mulher que aceita esta situação. Para terminar, sugiro aos políticos do nosso Brasil varonil um trecho da letra da canção “É”, de Gonzaguinha: “É! A gente quer viver pleno direito. A gente quer viver todo respeito. A gente quer viver uma nação. A gente quer é ser um cidadão... É! A gente não tem cara de panaca. A gente não tem jeito de babaca. A gente não está com a bunda exposta na janela prá passar a mão nela...”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-8490323206984684125?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/8490323206984684125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=8490323206984684125&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8490323206984684125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/8490323206984684125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/entre-tapas-e-beijos.html' title='ENTRE TAPAS E BEIJOS'/><author><name>Cacá Haddad</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_xDX1Fyi-MVg/SF3HyNPPUXI/AAAAAAAAAAU/RaHt1TqAV5g/S220/Imagem+016.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-621446988221765531</id><published>2008-07-16T06:45:00.000-07:00</published><updated>2008-07-16T06:47:30.490-07:00</updated><title type='text'>“FAIFIA”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;          &lt;span style="font-family:georgia;"&gt;  Talvez o leitor acredite que o titulo deste artigo esteja errado. É FAI e não “FAIFIA”. Vou provar que não está errado. Muita gente acredita que a FAI é recente. Na verdade, esta Instituição nasceu em 1967, com a criação da FAFIA, e tem, portanto, mais de quarenta anos.&lt;br /&gt;            Certo dia ouvi dizer: “A FAI é uma criança e, por isso, de vez em quando, ela encha as suas fraudas”. Acho que não se justifica, pois quando a FAI surgiu em 1998, através da unificação da FAFIA e da FEO, ela já era uma jovem. A FAFIA e a FEO (que foi criada em 1980) foram crianças bem tratadas, basta lembrar de seus pais: Antônio Jorge, Ivone Ramos, Maria José Belusci, Roberto Juraci Correa, Célia Duarte, Regina Ruete, Maria Alice Cunha e tantos outros que nunca deixaram a criança sujar as fraudas. Bastava um pequeno problema, para este time de pais competentes limpar a criança.&lt;br /&gt;            É claro que a criança cresceu, tornou-se adulta, e, ai sim, temos com a famosa unificação uma linda senhora: formosa, com um belo corpo desenvolvido. Então chegou o dia que a senhora, como todas as mulheres, precisava se estruturar, compor família, ter filhos e procurar o amadurecimento, mas não conseguia. Não se sabe a causa, mas a senhora FAI, apesar de toda a sua exuberância de mulher formada, ainda possuía resquícios de uma adolescente mimada. Vícios, oriundos de uma formação do tipo: “toma filhinha, não precisa chorar, tudo o que você quiser o papai lhe dará”. E não de uma construção de caráter do tipo: “filhinha, não é assim, primeiro as responsabilidades e depois os deleites”.&lt;br /&gt;            Hoje a FAI é uma potência em nossa cidade, embora carregue consigo vícios que já deveriam ter sido erradicados ou, talvez, não deveriam nem mesmo ter sido criados. Vícios que atrapalham o seu desenvolvimento e que tiveram a grande chance de serem extirpados na famosa “reforma retirada de pauta”. A atual administração da FAI tem em mãos uma senhora que, para conseguir se estabilizar, precisa urgentemente fazer várias sessões de terapia para entender quem realmente ela é. Vou pedir para o leitor terminar de ler este parágrafo, fechar os olhos e imaginar Adamantina sem a FAI: Mercado imobiliário? Supermercados? Lojas de roupas? Postos de combustíveis? Restaurantes? Entretenimentos? Serviços de moto Táxi? E, é claro, Ensino e Pesquisa?&lt;br /&gt;            Fechou os olhos? Pensou? Pois é, vivemos em torno desta senhora que hoje se encontra com vícios de organização e, por incrível que pareça, dependemos muito dela, uma vez que é o segundo orçamento de Adamantina. Hoje, a FAI possui um grupo de pais zelosos que estão tentando sanar estes vícios.&lt;br /&gt;            É engraçado lembrar dos tempos de FAFIA e FEO que a “criança” tinha tantos problemas e era sempre bem cuidada mas poucos queriam saber daquela criança, pois ela não podia arrumar a vida de ninguém. Hoje, uma “cambada de sanguessugas” olha para a nossa Instituição e tenta encontrar a solução de “seus” problemas.&lt;br /&gt;A grande oportunidade de sanar os vícios da FAI encontrou barreiras diante de uma Câmara de Vereadores, na qual a maioria apoiou o projeto e a minoria venceu a maioria com uma estratégia perversa, baseada na deslavada omissão. Pior que isso, um edil que votou contra o projeto, em seu discurso de votação, disse: “o projeto é excelente, muito bom”. Mas votou contra.  Atento povo de Adamantina, pois nem toda “pedra” que reluz é ouro, mas bem lapidada pode se tornar um diamante.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-621446988221765531?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/621446988221765531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=621446988221765531&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/621446988221765531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/621446988221765531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/faifia.html' title='“FAIFIA”'/><author><name>Cacá Haddad</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_xDX1Fyi-MVg/SF3HyNPPUXI/AAAAAAAAAAU/RaHt1TqAV5g/S220/Imagem+016.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-1896748253433142833</id><published>2008-07-15T12:39:00.000-07:00</published><updated>2008-07-15T12:49:55.098-07:00</updated><title type='text'>Futuro incerto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A frágil posição política de Adamantina no contexto regional é algo que vem se acentuando. A evidência mais palpável é o status atual de Dracena. Não apenas vimos Dracena, nos últimos anos, levando o que era nosso, mas conquistando posições vantajosas junto ao governo do Estado. Sem dúvida, a figura carismática e bem articulada na esfera estadual de Júnior Stelato facilitou, em muito, as conquistas de Dracena. Porém, Junior Stelato deixa o posto de prefeito e, como tudo indica, o próximo não terá a mesma expressão de Stelato. Seja quem for o próximo prefeito de Dracena, a tendência é de refluxo de sua posição junto ao governo do Estado.&lt;br /&gt;Por outro lado, o fantasma não está afastado. Sabe-se que o candidato a prefeito de Osvaldo Cruz, o ex-prefeito Valtinho, tem chances de vencer as eleições. Caso vença, Valtinho vai colocar toda a sua influência a serviço do município. Quando prefeito, de 1997 a 2004, Valtinho explorou muito suas relações com o governo Estadual. Assíduo freqüentador das secretarias de Estado e do Palácio dos Bandeirantes, acumulou muitas experiências e marcou sua  administração  obtendo conquistas relevantes para Osvaldo Cruz. Portanto, é uma pessoa de trânsito livre no governo estadual. Aliás, essa condição acaba sendo reforçada pelo fato de também ser um tucano de carteirinha, coordenador regional do PSDB. &lt;br /&gt;Assim, seja quem for o próximo prefeito de Adamantina, não se pode manter alheio a essas questões regionais. Município de pequeno porte, como o nosso, depende de uma boa e inteligente articulação com as esferas estaduais e federais. Abrir mão disso é um desserviço aos interesses maiores da comunidade. Afinal, a política é um estado permanente de batalhas. Ao vencedor, as conquistas; ao perdedor, o amargo preço de sua incompetência. Quem sofre com a perda? Todos: população, comércio etc.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-1896748253433142833?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/1896748253433142833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=1896748253433142833&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1896748253433142833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/1896748253433142833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/futuro-incerto.html' title='Futuro incerto'/><author><name>Rubens Galdino da Silva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2597062137904569762</id><published>2008-07-14T05:17:00.000-07:00</published><updated>2008-07-14T05:32:51.390-07:00</updated><title type='text'>Um problema de linguagem</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;s pessoas quase sempre são estimuladas a se candidatar a vereador por alguma qualidade que têm: ou porque é um conhecido esportista, ou porque é adepto da causa ambiental, ou porque ajuda os necessitados, ou porque é hábil em conseguir internações hospitalares e até por ser um &lt;em&gt;sujeito legal&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, uma vez eleito, o sujeito passa a fazer parte da gestão da cidade, e não apenas do esporte, do meio ambiente ou da área social. Para o município, não importa se ele sabe o nome dos 33.470 concidadãos, e sim se tem competência para o cargo. E para isso é preciso que tenha firmeza de caráter, espírito público, discernimento, habilidade de conviver com diferença de opinião, etc. Isto é, na Câmara são necessárias muitas outras virtudes: aquelas que fazem um líder. O legislador precisa ser alguém de visão e que saiba defender idéias. Um vereador que é vereador só porque prestou muitos favores no seu bairro é um estorvo.&lt;br /&gt;Portanto, é natural que, para decidir em quem votar, a população consciente queira conhecer o potencial de cada candidato e que o candidato saiba mostrá-lo. O sujeito do esporte, além de dizer o que pretende fazer pela área, precisa convencer o eleitor de que está preparado para ser vereador. O mesmo se espera dos demais.&lt;br /&gt;É preciso então que o candidato saiba fazer um bem fundamentado discurso com começo, meio e fim, que diga com clareza por que deseja ser vereador, como vai se relacionar com a população, qual é seu posicionamento em relação aos grandes temas locais, como pretende resolver os problemas do município...&lt;br /&gt;Infelizmente, mais uma vez não se vê por parte dos partidos um esforço para habilitar os postulantes à Câmara nesse sentido. Não há a menor preocupação em debater marketing e conteúdo de campanha com os candidatos a fim de capacitá-los para que se apresentem diante do eleitorado.&lt;br /&gt;Na lista de candidatos há pessoas de bom potencial para a política mas que precisam de um empurrão inicial em termos de apresentação em público (depois elas andam sozinhas). Sem essa ajuda inicial dificilmente passam pelas urnas, e nossa política não vai se renovar nem se enriquecer como se espera. “A linguagem”, diz M. Gnerre, “constitui o arame farpado mais poderoso para bloquear o acesso ao poder”; especialmente das pessoas sérias, acrescento eu, já que os “argumentos” dos politiqueiros contumazes pouco têm a ver com linguagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2597062137904569762?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2597062137904569762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2597062137904569762&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2597062137904569762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2597062137904569762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/um-problema-de-linguagem.html' title='Um problema de linguagem'/><author><name>Mauro Cardin</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14795729414953911254</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-2696939272630677134</id><published>2008-07-10T20:16:00.000-07:00</published><updated>2008-07-10T20:17:32.556-07:00</updated><title type='text'>A falsa relação entre o poder econômico e a política</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É lugar comum nas discussões sobre eleições e campanhas para cargos eletivos a super valorização do poder aquisitivo para alçar esse ou aquele grupo ao poder. Muitos afirmam, com conhecimento de causa, que o lado financeiro, diversas vezes, é o fiel da balança na maioria dessas disputas, e que os candidatos com maiores recursos tendem a “conquistar” o eleitorado. Essas considerações poderiam valer para antigas eleições, mas, para hoje, será desculpa de mau perdedor.&lt;br /&gt;As últimas resoluções da justiça eleitoral tentaram atenuar esse problema e nivelaram as campanhas políticas, deixando os candidatos em maior igualdade na busca pelos votos do eleitorado. Restrições a showmícios, brindes, outdoors, colocará em prova a capacidade de retórica e as formas de convencimento de nossos políticos.&lt;br /&gt;Contudo, em Adamantina, muitos se acovardaram diante dessa antiga idéia e preferiram deixar o pleito para os mais bem providos de recursos financeiros. Ora, até quando nossa política se assentará nesse pilar? Muitos acordos não foram consumados devido o problema econômico, deixando a impressão de que pinturas em muros, “santinhos” e churrascos valem mais que programas de governo e afinidades ideológicas.&lt;br /&gt;Esquivar-se da disputa ou fazer acordos de última hora para estar do lado dos privilegiados financeiramente mostra o verdadeiro caráter de muitos de nossos políticos que, críticos costumazes, tornam-se amigos de ocasião, tentando beneficiar-se das possíveis vantagens que essas alianças lhes proporcionarão.&lt;br /&gt;Colocar a culpa da vitória na questão econômica mostra profundo desconhecimento da lei ou falta de vontade de trabalhar, além de tratar o eleitorado como um verdadeiro “analfabeto político”, para citar Bertolt Brecht.&lt;br /&gt;O apagão de idéias e propostas, como também a vaidade de alguns de nossos “articuladores” não serão mais mascaradas com a questão financeira. Ou criam coragem para discutir idéias e participar de debates ou serão relegados ao limbo de nossa história política, tornando-se espectros que perambularão pela cidade lembrando, entre uma xícara de café e outra, dos “bons tempos”. Que fugir do páreo era justificado por uma camiseta com número, um muro pintado ou um carro de som a mais a passar pela Avenida Rio Branco.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5277834692928938876-2696939272630677134?l=agoraadamantinense.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/feeds/2696939272630677134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5277834692928938876&amp;postID=2696939272630677134&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2696939272630677134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5277834692928938876/posts/default/2696939272630677134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agoraadamantinense.blogspot.com/2008/07/falsa-relao-entre-o-poder-econmico-e.html' title='A falsa relação entre o poder econômico e a política'/><author><name>Bruno Pinto Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08507517392533533621</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_TmyQcQVDpHU/Sm_e_gl--9I/AAAAAAAAAE8/oCsMsJHeCkw/S220/fotoscam+161.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5277834692928938876.post-5401516040614044297</id><published>2008-07-10T12:53:00.000-07:00</published><updated>2008-07-10T12:56:01.799-07:00</updated><title type='text'>Imprensa e Cidadania</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;A América (EUA), hoje invejada pelo grau de cidadania, certamente não existiria como tal se não fosse a sua imprensa. Modelo de democracia e de respeito aos direitos civis, faz da liberdade de imprensa o escudo contra as investidas totalitárias e arbitrárias do poder público. Certamente eles aprenderam ao longo de sua história que as pessoas que ocupam cargo público não gostam de se ver servos daqueles que as pagam com tributos pesados. Preferem ser tratados como senhores insubmissos 
